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Tentação de jesus

Tentação de jesus


Qual foi o significado e propósito das tentações de Jesus?

As três tentações de Satanás no deserto não foram as únicas que nosso Senhor sofreu na Terra. Lemos em Lucas 4: 2 que Ele foi tentado pelo diabo por quarenta dias, mas sem dúvida foi tentado em outras ocasiões (Lucas 4:13 Mateus 16: 21 & ndash23 Lucas 22:42), e ainda assim em tudo isso Ele estava sem pecado ou compromisso. Embora alguns tenham sugerido que o período de jejum do Senhor se compara ao de Moisés (Êxodo 34:28) e de Elias (1 Reis 19: 8), o ponto principal é como o Senhor lida com a tentação à luz de Sua humanidade.

É porque ele é humano, e feito como nós em todos os sentidos, para que pudesse fazer três coisas vitais: 1) destruir o poder do diabo e libertar aqueles que estavam escravizados pelo medo da morte (Hebreus 2:15) 2) se tornar um misericordioso e fiel Sumo Sacerdote no serviço a Deus e expiação de nossos pecados (Hebreus 2:17) e 3) seja aquele que é capaz de simpatizar conosco em todas as nossas fraquezas e enfermidades (Hebreus 4:15). A natureza humana de nosso Senhor permite que ele simpatize com nossas próprias fraquezas, porque Ele estava sujeito às fraquezas também. Mais importante ainda, temos um Sumo Sacerdote que é capaz de interceder em nosso nome e prover a graça do perdão.

A tentação nunca é tão grande como quando alguém faz uma declaração pública de fé como fez nosso Senhor quando foi batizado no Jordão (Mateus 3: 13 e 17). No entanto, também notamos que, durante este tempo de testes exaustivos, nosso Senhor também foi ministrado por anjos, um mistério de fato que o Onipotente deveria condescender em receber tal ajuda de seres inferiores! Aqui está uma bela descrição do ministério do qual Seu povo também se beneficia. Durante tempos de teste e provação, nós também somos auxiliados por anjos que são espíritos ministradores enviados àqueles que herdarão a salvação (Hebreus 1:14).

As tentações de Jesus seguem três padrões comuns a todos os homens. A primeira tentação diz respeito à concupiscência da carne (Mateus 4: 3 & ndash4). Nosso Senhor está com fome, e o diabo o tenta para converter pedras em pão, mas Ele responde com as Escrituras, citando Deuteronômio 8: 3. A segunda tentação diz respeito ao orgulho da vida (Mateus 4: 5 & ndash7), e aqui o diabo usa um versículo da Escritura (Salmo 91: 11 & ndash12), mas o Senhor responde novamente com as Escrituras ao contrário (Deuteronômio 6:16), afirmando que é errado abusar de Suas próprias faculdades. A terceira tentação diz respeito à concupiscência dos olhos (Mateus 4: 8 & ndash10), e se qualquer caminho rápido para o messianismo pudesse ser alcançado, contornando a paixão e a crucificação para as quais Ele tinha vindo originalmente, este era o caminho. O diabo já tinha controle sobre os reinos do mundo (Efésios 2: 2), mas agora estava pronto para dar tudo a Cristo em troca de Sua fidelidade. Mas o mero pensamento quase faz a natureza divina do Senhor estremecer com tal conceito e Ele responde bruscamente: "Você deve adorar o Senhor seu Deus e servi-lo somente" (Deuteronômio 6:13).

Infelizmente, caímos em muitas tentações porque nossa carne é naturalmente fraca, mas temos um Deus que não nos deixará ser tentados além do que podemos suportar. Ele providenciará uma saída (1 Coríntios 10:13). Podemos, portanto, ser vitoriosos e, então, agradecer ao Senhor pela libertação da tentação. A experiência de Jesus no deserto nos ajuda a ver essas tentações comuns que nos impedem de servir a Deus com eficácia. Além disso, aprendemos com a resposta de Jesus às tentações exatamente como devemos responder - com as Escrituras. As forças do mal vêm até nós com uma miríade de tentações, mas todas têm as mesmas três coisas em sua essência: a concupiscência dos olhos, a concupiscência da carne e o orgulho da vida. Só podemos reconhecer e combater essas tentações saturando nossos corações e mentes com a Verdade. A armadura de um soldado cristão na batalha espiritual da vida inclui apenas uma arma ofensiva, a espada do Espírito que é a Palavra de Deus (Efésios 6:17). Conhecer a Bíblia intimamente colocará a espada em nossas mãos e nos permitirá vencer as tentações.


