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A busca secreta de Sir Isaac Newton para o Deus Engine

A busca secreta de Sir Isaac Newton para o Deus Engine

Isaac Newton, físico, matemático, astrônomo, inventor e filósofo natural inglês foi um dos cientistas mais influentes e talentosos da história. Depois que Newton morreu, no entanto, ele causou grande constrangimento à comunidade científica quando foi descoberto que ele era o principal alquimista da Europa. Mas quantas de suas realizações científicas de mudança de paradigma resultaram de sua busca pela ‘Pedra Filosofal’ e sua tradução da ‘Placa Esmeralda de Hermes’?

Cópia de um retrato de Sir Isaac Newton por Sir Godfrey Kneller (1689)

Tesouro secreto de Newton adquirido por John Maynard Keynes

Em julho de 1936, o economista John Maynard Keynes voltou da casa de leilões Sotheby em Londres com um baú cheio de artigos escritos à mão não publicados, livros de laboratório, diagramas e mais de um milhão de palavras não publicadas de Sir Isaac Newton. Contrariamente às expectativas, os artigos até então invisíveis de Newton não ilustram suas reflexões sobre a mecânica celeste, cálculo, ótica ou teoria matemática, mas seu trabalho pessoal em teologia esotérica e suas notas de laboratório alquímicas. Enquanto Isaac Newton era considerado uma grande sentinela do método científico em uma plataforma global, ele era secretamente um pensador profundamente místico, mágico e animista.

The Newton Project site fornece varreduras de documentos escritos por John Maynard Keynes, oferecendo aos pesquisadores insights sobre os pensamentos íntimos de Newton, por exemplo: "o universo era um criptograma definido pelo Todo-Poderoso." Newton começou a: “ler o enigma da Divindade, de eventos passados ​​e futuros divinamente predestinados” e de acordo com Keynes, Newton voltou-se para as primeiras obras filosóficas dos intelectuais europeus do século 16 que formaram a sociedade secreta mística - The Ancient & Mystical Ordem Rosae Crucis, mais conhecida como Rosacruzes.

O Templo da Rosa Cruz, por Teophilus Schweighardt Constantiens (1618) ( Domínio público)

Profundamente religiosos e anticatólicos, assim como Newton, os Rosacruzes se esforçaram para criar um líquido chamado de Elixir Vitae e uma substância chamada "Pedra Filosofal", necessária para produzir quantidades ilimitadas de ouro. O livro de Michael White de 1999, Isaac Newton: The Last Sorcerer, nos diz que Newton possuía: “169 livros sobre alquimia”, incluindo uma tradução em inglês altamente comentada dos Manifestos Rosacruzes de Thomas Vaughan; A Fama e Confissão da Fraternidade R.C. e Themis Aurea de Michael Maier, uma obra clássica sobre as origens do Gnosticismo e do movimento Rosacruz.

Uma citação de Keynes, publicada em Sir Isaac Newton, o último feiticeiro resume perfeitamente a importância que Newton atribuiu à alquimia em sua busca por verdades universais: "Newton foi motivado por um compromisso profundamente enraizado com a noção de que a sabedoria alquímica remonta aos tempos antigos


10 histórias estranhas de Isaac Newton e # 8217s Descent Into Madness

Em seu auge, Isaac Newton teve uma das mentes mais racionais da história humana. Seu cérebro era diferente de qualquer outro, que lhe permitiu desenvolver as leis fundamentais da gravidade e da física, bem como fazer contribuições significativas para o cálculo, o último dos quais ele fez em menos tempo do que a maioria das pessoas leva para aprendê-lo.

Mas toda mente excepcional é incomum, e nenhuma era mais do que a mente de Isaac Newton. À medida que a vida de Newton se arrastava, seu controle sobre a sanidade começou lentamente a cair e seus interesses se desviaram do científico para o místico.

Newton escreveu dez milhões de palavras ao longo de sua vida, mas a maioria delas não tinha nada a ver com ciência. A esmagadora maioria dos pensamentos que ele colocou no papel era sobre alquimia, profecias e misticismo antigo - lado estranho e pouco conhecido de uma das maiores mentes científicas da história humana.


Conteúdo

A tabuinha declara seu autor como Hermes Trismegistus ("Hermes, o três vezes maior"), uma lendária combinação helenística do deus grego Hermes e do antigo deus egípcio Thoth. [2] Como a maioria das outras obras atribuídas a Hermes Trismegistus, o Emerald Tablet é muito difícil de datar com alguma precisão, mas geralmente pertence ao período da antiguidade tardia (entre c. 200 e c. 800). [3] A fonte mais antiga conhecida do texto é a Sirr al-khalīqa wa-ṣanʿat al-ṭabīʿa (O Segredo da Criação e a Arte da Natureza, também conhecido como Kitāb al-ʿilal ou O Livro das Causas), uma obra enciclopédica sobre filosofia natural falsamente atribuída a Apolônio de Tyana (c. 15–100, árabe: Balīnūs ou Balīnās). [4] Este livro foi compilado em árabe no final do século oitavo ou início do nono século, [5] mas provavelmente foi baseado em fontes gregas e / ou siríacas (muito) mais antigas. [6] Na história do quadro do Sirr al-khalīqa, Balīnūs conta a seus leitores que descobriu o texto em uma abóbada abaixo de uma estátua de Hermes em Tyana, e que, dentro da abóbada, um velho cadáver em um trono dourado segurava a placa de esmeralda. [7]

Versões ligeiramente diferentes do Emerald Tablet também aparecem no Kitāb Usṭuqus al-uss al-thānī (O Segundo Livro do Elemento da Fundação, c. 850-950) atribuído a Jabir ibn Hayyan, [8] na versão mais longa do Sirr al-asrār (O segredo dos segredos, uma compilação do século X de obras anteriores que foram falsamente atribuídas a Aristóteles), [9] e no alquimista egípcio Ibn Umayl (cerca de 900-960) Kitāb al-māʾ al-waraqī wa-l-arḍ al-najmiyya (Livro da Água Prateada e da Terra Estrelada). [10]

o Emerald Tablet foi traduzido pela primeira vez para o latim no século XII por Hugo de Santalla como parte de sua tradução do Sirr al-khalīqa. [11] Foi novamente traduzido para o latim junto com a tradução do século XIII da versão mais longa do pseudo-aristotélico Sirr al-asrār (Latim: Secretum secretorum) [12] No entanto, a tradução latina que formou a base para todas as versões posteriores (a chamada 'vulgata') foi originalmente parte de uma compilação anônima de comentários sobre o Emerald Tablet chamado de várias maneiras Liber Hermetis de alchimia, Liber dabessi, ou Liber Rebis (décimo segundo ou décimo terceiro século). [13]

Do pseudo-Apolônio de Tyana Sirr al-khalīqa (c. 750-850) Editar

A versão mais antiga conhecida do Emerald Tablet no qual todas as versões posteriores foram baseadas é encontrado no pseudo-Apolônio de Tyana Sirr al-khalīqa wa-ṣanʿat al-ṭabīʿa (O Segredo da Criação e a Arte da Natureza). [14]