O que significa fugir da tentação?

Fugir da tentação significa que o reconhecemos como um inimigo e vamos por outro caminho, sem hesitação e sem compromisso. Primeira Coríntios 6:18 diz: “Fuja da imoralidade sexual. Todos os outros pecados que uma pessoa comete são fora do corpo, mas quem peca sexualmente, peca contra o seu próprio corpo. ” Embora a tentação não seja o pecado, a imoralidade sexual começa com a tentação de se envolver em atividades sexuais fora dos limites de Deus. Quando não fugimos dessa tentação, a ação logo segue.

O melhor e mais literal exemplo bíblico de alguém fugindo da tentação é encontrado em Gênesis 39, quando o jovem José, filho de Jacó, foi alvo de um caso de adultério pela esposa de seu mestre. Ela o tentou dia após dia, mas Joseph manteve-se firme em suas convicções e rejeitou seus avanços. Ele não apenas se recusou a ir para a cama com ela, mas sabiamente recusou-se a “até mesmo estar com ela” (Gênesis 39:10). Mas um dia, quando não havia mais ninguém em casa, ela agarrou José e puxou-o para si, tentando seduzi-lo: “Ela o agarrou pela capa e disse: 'Venha para a cama comigo!' sua mão e saiu correndo de casa ”(versículo 12). Esse é um excelente exemplo de como fugir da tentação. Joseph não ficou por perto para discutir ou se dar tempo para reconsiderar. Ele fugiu.

Nós naturalmente fugimos do perigo. Quando o prédio em que estamos pega fogo, fugimos para um lugar mais seguro. Quando um furacão está prestes a atingir a costa, fugimos da costa. Infelizmente, quando muitas pessoas veem a tentação chegando, elas não fogem. Em vez de fugir da tentação, eles se intrometem nela, a desviam, adiam ou analisam e até a abraçam. Será que isso acontece porque a maioria das pessoas não reconhece o perigo inerente à tentação? Parece que estamos mais preocupados com os perigos físicos que ameaçam o corpo do que com os espirituais que ameaçam a alma.

Romanos 13:14 diz: “Revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e não cuideis da carne, para satisfazer os seus desejos”. Providenciar a carne é o oposto de fugir da tentação. Nós fazemos provisão para nossa carne quando acomodamos as coisas que levam ao pecado e realmente fazemos os preparativos para o pecado. Aqueles que cuidam da carne são como pais excessivamente indulgentes que piscam para o mau comportamento de seu filho e satisfaz todos os seus caprichos. Quando nos permitimos permanecer em situações tentadoras em vez de fugir delas, estamos tolamente depositando confiança na carne. Acreditamos na mentira de que nossa carne pecaminosa, de alguma forma, encontrará forças para resistir no último momento. Então ficamos chocados e envergonhados quando, em vez de resistir, cedemos.

Deus dá força e coragem a qualquer um de Seus filhos que viverão rendidos à Sua vontade (2 Tessalonicenses 2: 16 & ndash17 Hebreus 12: 10 & ndash12). “Torre fortificada é o nome do Senhor; os justos a ela correm e estão seguros” (Provérbios 18:10). Ao longo das Escrituras recebemos o mandamento de permanecer firmes e resistir aos esquemas do diabo (Efésios 6: 10 & ndash18 Tiago 4: 7 1 Pedro 5: 9). As armadilhas de Satanás são muitas e variadas e geralmente começam com um pensamento ou situação tentadora. Uma maneira de resistir ao diabo é fugir ao primeiro sinal de tentação.

Enquanto fugimos a partir de tentação, nós naturalmente fugimos em direção a outra coisa, e Paulo nos diz o que deve ser: “Fuja dos desejos malignos da juventude e busque a justiça, a fé, o amor e a paz, junto com aqueles que invocam o Senhor de coração puro” (2 Timóteo 2:22) . A sabedoria reconhece o perigo da tentação e nos manda fugir dela. “O prudente vê o perigo e se refugia, mas o simples continua e paga a pena” (Provérbios 22: 3).


Quais foram as tentações de Jesus no deserto e o que podemos aprender com elas?

Em Mateus 4: 1-11, Marcos 1: 12-13 e Lucas 4: 1-13, os Evangelhos registram Jesus sendo tentado por Satanás no deserto após um período de 40 dias de jejum, especificamente por comida. Embora Jesus tenha sido tentado em outras ocasiões ao longo de Sua vida na terra, esse período enfatizou como Jesus respondeu à tentação, tanto como um exemplo para os outros, quanto para revelar Sua capacidade de lutar contra a tentação e de vencê-la.

Mateus e Lucas registram a primeira tentação como envolvendo comida. Depois de jejuar por 40 dias, Jesus estava claramente com fome. Satanás escolheu tentar Jesus dizendo-Lhe para transformar pedras em pão. Jesus respondeu citando Deuteronômio: "Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus" (Mateus 4: 4).

Mateus então registra que o diabo levou Jesus ao topo do templo judaico em Jerusalém e disse a Ele para pular (Lucas coloca esta tentação em terceiro). Satanás citou a passagem do Antigo Testamento que afirmava: "Eles te sustentarão nas mãos, para que não tropeces numa pedra" (Mateus 4: 6). A ideia era que Jesus seria milagrosamente resgatado em público, revelando Seu grande poder aos que assistiam. Jesus citou novamente o Deuteronômio, dizendo: "Não porás à prova o Senhor teu Deus" (Mateus 4: 7). Ele sabia que isso seria um abuso de poder e uma violação direta da missão que Deus o Pai havia lhe dado.

Na terceira tentação, “O diabo o levou a um monte muito alto e mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a sua glória” (Mateus 4: 8). O diabo então disse que daria a Jesus autoridade sobre todos esses reinos se Jesus o adorasse. Jesus recusou, dizendo ao diabo para "ir embora" (Mateus 4:10) novamente citando Deuteronômio uma terceira vez, dizendo: "Você deve adorar o Senhor seu Deus e só a ele servirás." O diabo então o deixou e os anjos O serviram (Mateus 4:11).

Muitas observações podem ser feitas sobre o significado e o propósito das tentações de Jesus nessas passagens. Primeiro, Jesus revelou Sua humanidade plena. Ele estava com fome e lutou contra a tentação. Ele expressou sentimentos, pensamentos e palavras como os humanos normalmente fazem em situações tensas.

Em segundo lugar, Jesus revelou Sua divindade. Sua capacidade de resistir à tentação foi claramente exibida como superior a outros humanos. Ele tinha um forte conhecimento da Palavra de Deus e até mesmo o poder de dizer a Satanás para "Vá embora". Jesus foi tentado, mas permaneceu sem pecado, provando ser divino.

Terceiro, Jesus deu um exemplo de como lidar com a tentação. Durante Suas lutas, Ele citou a Palavra de Deus, reconheceu os truques do inimigo e enfatizou a adoração a Deus.

Essas tentações oferecem um olhar mais atento tanto para a humanidade quanto para a divindade de Jesus. No entanto, eles também revelam verdades importantes sobre como podemos responder às tentações hoje, confiando em Deus e em Sua Palavra para permanecer firmes contra os ataques de Satanás.


6. A tentação de Jesus (Mateus 4: 1-11)

Até agora, em nosso desenvolvimento de um método para estudar a Bíblia, observamos que, embora as próprias narrativas nos forneçam os relatos básicos dos eventos, o que chamamos de linhas de história, as citações na história nos revelam o que está realmente acontecendo e por quê . Portanto, nos concentramos muito nas citações. Agora, no relato da tentação de Jesus, isso também será verdade. Com as citações, sabemos que tipos de tentações o diabo trouxe a Jesus e como Jesus as venceu.

Também vimos que as narrativas estão repletas de citações e alusões ao Antigo Testamento. Isso não deveria ser nenhuma surpresa, pois nosso Antigo Testamento era a Bíblia deles. E eles sabiam disso bem - eles eram pessoas do livro. Seria difícil interpretar esses eventos sem o entendimento das Escrituras. Portanto, aprendemos que, embora estejamos no Novo Testamento, temos que gastar muito tempo pesquisando o Antigo Testamento para obter o pleno entendimento e base.

Também é verdade que freqüentemente há experiências paralelas a serem comparadas (como o assassinato de crianças por Herodes e o assassinato de crianças na invasão da Babilônia, de acordo com o registro de Jeremias). Às vezes, os eventos paralelos não parecem à primeira vista tão únicos (um nascimento em Belém - houve muitos nascimentos em Belém). Mas em um estudo mais aprofundado, existem algumas comparações significativas (foi o nascimento do rei).