حق لا شك فيه صحيح
إن الأعلى من الأسفل والأسفل من الأعلى
عمل العجائب من واحد كما كانت الأشياء كلها من واحد بتدبير واحد
أبوه الشمس ، أمه القمر
حملته الريح في بطنها ، غذته الأرض
أبو الطلسمات ، خازن العجائب ، كامل القوى
نار صارت أرضا اعزل الأرض من النار
اللطيف أكرم من الغليظ
برفق وحكم يصعد من الأرض إلى السماء وينزل إلى الأرض من السماء
وفيه قوة الأعلى والأسفل
لأن معه نور الأنوار فلذلك تهرب منه الظلمة
قوة القوى
يغلب كل شيء لطيف ، يدخل في كل شيء غليظ
على تكوين العالم الأكبر تكوّن العمل
فهذا فخري ولذلك سمّيت هرمس المثلّث بالحكمة [15]

De Kitāb Usṭuqus al-uss al-thānī (ca. 850-950) atribuído a Jabir ibn Hayyan Editar

Uma versão um pouco mais curta é citada no Kitāb Usṭuqus al-uss al-thānī (O Segundo Livro do Elemento da Fundação) atribuído a Jabir ibn Hayyan. [8] Linhas 6, 8 e 11-15 da versão no Sirr al-khalīqa estão faltando, enquanto outras partes parecem estar corrompidas. [16] A versão de Jabir foi traduzida por Eric J. Holmyard:

حقا يقينا لا شك فيه
إن الأعلى من الأسفل والأسفل من الأعلى
عمل العجائب من واحد كما كانت الأشياء كلها من واحد
وأبوه الشمس وأمه القمر
حملته الأرض في بطنها وغذته الريح في بطنها
نار صارت أرضا
اغذوا الأرض من اللطيف
بقوة القوى يصعد من الأرض إلى السماء
فيكون مسلطا على الأعلى والأسفل

Verdade! Certeza! Aquilo em que não há dúvida!
Aquilo que está acima é daquilo que está abaixo, e o que está abaixo é daquilo que está acima,
operando os milagres de uma [coisa]. Como todas as coisas eram de um.
Seu pai é o Sol e sua mãe a Lua.
A Terra carregou em sua barriga, e o Vento nutriu em sua barriga,
como Terra que se tornará Fogo.
Alimente a Terra daquilo que é sutil,
com o maior poder. Sobe da terra para o céu
e se torna governante sobre o que está acima e sobre o que está abaixo.

Do pseudo-aristotélico Sirr al-asrār (século décimo) Editar

Uma versão ainda posterior é encontrada no pseudo-aristotélico Sirr al-asrār (Segredo dos Segredos, décimo século). [17]


حقا يقينا لا شك فيه
أن الأسفل من الأعلى والأعلى من الأسفل
عمل العجائب من واحد بتدبير واحد كما نشأت الأشياء من جوهر واحد
أبوه الشمس وأمه القمر
حملته الريح في بطنها ، وغذته الأرض بلبانها
أبو الطلسمات ، خازن العجائب ، كامل القوى
فان صارت أرضا اعزل الأرض من النار اللطيف
أكرم من الغليظ
برفق وحكمة تصعد من الأرض إلى السماء وتهبط إلى الأرض
فتقبل قوة الأعلى والأسفل
لأن معك نور الأنوار فلهذا تهرب عنك الظلمة
قوة القوى
تغلب كل شيء لطيف يدخل على كل شيء كثيف
على تقدير العالم الأكبر
هذا فخري ولهذا سمّيت هرمس المثلّث بالحكمة اللدنية [18]

Da tradução latina do pseudo-Apolônio de Tyana Sirr al-khalīqa (De secretis nature) Editar

A tabuinha foi traduzida pela primeira vez para o latim no século XII por Hugo de Santalla como parte de sua tradução do Sirr al-khalīqa (O Segredo da Criação, árabe original acima).


Superiora de inferioribus, inferiora de superioribus,
prodigiorum operatio ex uno, quemadmodum omnia ex uno eodemque ducunt originem, una eademque consilii Administratione.
Cuius pater Sol, mater vero Luna,
eam ventus in corpore suo extollit: Terra fit dulcior.
Vos ergo, prestigiorum filii, prodigiorum opifices, discretione perfecti,
si terra fiat, eam ex igne subtili, qui omnem grossitudinem et quod hebes est antecellit, spatiosibus, et prudenter et sapientie industria, educite.
A terra ad celum conscendet, a celo ad terram dilabetur,
superiorum et inferiorum vim continens atque potentiam.
Unde omnis ex eodem illuminatur obscuritas,
cuius videlicet potentia quicquid subtile est transcendit et rem grossam, totum, ingreditur.
Que quidem operatio secundum maioris mundi compositionem habet subsistere.
Quod videlicet Hermes philosophus triplicem sapientiam vel triplicem scientiam appellat. [19]

Da tradução latina do pseudo-aristotélico Sirr al-asrār (Secretum secretorum) Editar

A tabuinha também foi traduzida para o latim como parte da versão mais longa do pseudo-aristotélico Sirr al-asrār (Latim: Secretum Secretorum, árabe original acima). Ela difere significativamente tanto da tradução de Hugo de Santalla (veja acima) quanto da tradução vulgata (veja abaixo).

Veritas ita se habet et non est dubium,
quod inferiora superioribus et superiora inferioribus respondente.
Operator miraculorum una solus est Deus, a quo descendit omnis operacio mirabilis.
Sic omnes res generantur ab una sola substancia, una sua sola disposicione.
Quarum pater est Sol, quarum mater est Luna.
Que portavit ipsam naturam per auram in utero, terra impregnata est ab ea.
Hinc dicitur Sol causatorum pater, thesaurus miraculorum, largitor virtutum.
Ex igne facta est terra.
Separa terrenum ab igneo, quia subtile dignius est grosso, et rarum spisso.
Hoc fit sapienter et discrete. Ascendit enim de terra em celum, et ruit de celo em terram.
Et inde interficit superiorem et inferiorem virtutem.
Sic ergo dominatur inferioribus et superioribus et tu dominaberis sursum et deorsum,
tecum enim est lux luminum, et propter hoc fugient a te omnes tenebre.
Virtus superior vincit omnia.
Omne enim rarum agit in omne densum.
Et secundum disposicionem majoris mundi currit hec operacio,
et propter hoc vocatur Hermogenes triplex in philosophia. [12]

Vulgate (da Liber Hermetis de alchimia ou Liber dabessi) Editar

A tradução latina mais amplamente distribuída (a chamada 'vulgata') é encontrada em uma compilação anônima de comentários sobre o Emerald Tablet chamado de várias maneiras Liber Hermetis de alchimia, Liber dabessi, ou Liber Rebis (século XII ou XIII). [20] Novamente, ele difere significativamente das outras duas primeiras versões latinas.