E agora, em Mateus 4, descobriremos que o assunto é tentação. Bem, existem zilhões de tentações - todos são tentados a pecar, quase diariamente, se não a cada hora. Mas, há algo diferente acontecendo aqui. Aqui Jesus, no início de Seu ministério, é confrontado pelo diabo com todo o seu poder, e Ele não peca. Os escritores bíblicos, desde o início, viram o paralelo entre essa tentação e a primeira, a tentação de Adão e Eva. A Bíblia, de fato, se referirá a Jesus como o segundo Adão, o cabeça de uma nova “raça” de pessoas nascidas na família de Deus. Como veremos mais tarde em Mateus, com a agonia no Jardim, a coroa de espinhos, o suor, o pregar em uma árvore ou cruz, todos os motivos no registro de Gênesis 2 e 3 encontram uma solução correspondente no Calvário. Da mesma forma, a tentação.

E assim podemos pensar por alguns momentos sobre paralelos e contrastes entre as duas grandes tentações, a primeira que mergulhou a raça humana no pecado, e a segunda que começou o caminho de volta com a vitória sobre Satanás. Talvez o “estudo” mais celebrado desses dois eventos sejam as obras de John Milton, “Paraíso Perdido” e “Paraíso Recuperado”. É na tentação de Jesus que Satanás percebeu que não poderia arruinar Jesus como fez com os pais da raça e, portanto, não poderia impedir o plano de redenção de Deus.

Você pode fazer uma lista de comparações e contrastes para pensar melhor. Em Gênesis, Adão e Eva estavam em um exuberante jardim com toda a comida que podiam comer em Mateus, Jesus está em um deserto onde jejuou por quarenta dias. Em Gênesis, a tentação era comer e no deserto as tentações de Jesus começaram com comer. Em Gênesis, a tentação era ser como Deus desobedecendo a Deus em Mateus, o apelo a Jesus era para ser o rei, mas sem obedecer a Deus. Em Gênesis, Adão e Eva pecaram porque não sabiam precisamente o que Deus havia dito, não tão bem como Satanás sabia em Mateus, Jesus saiu vitorioso porque conhecia as Escrituras melhor do que Satanás. Em Gênesis, depois que o casal pecou, ​​os anjos os barraram da árvore da vida em Mateus, depois que Jesus expulsou o diabo, os anjos vieram e ministraram a ele.

Portanto, com essa história em mente, podemos examinar agora esta pequena passagem com alguns detalhes. Marcos 1: 12,13 menciona a tentação, mas não inclui os detalhes. Lucas 4: 1-13 fornece um relato paralelo ao que Mateus tem. Isso levanta uma questão incidental: como esses escritores souberam do evento? A resposta mais simples é que Jesus disse a Seus discípulos, e esse relato chegou até Paulo e, portanto, Lucas. A única diferença significativa é que em Lucas a segunda tentação diz respeito aos reinos do mundo, e a terceira é a tentação de pular do pináculo do templo. Colocar as coisas em uma ordem ligeiramente diferente é uma característica frequente dos diferentes evangelhos, sejam partes de um evento, um ensinamento ou eventos importantes. Os diferentes escritores do evangelho estão escrevendo para públicos diferentes e estão organizando os materiais para seus fins individuais. Não faz grande diferença na interpretação da passagem se um deles vem antes do outro. O de Mateus é provavelmente o original, e Lucas parece ter reordenado com o mundo gentio em mente (embora você encontre muitos estudos que gastam muito tempo decidindo quem foi o primeiro). Podemos entender por que Lucas enfatizaria os reinos do mundo como sendo de Satanás, antes da tentação no templo de Jerusalém.

Lendo o Texto

Então Jesus foi conduzido pelo Espírito ao deserto para ser tentado pelo diabo. 2 Depois de jejuar por quarenta dias e quarenta noites, Ele teve fome.

3 O tentador aproximou-se dele e disse: “Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães”. 4 Jesus respondeu: "Está escrito: & lsquoMan não viverá só de pão, mas de toda palavra que sai da boca de Deus. '"

5 Então o diabo o levou à cidade santa e o fez subir no ponto mais alto do templo. 6 “Se você é o Filho de Deus”, disse ele, “jogue-se no chão. Pois está escrito:

& lsquoEle elogiará Seus anjos a seu respeito
e eles te levantarão em suas mãos,
Para que você não bata com o pé em uma pedra. '”

7 Jesus respondeu-lhe: “Também está escrito: & lsquoNão ponha à prova o Senhor teu Deus.’ ”

8 Novamente, o diabo o levou a uma montanha muito alta e mostrou-lhe todos os reinos do mundo e seu esplendor. 9 "Tudo isso eu darei a você", disse ele, "se você se prostrar e me adorar." 10 Jesus disse-lhe: “Afasta-te de mim, Satanás! Pois está escrito: & lsquoAdore ao Senhor seu Deus e sirva apenas a ele. '”

11 Então o diabo o deixou, e os anjos vieram e o ajudaram.

Observações ao Texto

A estrutura desta narrativa é relativamente fácil de traçar: há uma seção introdutória fornecendo alguns detalhes, depois três tentações com três respostas e, em seguida, um rescaldo. O foco principal do estudo, é claro, será em cada uma das três tentações, para determinar o que a tentação realmente foi e como Jesus lidou com ela.

A introdução, o primeiro par de versos, nos diz algumas coisas muito significativas. Primeiro, que Ele foi conduzido pelo Espírito de Deus ao deserto para ser tentado pelo diabo. Este é o mesmo Espírito que desceu sobre Jesus no Seu batismo. Quase imediatamente, esse Espírito força a tentação. Isso deve ser pensado com cuidado. O que indica é que era plano de Deus que Jesus começasse Seu ministério com este desafio - e que não foi obra do diabo. O diabo estava disposto a tentar Jesus, com certeza, mas foi o Espírito de Deus conduzindo Jesus a isso. O diabo poderia tentar Jesus com todo o poder que ele tinha, mas ele não teria sucesso. O episódio da tentação foi a maneira de Deus mostrar que Jesus era o homem perfeito, que Ele poderia resistir ao pecado, que ele poderia derrotar Satanás.

A segunda coisa que devemos considerar aqui é o diabo, Satanás. Esta é a primeira apresentação a ele no Evangelho. Em algum lugar ao longo do caminho, você deve ler sobre Satanás em um bom dicionário bíblico. Esta é aquela velha serpente (Ap 12: 9) que esteve no Jardim, este é o príncipe dos demônios, o deus deste mundo, o anjo caído (ou arcanjo) que busca destruir a obra de Deus. Os Evangelhos não se esquivam de afirmar que existe todo um mundo espiritual ao redor do mundo físico, cheio de seres angelicais, alguns dos quais se rebelaram contra Deus com seu líder Satanás e, portanto, são maus. Estes que são os anjos caídos, demônios, demônios, como são chamados, fazem a obra de seu príncipe, atacando e infligindo todos os tipos de desordens àqueles que não querem ter nada a ver com Deus. Mas esse príncipe, o próprio diabo, empreende os esforços mais significativos. Ele teve sucesso em fazer Adão e Eva pecar e mergulhar o mundo nas trevas, mas ele não foi capaz de derrotar o Filho de Deus aqui.

Terceiro, somos informados de que Jesus jejuou por quarenta dias e quarenta noites e estava com fome. Não há razão para duvidar que foram quarenta dias e quarenta noites, como diz o texto, mas “quarenta” é um número comum na Bíblia para um período de dificuldade, privação ou sofrimento. Pensa-se imediatamente na peregrinação dos israelitas por quarenta anos no deserto - uma geração inteira. Quarenta dias era um bom tempo para estar em jejum e essa duração é aqui ressaltada com o significado simbólico de que eram quarenta dias, o número da duração e da prova. Você pode procurar em alguns dos recursos o significado simbólico dos números para encontrar outras passagens onde isso ocorre.

No rescaldo da competição, lemos como o diabo deixou Jesus e os anjos vieram e ministraram a Ele. O inimigo partiu como um desafiante derrotado e os anjos de Deus vieram a Jesus e O serviram de maneiras que não podemos imaginar. Mas eles devem ter afirmado a Jesus com conforto e encorajamento que Ele havia feito tudo bem e conquistado a vitória sobre Satanás.

Mas o centro deste estudo serão as próprias três tentações, por isso devemos examiná-las agora para determinar o que significam e como foram enfrentadas.

Análise das tentações

1. Transforme pedras em pão. A primeira tentação começa imediatamente no fato de que Jesus estava com fome, que não comia há quarenta dias. O tentador disse: “Se você é o Filho de Deus, diga a estas pedras para se tornarem pães”.