Verum sine mendacio, certum, certissimum.
Quod est superius est sicut quod inferius, et quod inferius est sicut quod est superius.
Ad preparanda miracula rei unius.
Sicut res omnes ab una fuerunt meditaçãoe unius, et sic sunt nate res omnes ab hac re una aptatione.
Pater ejus sol, mater ejus luna.
Portavit illuc ventus in ventre suo. Nutrix ejus terra est.
Pater omnis Telesmi tocius mundi hic est.
Vis ejus integra est.
Si versa fuerit in terram separabit terram ab igne, sutil a spisso.
Suaviter cum magno ingenio ascendit a terra in celum. Iterum descendit no terram,
et recipit vim superiorem atque inferiorem.
Sicque habebis gloriam claritatis mundi. Ideo fugiet a te omnis obscuritas.
Hic est tocius fortitudinis fortitudo fortis,
quia vincet omnem rem subtilem, omnemque rem solidam penetrabit.
Sicut hic mundus creatus est.
Hinc erunt aptationes mirabiles quarum mos hic est.
Itaque vocatus sum Hermes, tres tocius mundi partes habens sapientie.
Et completum est quod diximus de opere solis ex libro Galieni Alfachimi.

É verdade, sem falsidade, certo e muito verdadeiro.
O que está acima é semelhante ao que está abaixo, e o que está abaixo é semelhante ao que está acima,
para realizar os milagres de uma coisa.
E como todas as coisas foram pela contemplação de um, então todas as coisas surgiram desta única coisa por um único ato de adaptação.
O pai disso é o Sol, a mãe a Lua.
O vento o carregou em seu ventre, a terra é a sua ama.
É o pai de todas as obras de admiração em todo o mundo.
O poder disso é perfeito.
Se for lançado à terra, separará o elemento terra do fogo, o sutil do denso.
Com grande sagacidade, ele ascende suavemente da terra ao céu. Novamente ele desce à terra,
e une em si a força das coisas superiores e das coisas inferiores.
Assim, possuirá a glória do brilho do mundo inteiro, e toda a obscuridade voará para longe de você.
Essa coisa é a forte fortaleza de todas as forças,
pois supera todas as coisas sutis e penetra em todas as substâncias sólidas.
Assim foi criado este mundo.
Conseqüentemente, haverá adaptações maravilhosas alcançadas, de que a maneira é esta.
Por isso sou chamado Hermes Trismegistus, porque possuo três partes da sabedoria do mundo inteiro.
O que eu tinha a dizer sobre a operação do Sol está completo.

Latim (Nuremberg, 1541) Editar

Apesar de algumas pequenas diferenças, a edição de Nuremberg do século 16 do texto latino permanece em grande parte semelhante à vulgata (veja acima). Uma tradução de Isaac Newton foi encontrada entre seus artigos alquímicos que estão atualmente armazenados na King's College Library, Universidade de Cambridge:

Verum sine mendacio, certum, et verissimum.
Quod est inferius, est sicut quod est superius.
Et quod est superius, est sicut quod est inferius, ad perpetranda miracula rei unius.
Et sicut res omnes fuerunt ab uno, meditaçãoe unius, sic omnes res natae ab hac una re, adaptae.
Pater eius est Sol, mater eius est Luna.
Portavit illud ventus in ventre suo.
Nutrix eius terra est.
Pater omnis telesmi [21] totius mundi est hic.
Vis eius integra est, si versa fuerit in terram.
Separabis terram ab igne, sutil ab spisso, suaviter cum magno ingenio.
Ascendit a terra em coelum, iterumque descendit em terram, et recipit vim superiorum et inferiorum.
Sic habebis gloriam totius mundi.
Ideo fugiet a te omnis obscuritas.
Haec est totius fortitudinis fortitudo fortis, quia vincet omnem rem subtilem, omnemque solidam penetrabit.
Sic mundus creatus est.
Hinc erunt adaptaes mirabiles, quarum modus hic est.
Itaque vocatus sum Hermes Trismegistus, habens tres partes philosophiae totius mundi.
Completum est, quod dixi de operatione Solis.

É verdade sem mentir, certo e muito verdadeiro.
O que está abaixo é como o que está acima e o que está acima é como o que está abaixo
fazer o milagre de uma única coisa
E como todas as coisas foram e surgiram de uma pela mediação de uma: assim, todas as coisas nasceram desta única coisa por adaptação.
O Sol é seu pai, a lua sua mãe,
o vento o carregou em seu ventre, a terra é sua ama.
O pai de toda perfeição em todo o mundo está aqui.
Sua força ou poder é total se for convertido em terra.
Separe a terra do fogo,
o sutil do bruto
docemente com grande indústria.
Ele sobe da terra para o céu e novamente desce para a terra
e recebe a força das coisas superiores e inferiores.
Por este meio você terá a glória do mundo inteiro e, portanto, toda a obscuridade fugirá de você.
Sua força é acima de tudo força,
pois ele vence todas as coisas sutis e penetra todas as coisas sólidas.
Assim foi criado o mundo.
Disto são e vêm adaptações admiráveis ​​onde o meio está aqui neste.
Por isso sou chamado Hermes Trismegist, tendo as três partes da filosofia do mundo inteiro.
O que eu disse sobre a operação do Sol foi cumprido e terminado.

Em suas várias recensões ocidentais, o Tábua tornou-se um pilar da alquimia medieval e renascentista. Comentários e / ou traduções foram publicados por, entre outros, Trithemius, Roger Bacon, Michael Maier, Albertus Magnus e Isaac Newton. O texto conciso era um resumo popular dos princípios alquímicos, em que se pensava que os segredos da pedra filosofal haviam sido descritos. [22]

O alquimista do século XIV Ortolanus (ou Hortulanus) escreveu uma exegese substancial sobre O Segredo de Hermes, que teve influência no desenvolvimento subsequente da alquimia. Muitos manuscritos desta cópia do Emerald Tablet e o comentário de Ortolanus sobreviveu, datando pelo menos já no século XV. Ortolanus, como Albertus Magnus antes dele viu o tablet como uma receita enigmática que descreveu processos de laboratório usando nomes de deck (ou palavras de código). Essa era a visão dominante dos europeus até o século XV. [23]

No início do século XVI, os escritos de Johannes Trithemius (1462-1516) marcaram uma mudança na interpretação de laboratório do Emerald Tablet, para uma abordagem metafísica. Trithemius equiparou Hermes ' uma Coisa com a mônada da filosofia pitagórica e a anima mundi. Essa interpretação do texto hermético foi adotada por alquimistas como John Dee, Heinrich Cornelius Agrippa e Gerhard Dorn. [23]

Na série de televisão de viagem no tempo Escuro, o misterioso sacerdote Noah tem uma grande imagem do Emerald Tablet tatuado nas costas. A imagem também aparece em uma porta de metal nas cavernas centrais da trama. Vários personagens são mostrados olhando para as cópias do texto. [24] Uma linha da versão latina, "Sic mundus creatus est", desempenha um papel temático de destaque na série e é o título do sexto episódio da primeira temporada. [25]

Em 1974, o cantor brasileiro Jorge Ben Jor gravou um álbum de estúdio com o nome A Tábua de Esmeralda ("The Emerald Tablet"), citando o texto do Tablet e da alquimia em geral em várias canções. O álbum foi definido como um exercício de "alquimia musical" e festejado como a maior realização musical de Ben Jor, mesclando samba, jazz e ritmos rock. [26]


9. Determinou a cronologia dos reinos antigos

Newton amava os números, a ordem e as civilizações antigas. Que hobby seria melhor para o homem do que calcular as datas em que ocorreram os eventos bíblicos e míticos e quando reinaram as civilizações da antiguidade? Em 1728, The Chronology of Ancient Kingdoms de Newton foi publicado postumamente em Londres. É um tratado de 87.000 palavras (pense em 87 artigos de Toptenz) no qual Newton interpreta meticulosamente textos egípcios, gregos, romanos e bíblicos para formar um relato coeso da história humana avançada. Ele compilou quase 500 fontes para apoiar suas afirmações. Este trabalho é frequentemente agrupado com os estudos ocultos de Newton por causa da natureza da cronologia. Ele inclui personagens míticos como Hércules e Édipo como pessoas reais e locais lendários como Tróia e Atlântida como locais reais. Além disso, ele tece figuras religiosas aparentemente díspares em sua cronologia, como se quisesse dizer que os deuses gregos, Moisés e Zoroastro são todos parte de uma única linha do tempo muito real. O texto completo está disponível aqui.


Alexander Bogdanov

Alexander Bogdanov era um russo nascido com muitos talentos. Ele foi médico, filósofo, escritor e revolucionário soviético. Éramos bem conhecidos por seu trabalho em transfusão de sangue e acreditamos que ele havia encontrado uma maneira de manter a juventude eterna ou a imortalidade por meio da transfusão de sangue.

Em 1924, ele começou a realizar experimentos de transfusão de sangue em si mesmo e muitos outros também se ofereceram para participar de seus experimentos. Acredita-se que ele estava chegando a algum lugar com seu trabalho porque seu corpo apresentava sintomas positivos após passar por 11 transfusões de sangue. Seu colega Leonid Krasin escreveu uma carta para sua esposa dizendo que “Bogdanov parece ter se tornado 10 anos mais jovem após a operação”. Mas ele morreu quando, durante uma transfusão, tirou sangue de um aluno que sofria de malária e tuberculose.

Bem, o mistério é que ele morreu, mas o aluno que foi injetado com seu sangue se recuperou perfeitamente da doença.


O Newton que você não conhecia


Ilustração de Isaac Newton (1643-1727) em Encyclopaedia Londinensis, ou dicionário universal de artes, ciências e literatura. . . compilado, digerido e organizado por John Wilkes. . . assistido por eminentes estudiosos, Londres, Adlard, 1810-1829. Biblioteca, Museu de Arte e Jardim Botânico de Huntington.

Isaac Newton (1643-1727) é geralmente considerado um dos indivíduos mais importantes na história da ciência e é lembrado principalmente por seu trabalho em filosofia natural, matemática e astronomia. Além de articular as leis do movimento que fundamentaram a mecânica clássica, Newton foi a primeira pessoa a formular uma lei da gravitação universal e também co-inventou o cálculo (ao mesmo tempo que seu nêmesis Gottfried Wilhelm Leibniz). Na verdade, Newton tem sido freqüentemente retratado como a encarnação do gênio científico que derrubou a superstição e inaugurou a Era da Razão.

Então, quando veio à luz no início do século 20 que Newton não era apenas um alquimista praticante, mas também entretinha interpretações heterodoxas da teologia cristã e passou muito tempo, por exemplo, tentando desvendar códigos bíblicos numerológicos, a compreensão de Newton como o ícone da ciência moderna foi posto em questão. Em seu ensaio de 1946 "Newton, the Man", o economista britânico John Maynard Keynes (1883–1946) captou sucintamente esse sentimento quando escreveu que “Newton não foi o primeiro da era da razão: ele foi o último dos mágicos. ”

Nos últimos anos, no entanto, historiadores da ciência exploraram os diversos aspectos do pensamento de Newton para fornecer um retrato mais matizado e, além de nos obrigar a reconsiderar nossa compreensão de Newton, o homem, este trabalho foi central para um repensar mais amplo de alguns de nossos suposições sobre a história da ciência. Os estudiosos ainda estão desvendando as complexidades do pensamento de Newton, mas seu trabalho geralmente aponta para uma compreensão mais coerente de Newton, onde, por exemplo, suas buscas alquímicas informaram outras partes de sua filosofia natural.


O tratado alquímico "Praxis", datado da década de 1690, contém a tentativa de Newton de decifrar o processo de sintetizar a pedra filosofal a partir de uma variedade de outros textos alquímicos. A Coleção Grace K. Babson das Obras de Sir Isaac Newton na Biblioteca, Museu de Arte e Jardim Botânico de Huntington.

O Huntington desempenhou um papel importante neste repensar de Newton, pois abriga a maior coleção de Newtoniana nos Estados Unidos. A maioria de nossas participações em Newton foi emprestada pelo Babson College (em Wellesley, Massachusetts), cujo fundador, Roger Babson, e sua esposa, Grace K. Babson, eram grandes colecionadores. O interesse dos Babsons em Newton surgiu da ideia de que as relações humanas e os mercados econômicos eram governados pela lei de ação e reação de Newton - assim como os objetos no mundo físico. Além disso, Roger Babson era um empresário e teórico de negócios cuja filosofia, muito parecida com a de Newton, resistia às convenções e era ferozmente ambiciosa.

Reconhecendo a importância dos materiais Newton para o patrimônio cultural e acadêmico, os Babsons se comprometeram a preservar a coleção e disponibilizá-la para uso e, portanto, em 1995, ela foi depositada na Biblioteca Burndy do Instituto Dibner no MIT. Então, em 2006, toda a Biblioteca Burndy, incluindo a Coleção Babson, veio para The Huntington, onde nossa equipe de preservação e curadoria cuidava dos materiais, e onde acadêmicos de todo o mundo continuam a explorar os diversos interesses de Newton.

Os materiais Newton de Babson foram apresentados na exposição permanente da Biblioteca "Beautiful Science", bem como na exposição atual no West Hall da Biblioteca, "What Now: Collecting for the Library in the 21st Century, Part 1" (em exibição até fevereiro 17). Além disso, The Huntington organizou uma conferência em 2014 dedicada a Newton, intitulada “All in Pieces? Novas percepções sobre a estrutura do pensamento de Newton ”, que foi apoiado por fundos do Programa de História da Ciência Dibner em The Huntington.


Este pequeno manuscrito possui vários desenhos alquímicos e astrológicos feitos pelo próprio Newton. Newton foi um leitor voraz da literatura alquímica e está claro que ele extraiu muito do material deste manuscrito de outros textos alquímicos, incluindo, por exemplo, um que discutia um autor alquímico pseudônimo que afirmava ser Nicolas Flamel (ca. 1330- 1418). A Coleção Grace K. Babson das Obras de Sir Isaac Newton na Biblioteca, Museu de Arte e Jardim Botânico de Huntington.

William R. Newman, professor da Universidade de Indiana e a professora visitante Eleanor Searle de História da Ciência em Caltech e The Huntington de 2014-15, publicou recentemente Newton, o Alquimista: Ciência, Enigma e o “Fogo Secreto da Busca pela Natureza, um livro que se inspirou extensivamente nos manuscritos alquímicos da Coleção Babson. Especialmente importante foi o chamado manuscrito "Praxis", que Newman descreve como "O espécime existente mais desenvolvido da tentativa de Newton de elaborar os processos dos adeptos."

Desde o Iluminismo, a alquimia tem sido frequentemente considerada uma pseudociência que atrapalhou o progresso científico, mas os manuscritos alquímicos de Newton mostram que, assim como seu trabalho em física e matemática, seu trabalho em alquimia combinava teoria e prática, leitura cuidadosa com experimentação prática - e demonstrou sua extraordinária atenção aos detalhes. Como sua física, mostrou o que Newton considerava sua melhor qualidade: o que ele chamou de "pensamento paciente". Também vemos que Newton foi motivado por uma profunda curiosidade e pela crença de que nenhum desafio intelectual era muito difícil de enfrentar - até mesmo desvendar os segredos do mundo material. Além disso, porém, Newman está entre um grupo de historiadores que mostraram que a alquimia praticada por Newton e outros aspirantes à pedra filosofal teve uma influência importante no surgimento da ciência moderna, por exemplo, no desenvolvimento da teoria do atomismo e o conceito de balanço de massa, a noção de que a massa de entrada de um processo químico deve ser igual à saída.


Isaac Newton, Um tratado ou observações sobre o Templo de Salomão. “Prolegomena ad lexici profhetic partem secundam in quibus agitur De forma sancturaii Judaici. . . Commentarium ” (após 1690). Newton acreditava que a arquitetura do Templo de Salomão continha segredos divinos que haviam sido perdidos há muito tempo. Ele baseou sua descrição e este esboço em comparações detalhadas do texto bíblico hebraico com as versões da Septuaginta e da Vulgata. A Coleção Grace K. Babson das Obras de Sir Isaac Newton na Biblioteca, Museu de Arte e Jardim Botânico de Huntington.

A coleção Babson também foi fundamental para a reavaliação da religião de Newton. Ao longo de sua vida extraordinariamente produtiva, Newton escreveu mais sobre tópicos religiosos do que sobre todos os seus interesses científicos combinados. Seus contemporâneos o consideravam um teólogo erudito e astuto, mas se todas as suas opiniões tivessem sido tornadas públicas, ele sem dúvida teria recebido uma avaliação mais negativa. Em suma, pelos padrões de sua época, Newton era um herege. Mais notoriamente, ele negou a trindade e acreditava que Cristo era uma criação de Deus.

Newton também investiu pesadamente na profecia bíblica, cronologia e até mesmo na interpretação simbólica da arquitetura bíblica. O manuscrito do "Templo de Salomão" é indiscutivelmente o item mais notável da Coleção Babson e foi escrito em uma época em que a determinação das dimensões do Templo de Salomão era um grande quebra-cabeça na investigação teológica. Newton acreditava que a arquitetura do templo continha segredos antigos codificados sobre Deus e o universo, e ele estava longe de estar sozinho nisso. A ciência e a religião têm sido freqüentemente retratadas como antagonistas amargos, mas o estudo de indivíduos como Newton revelou um quadro muito mais complicado.


Este documento oficial, assinado por Newton, é de seus primeiros anos como diretor da Casa da Moeda Real. É um certificado de fiança no valor de ₤ 300 - não uma quantia insignificante - para um John Irish, que foi acusado de grampear moedas. A Coleção Grace K. Babson das Obras de Sir Isaac Newton na Biblioteca, Museu de Arte e Jardim Botânico de Huntington.

Outra área da Coleção Babson que os estudiosos exploraram recentemente diz respeito ao tempo de Newton na Casa da Moeda Real. Na década final do século 17, Newton conquistou uma celebridade significativa por seu trabalho em física e matemática e, como resultado, foi-lhe oferecido o cargo de diretor (1696-1700) e depois mestre (1700-1727) do Royal Hortelã. Newton took very seriously what was supposed to have been a formal sinecure at the mint and involved himself in the reform of currency and even the prosecution and punishment of coin clippers and counterfeiters. The Babson Collection has several manuscript documents that were issued by the mint and show that Newton carried out his administrative affairs with the same assiduousness as his physics and mathematics, including the prosecution of these crimes (which were punishable by death).

Newton’s genius is strongly resistant to simple characterization, and while it is now clear that he was neither an Enlightenment rationalist nor an irrational magician, there continue to be many questions about how the diverse areas of his thought worked together. Whatever the answers to these questions reveal, the Babson Collection will undoubtedly continue to help scholars uncover new aspects of Newton and the history of science that we didn’t know.

On Wednesday, Jan. 8, at 7:30 p.m. in Rothenberg Hall, Rob Iliffe, professor of the history of science at the University of Oxford, will deliver his Dibner Lecture, titled “The Uses of Evidence in the Newton-Leibniz Priority Dispute.” The 17th-century dispute between mathematicians Isaac Newton and Gottfried Wilhelm Leibniz over who first invented calculus was a major intellectual controversy for decades. Iliffe will discuss two little-known documents that reveal how Newton’s approach to prosecuting contemporary counterfeiters as a warden of the Royal Mint was closely aligned to his strategy for revealing corruption in Christianity. Free reservations required.

Joel A. Klein is the Molina Curator of the History of Medicine and Allied Sciences at The Huntington.


Isaac Newton’s burnt ‘Great Pyramid’ notes reveal secret quest to predict the APOCALYPSE

HE'S one of history's greatest thinkers, but while Sir Isaac Newton changed our understanding of the universe, he had some pretty bonkers ideas in his time, too.

Unpublished notes penned by the acclaimed English physicist detail his obsessive quest to unlock the secrets of the Ancient Egyptian pyramids.

Newton believed, according to his 17th Century scribblings, that the structures' measurements could help him predict the apocalypse.

Three pages scrawled by the legendary academic are expected to fetch a six-figure sum in an auction launched by Sotheby's.

They date to the 1680s and feature musings on the Great Pyramid of Egypt, ancient units of measurement, and Biblical prophecy. Bidding ends Tuesday.

According to the online listing, the notes were almost lost forever when they were scorched in a fire said to have erupted when Newton's dog, Diamond, jumped up onto a table and knocked over a candle.

"The pyramids at Giza are not just the greatest architectural marvels that survive of the ancient world: To Newton, as to many others, they were a key that could unlock profound secrets," Sotheby's writes in its listing.

"The Great Pyramid could help him glean an understanding of Biblical prophecy it could lead him to a knowledge of the timing of the Apocalypse.

"He also is likely to have hoped that it could provide the proof for his Theory of Gravity."

In the scorched writings, Newton, who studied the pyramids in the late 17th century while at Woolsthorpe Manor in Lincolnshire, claimed that unlocking their secrets may help solve other mysteries about the world.

He was feverishly trying to work out the unit of measurement used by the Ancient Egyptians while building the last remaining Wonder of the World.

Newton believed the ancient people knew how to measure the Earth, and by finding out how they measured the pyramids would himself be able to calculate our planet's circumference.

He hoped that this would lead him to other ancient measurements, allowing him to calculate the dimensions of the Temple of Solomon – the setting of the apocalypse.

This, in turn, would supposedly help him predict the end of the world.

Newton is famed for his theories on maths and astronomy, but he also produced many works that would now be classified as occult studies.

Newton kept his views on the supernatural a secret for fear of ruining his glittering career in science and philosophy.

At the time of writing, the leading bid for his "Pyramid papers" sits at £280,000 ($370,000).

"These are really fascinating papers because in them you can see Newton trying to work out the secrets of the pyramids," Gabriel Heaton, Sotheby’s manuscript specialist, told the Observer.

"The papers take you remarkably quickly straight to the heart of a number of the deepest questions Newton was investigating."

A brief history of Ancient Egypt

Here's everything you need to know.

  • The Ancient Egyptians were an advanced civilisation who at one point ruled over a huge portion of the globe
  • The civilisation was founded about 5,000 years ago when ancient people set up villages along the River Nile
  • It lasted for about 3,000 years and saw the building of complex cities centuries ahead of their time – as well as the famous Great Pyramids
  • The Ancient Egyptians were experts at farming and construction
  • They invented a solar calendar, and one of the world's earliest writing systems: The hieroglyph
  • The Egyptians were ruled by kings and queens called pharaohs
  • Religion and the afterlife were a huge part of Ancient Egyptian culture. They had over 2,000 gods
  • Pharaohs built huge elaborate tombs to be buried in, some of which were pyramids – at the time among the largest structures in the world
  • The Egyptians believed in life after death, and important people's corpses were mummified to preserve their bodies for the afterlife
  • The Ancient Egyptian empire fell in 30BC due to a mix of factors, including wars with other empires and a 100-year period of drought and starvation

Sir Isaac remains a household name almost 300 years on from his death thanks to his groundbreaking scientific ideas.

His theories on gravity and motion changed our understanding of the universe by explaining the movement of objects under everyday conditions.

The physicist is believed to have penned enough papers to fill 150 novel-length books during his decades-long career in the sciences.

He kept his more outlandish papers a secret for fear of retribution from religious leaders, who believed experimental science was akin to heresy.

New documents and other scribbling emerge with surprising frequency, giving historians fresh insight into his seminal work.

Those currently on auction are said to have been discovered in the 1880s, 200 years after Newton is thought to have written them.


Isaac Newton and Natural Philosophy

By Niccolò Guicciardini

The final book you’ve chosen is by Niccolo Guicciardini and it’s called Isaac Newton and Natural Philosophy. It’s a much more recent publication. What does this book add to the picture?

Guicciardini’s is the first synthetic book that really tries to incorporate what you could call the new Newton scholarship. He has read and analysed Newton and the Origin of Civilization, Buchwald and Feingold’s work. He’s also quite familiar with Iliffe’s work. He knows some of my work on Newton’s alchemy and he really does try to come to a new synthesis. You get a picture of Newton not so much as a kind of psychopath—that you get in Manuel and to some degree Westfall—but rather Newton as a kind of ‘Caltech geek,’ as Mordechai Feingold has put it. He is somebody who’s on the spectrum, but is not outright crazy.

To what extent did Newton’s achievements in natural philosophy lead him or others to dismiss the views he held on biblical literalism and chronology?

I would say that Newton’s influence in natural philosophy ultimately led away from the very things that he was trying to push not just in chronology, but also in religion more generally. For example, the second edition of the Principia, his major work on gravitation and so forth, includes something called the “General Scholium”, which is an attempt to argue for the necessity of God as the being that orders the universe. That’s absent from the first edition of the Principia. Newton was clearly worried that his natural philosophical work was going to lead, if not directly to atheism, then to a kind of disregard for religion. So you see him inserting these attempts to link his natural philosophical ideas to the necessity of religion in various different works of his.

Another example would be in the 1717 edition of the Optics. o Optics contains so-called “queries” that are hypothetical and Newton frames them in the form of questions. The last query makes a strong argument against Descartes’s idea that there is a fixed amount of motion in the universe, that motion is just getting transferred from one microscopic corpuscle to another, and so that motion could go on forever. Newton argues directly against that and for the necessity of what he calls “active principles”, which ultimately clearly go back to God. He thinks there’s an active principle behind gravity, that there’s an active principle behind magnetism and that there’s an active principle behind electricity. Clearly he’s trying to link these natural phenomena back to the necessity for the existence of a divinity.

So he was very worried about this and he was right to be so. Ultimately the Newtonian world picture did make it unnecessary to invoke direct divine causation. This is one of the reasons why Newton doesn’t like Descartes, because he felt that Cartesianism would lead to atheism. But ultimately the same thing could be said of his own natural philosophy.

Did he address that directly?

In the “General Scholium” he argues very clearly not only that there is a God, but that God is the Lord, the ruler of all. He has a very Old Testament view of God, which is obviously related to his unitarianism. He thinks that Jesus was the son of God, but Jesus nonetheless is not part of God in the way that the trinitarians believe.

There’s another issue that is worth mentioning and that is the issue of compartmentalization of Newton’s thought, a topic that Iliffe discusses. Newton was essentially brilliant at everything that he undertook seriously. Obviously, he was particularly successful in the realm of natural philosophy, what we would call physics, but the same can be said of his religious writings. They really are highly original and extremely ingenious, even if you don’t believe them. The same can be said of his alchemical writing. He was making compounds that people may or may not have discovered even today.

This leads to a different question, which is, how did all of these different pursuits integrate or did they? I hinted at this earlier with the issue of chronology and alchemy and the interpretation of mythology, and how it seems that Isaac Newton was keeping the alchemical and the historical interpretations of mythology quite distinct.

The issue of compartmentalization has really come to the fore as a result of more and more rigorous scholarship on these different aspects of Newton’s thought. These works that I’ve recommended to you, in particular Buchwald and Feingold and Iliffe, are carrying out research on particular aspects of Isaac Newton’s thought in more and more detail. And so the question of how to deal with all of these different sides of Newton has become really very problematic. Guicciardini deals with this I think rather successfully, but nonetheless questions remain as to how you approach this extreme compartmentalization. Is there a relationship between Newton’s ideas on physics and his ideas on alchemy, for example, and if so, what is its precise character?

Even if Newton hadn’t found the unifying factor amongst all these things, Newton must have thought there must be some coherence between them.

I’m not sure that’s right. Não sei. The problem is you have this guy who is clearly an out-of-control genius. Isaac Newton gets interested in something and he pursues it to the nth degree. He almost can’t control himself. It’s like he can’t turn his brain off. So he just happens to be incredibly good at almost anything he does. Let me give you a parallel example from personal experience. I had a colleague years ago, at Indiana University, who was a brilliant philosopher of science. He was also an Epicurean cook and he also was so good at playing the French horn that he was able to play it in an orchestra in a major city. Did he think all those things were connected? I’m not so sure.

If someone believes in a God who’s the author of the universe, then it implies there must be a coherence between all areas of knowledge. I suppose that’s why I thought he must he must have felt there was some sort of coherence between all these things—some underlying laws.

I think that’s true, but at such an abstract and general level that it might not even touch Isaac Newton’s actual work. For instance, Newton’s view of Christianity ultimately boiled down to very general precepts such as ‘Love thy neighbour,’ ‘Profess the reality of Jesus Christ as the Son of the Father,’ and that kind of thing. So all of the incredibly detailed work that he did in interpreting prophecy, for example, or in writing against the Trinity, may not really have interacted with those very general precepts in any significant way. Isaac Newton was a virtuoso at practically everything he undertook, and virtuosity in multiple areas of endeavour need not imply their interconnectedness.

The problem of assuming an underlying unity to Isaac Newton’s thought also emerges from an examination of his alchemy. The issue with alchemy is problematic because alchemical writings are often filled with references to God. And the reason for that I think is because alchemists themselves were constantly under threat of being accused of counterfeiting and so forth. So they tried to build up the picture of themselves as extremely religious people. I really think that’s the case. When [the Newton historian] Betty Jo Dobbs interpreted that material in his manuscripts she came to the conclusion that, ‘Yes, of course, this is really all about Isaac Newton’s religion.’ Yet there’s actually very little evidence to support Dobbs’s view, because if you look at the work Isaac Newton wrote on theology, there are practically no references to alchemy. In reality it appears that he kept these topics in fairly watertight compartments. So as historians we have to be very, very careful not to make assumptions. Typically we want to say all of these things are related, but maybe not. They may simply reflect virtuoso performances in a variety of unrelated or only loosely related areas rather than manifestations of a single underlying quest for unity.


The Madness of Sir Isaac Newton

In his painting ‘Newton’, the British poet and painter, William Blake, represents Newton as a divine geometer. He is sitting naked on a rock at the bottom of the ocean leaning over a scroll, and measuring the symbol of the Trinity.

Blake’s depiction of Newton’s persona is symbolic, but it is closer to the real Newton than any other artistic rendition. Much of what we know about Newton is based on his extraordinary contributions to science such as the three major laws of motion (the principles of inertia, force, action and reaction), the law of gravitation, and his discoveries in optics, astronomy, and mathematics. Newton’s laws enabled measurements of actual distances, speeds, and weights to be calculated, laying the foundation of modern inventions from the steam engine to the space rocket. In large part because of Newton, the empirical approach, based on the rule that you must try out ideas by testing them, became the norm.

However, there is a part of Newton’s life that is less talked about, the part that concerns his character and its connection to his discoveries.

Newton’s biography is a catalog of the symptoms of bipolar (or manic depressive) disorder, an illness he suffered from most of his life. Romantic writers often called manic depression ‘a disease of men of genius’, while others considered it an essential element for creativity. It was argued that depression made one a perfectionist and mania led to intense periods of productivity, faith in ones own talent, and the need to prove oneself right.

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Newton exhibited signs of bipolar disorder early in life he was a solitary child who didn’t engage in games with other children. He spent most of his time alone, building miniature mills, machines, carts, and other inventions. He was high strung, egotistical, and dominant. He experienced attacks of rage, which he directed toward his friends and family. He later recalled ‘threatening my father and mother to burn them and the house over them.’

Newton also had intense moments of remorse, when he made long lists of his ‘sins’ or wrongdoings. His list recorded ‘striking many’, ‘punching my sister’, ‘peevishness with my mother’. His violent temper made him unpopular and his peers and the servants rejoiced when Newton left home for Cambridge.

At Cambridge, Newton made only one friend among his fellow students. His notebooks on his college years document anxiety, sadness, fear, a low opinion of himself, and suicidal thoughts.

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After his appointment as Fellow of the University in Cambridge, Newton continued to have manic episodes, often forgetting to eat. Such events were usually followed by a collapse into depression, and he would become enraged by any criticism of his work. As a result, he would withdraw from the scientific community and refuse to continue his research.

Despite his success and recognition, Newton was afraid to expose his work to the criticism of fellow scientists. He kept his calculus secret until Leibniz made a claim of discovering it first. And if it wasn’t for his astronomer-friend, Edmund Halley’s encouragement, he probably wouldn’t have published his most important work, the Principia.

Newton avoided the company of others. When he had to interact with people, he contributed little to conversations. His relationships with other scientists were tyrannical. He would refuse to speak to those who dared to disagree with him. Newton sought quarrels with friends and foes alike.

There were two people in Newton’s life whom he loved. One was his niece, Catherine Barton, who became her uncle’s housekeeper in London, and the other was a Swiss mathematician – Fatio de Duillier, who was only 25 years old when he met Newton. Because of the great emotional intensity of their relationship, and the fact that neither man ever married, some of Newton’s biographers suspect their relationship was homosexual in nature, but there is no proof.


Sir Isaac Newton’s Secret Quest for the God Engine - History

"In science, the search is only for the physical root and source of things whereas through Torah, one can discern the spiritual root.

In this way, one can also know the purpose of this object's creation, in accordance with the divine will as He revealed it to us in His Torah." - The Rebbe, Mind Over Matter, p.171

I just received your email about Newton and thought I would share this dvar Torah I gave last year at my (Chabad) shul in Atlanta, Ga.

Samuel Silver .

Dear Readers,

Here's an extract of that fascinating and enlightening talk Reb Sam gave in honor of his fathers Yartzeit. AG

  • By age 22, Newton was the greatest mathematician in the history of the world, although he kept this secret and didn't publish his invention of Calculus for another 40 years. His Calculus and other mathematical creations are still used today.
  • In the field of Optics, Newton (using a prism) established the heterogeneity of light and developed our understanding of color. Everything we know about light and color, from the color of the sky, to the formation of rainbows, to color vision is based on Newton. He also invented the reflecting telescope which is still today the basis for almost all large land and space based telescopes.
  • Anyone who has studied physics has learned Newton's three laws of motion, still fundamental to our understanding of the physical world.
    • Law of Inertia
    • Law of Acceleration
    • Law of reciprocal actions: For every action force there is an equal, but opposite, reaction force .

    What drove Newton to understand the physical world? This was a man who studied, usually alone 18 hours a day, 7 days a week for most of his life. What was he looking for?

    It is only in recent years that we are learning Newton's great secret - a secret that would have destroyed his career during his lifetime and is not being favorably received by modern secularists.

    Upon his death in 1727, a big box of unusual papers was discovered in his room. Bishop Samuel Horsley, who was also a scientist, "was asked to inspect the box with view to publication. He saw the contents with horror and slammed the lid. " shut.[1]

    Newton left these papers to his niece, and they sat in the family home unread for two centuries. None of the great universities or libraries was interested. Cambridge, Harvard, Yale, and the British Library all turned down offers for a donation. They were eventually sold at public auction in 1936 where they were spread around the world, but three main collections remained together:

    • John Maynard Keynes, the British great economist, eventually donated his to Kings College at Cambridge.
    • The Babson family in America, donated to MIT.[2]
    • And Israeli Professor Avraham Shalom Yahuda's collection, now at the Jewish National and University Library in Jerusalem.

    It's only in the past 20-25 years that these manuscripts have been made available, and scholars are still working on them. Unfortunately many others have not yet been found and may have been destroyed or lost forever.

    The first and for many years only public statement about these papers was from Keynes, who in 1946 after reading through the papers he had bought, wrote that Newton was "a Judaic monotheist of the school of Maimonides. He arrived at this conclusion, not on so-to-speak rational or sceptical grounds, but entirely on the interpretation of ancient authority. He was persuaded that the revealed documents give no support to the Trinitarian doctrines which were due to late falsification. The revealed G-d was one G-d."[3]

    For Newton, the "ancient authority" in the "revealed documents" was our guide to the ultimate truth of the physical world, of what he called "true religion," and of the one true G-d that not only created the universe, but "rules all things. as the Lord of all."[4]

    Like Thomas Jefferson after him, Newton was a Unitarian, a controversial Christian who rejected the concept of the Trinity.

    To quote Jose Faur, a Jewish scholar who has studied Newton's papers: "The papers reveal that Newton was a strict monotheist. He saw no need for a new revelation and rebuffed the Christian notion of atonement and salvation. Siding with Rabbinic tradition and contra Christian doctrine, he maintained that the Noahide precepts alone suffice for salvation, and thus there is no need for J----' expiatory death. . Newton was resolute in his belief that the Law of Moses was not abrogated with the advent of Christianity. Therefore, the Christian Scripture must be understood in light of the Hebrew Scripture, and not the other way around."[5]

    Now you can understand why the Bishop slammed shut the lid on that box![6]

    Professor Bernard Cohen, probably the foremost authority on Newton in the United States, sums up his interpretation of Newton by declaring: "Of course, Newton had a real secret, and concerning it he did his best to keep the world in ignorance." He intended to uphold the theology and cosmology of the medieval Jewish philosopher Maimonides. Cohen argues that this medieval synthesis of biblical religion with the philosophy of Aristotle constituted the ideal of Newton.

    Newton's library contained far more books on theology than on any other subject. He was not as expert in Hebrew as other British scholars such as one of his sources, John Selden, or to a lesser degree his friend John Locke so many of his books were Latin translations of Jewish works, most notable Maimonides' Mishne Torah and other seforim such as Seder Olam and Abravanel's commentary on Leviticus. He also studied Kaballah, but through secondary sources.[7]

    Jose Faur also tells us that: "Newton's knowledge of Rabbinics was neither casual nor superficial. To illustrate, when expounding the apocalyptic conflict of Gog and Magog, Newton refers to the Targum or Aramaic Version of Esther, as well as to Vayikra Rabba, and the commentaries of Se'adya Gaon and Ibn `Ezra. In a discussion of a Rabbinic passage, Newton records the opinion of R. Aharon ha-Levi, the supposed author of Sefer ha-Hinnukh, and his disagreement with Rashi on the matter at hand.' He also refers to the. Sifra as well as to the position of R. Aharon ibn Hayyim (born c. 1560), the author of Qorban Aharon. Later on, he discusses Seder Ma'amadot (the participation of the Israelites in the daily sacrifices) and quotes the opinion of Bertinoro on the Mishna Yoma (7:1). There are extensive copies inNewton's own hand of passages from the Babylonian and Palestinian Talmud in Latin."[8]

    While it appears that he did not have a complete translation of Moreh Nevuchim, one of his most "dog eared" volumes is a Latin commentary on Maimonides that includes many references to the Moreh which was Maimonides' attempt to reconcile Torah with science and the philosophy of Aristotle.

    Most people have no idea how influential Rambam and Jewish thought were in the development of western civilization, especially after the Protestant Reformation in the 16th Century. For example, Newton along with other 17th Century scholars such as John Selden and Hugo Grotius who were the founders of International Law, accepted the seven Noachide Laws as the basis for civilization and all quote Rambam as their source.

    I need to point out that Newton was not a crypto-Jew nor probably even philo-Semitic. As far as we know, he never even met a living Jew, even though they began returning to England during his lifetime.[9]

    His study of and admiration for Jewish thought was a result of his belief in the validity of Biblical Scripture and Prophecy. As a Newton expert states, "Newton's pursuit of the truths hidden in Nature is what made him famous, but his pursuit of truths hidden in Scripture was at least as important to him both conceal aspects of the same truth."[10] "The Key Element in all Newton's theological pursuits is the action of the Supreme G-d's Providence in history, particularly that of the ancient Jews and the Christian church which emerged from them."[11]

    One of Newton's main areas of study was the physical dimensions and configuration of the Mishkan and Temples. He especially focused on the third Temple using the book of Yechezkel - Ezekiel, which contains detailed prophecies related to the third Temple to be built in Messianic times.

    Newton looked at the Mishkan and the Temples as the Jews did - a representation of the universe as created by G-d. In manuscript after manuscript he made detailed analyses and drawings trying to understand the hidden meanings.


    He worked out an analysis of the amah or cubit, titled, "A Dissertation upon the Sacred Cubit of the Jews and Cubits of the several Nations."[12] Newton was especially interested in the cubit as he thought it would allow him to determine the exact circumference of the earth in his studies on gravity. He believed that the Great Pyramid at Giza was built using the cubit as its basic unit of measurement, and he believed the Egyptians had learned the secret of Solomon's Temple from Hiram the Phoenician king of Tyre who Solomon hired to assist in the construction.[13]

    He also believed Jewish ideas were the basis for Greek mathematics and philosophy. In his Chronology of Ancient Kingdoms Amended, he studied world history and determined that the Greeks had falsely predated their history by 300-400 years to cover-up that they had received their ideas in mathematics and philosophy from the Jews. For example, he hypothesized that Plato traveled to Egypt where he made contact with Jews.

    In the introduction to his Chronology, Newton stated that "The Greek Antiquities are full of poetical fictions, because the Greeks wrote nothing in Prose, before the conquest of Asia by Cyrus the Persian." He also points out what he calls "uncertainties" in the chronology of the Romans.

    One of the fascinating conclusions of Newton was that the configuration of the Temple with the altar as a central point "was a reflection of the cosmic, heliocentric harmony of G-d's universe."[14] He believed the ancient Jews knew the sun was the center of the Solar System!

    Newton's friend John Locke reported a conversation where Newton explained the creation of matter by G-d as a process of drawing back - what we know as tzimtzum. Newton's view of Kabbalah is still being debated by scholars, but it appears he believed the original Kabbalah had been corrupted by the idolatrous Egyptians in their contact with the Jews, and this corruption led to mistakes in Greek philosophy and especially Christianity where he attributed the erroneous idea of the Trinity to kabbalistic concepts of emanation,[15] neither of which I understand nor can explain.

    Another interesting point is that Newton believed G-d created and continues to create all matter, constantly and everywhere. Some have attributed his source to Kabbalah, but it appears he developed it without recourse to Kabbalah, and in the secret manuscripts he blames Kabbalists for confusing this point - leading to a belief in primordial matter instead of Creation from nothing.

    How today's secularists and strident atheists will deal with the idea of the world's greatest scientist being such a devout believer in G-d and divinely revealed scripture is still to be determined. But already, in G-d is Not Great, Christopher Hitchens attacks Newton as a religious fool who dabbled in alchemy.[16] What Hitchens omits is that serious scientists are now recreating Newton's experiments which he indeed called alchemy. Instead of a mystical quest to create a "philosopher's stone" to turn lead into gold, these scientists believe Newton was using ancient texts to develop a theory of matter, and his experiments anticipated modern chemistry.[17]

    In summary, it is interesting that arguably the greatest scientist of all time, devoted his life to uncovering the secrets of Creation provided by G-d. Along with Rambam, he saw no conflict between science and G-d's revealed Truth in scripture, providence, and the physical world.


    Assista o vídeo: Newton-D - Deus - Eu não tenho nada a ver - (Dezembro 2021).