Há um ponto importante da gramática aqui que você provavelmente aprenderia com um bom comentário (a menos que ao longo do caminho você tenha estudado grego). Você ainda pode entender a tentação sem saber, mas sabê-la ajuda muito mais. Frases que começam com “se” (chamadas de sentenças condicionais) têm significados diferentes. Alguns são contrários aos fatos e alguns não são contrários aos fatos. A forma como está escrito no original indica o tipo. Por exemplo, Marta disse a Jesus: “Se você estivesse aqui [mas não], Lázaro não teria morrido”. Essa é uma condição contrária aos fatos. Isso não é o que temos nas palavras de Satanás aqui. Quando ele disse: “Se você é o Filho de Deus”, ele não quis dizer “Se você é o Filho de Deus [mas você não é]”, mas sim “já que você é o Filho de Deus”. Ele sabia quem era este e construiria sua tentação sobre isso. Ele estava dizendo: “Olha, você é divino! Por que você deveria estar com fome? Basta trocar algumas pedras por pão. ”

Agora então, temos que perguntar o que havia de errado nisso. Havia algo de errado em fazer algo para comer? Ele tinha o poder de fazer isso. Mais tarde, ele multiplicou os alimentos para as pessoas que estavam com fome. Então, por que isso foi uma tentação?

A resposta, eu acho, é que Jesus saiu para o deserto para jejuar por quarenta dias. Esse foi um exercício espiritual que teve um lugar muito importante em Sua vida no momento. Mas o diabo queria arruinar a missão de Jesus, então se ele pudesse convencer Jesus sobre essa coisa aparentemente trivial de abandonar uma obra espiritual, então ele o teria. A tentação era transformar Sua natureza espiritual em um meio de satisfazer Suas necessidades materiais sem referência a encontrar a vontade de Deus. Na verdade, ele estaria fazendo a vontade do diabo. O diabo simplesmente escolheu uma coisinha para o teste, mas isso teria destruído a obra de Cristo.

A perfeição de Jesus é exibida em Sua recusa. Fome não era errado, especialmente em um tempo espiritual de jejum (o jejum foi projetado para focar a atenção no espiritual e longe dos confortos da vida). E Jesus estava anunciando a Satanás, e a todos nós que o ouviremos, que é melhor ter fome do que ser alimentado sem qualquer referência ou recurso à vontade de Deus. Satanás acertou o prego bem na cabeça - Jesus é o Filho de Deus. Mas a essência da filiação é a obediência à vontade do pai. Ele não iria, portanto, agir independentemente da vontade do pai. Jesus sabia que o Espírito o havia conduzido a um lugar que necessitava de fome e, portanto, Ele cumpriria essa tarefa.

Em resposta, Jesus citou o livro de Deuteronômio: “O homem não vive só de pão, mas de toda palavra que sai da boca de Deus”. Se você voltar e ler Deuteronômio 8, verá que o tópico ali é sobre os israelitas que passaram fome no deserto por quarenta anos. Deus os testou no deserto para que aprendessem que devem obedecer ao que vem da boca de Deus. Ele deu-lhes o maná, mas para adquiri-lo e desfrutá-lo, era necessário que seguissem as instruções de Deus cuidadosamente. O ponto principal era que se eles obedecessem ao Senhor, Ele proveria seu alimento. E por isso era mais importante obedecer a Deus do que ter toda a comida que pudessem comer (lembre-se de que Adão e Eva escolheram comer em vez de obedecer à palavra de Deus).

Então Jesus viu através do pequeno truque de Satanás. Ele derrotou a tentação apelando para um princípio claro das Escrituras. Mas Ele não estava apenas citando um versículo favorito que estava desenhando em todo o contexto da passagem para mostrar que se Deus o coloca em um lugar de privação por algum propósito espiritual, você não deve tentar mudá-lo apenas com o propósito de satisfazer seu físico. precisa. A primeira coisa que a pessoa deve fazer é tentar descobrir o que Deus está fazendo por meio da privação, que crescimento espiritual deseja e como deve ser alcançado. Isso mostraria que não se vive só de pão, mas de tudo o que Deus diz e faz.

2. Jogue-se para baixo da têmpora. Se o primeiro teste foi no domínio físico, o segundo é um teste espiritual. Na verdade, o teste atinge o cerne da vitória anterior. Jesus escapou dessa tentação mostrando que Ele não era apenas físico, mas espiritual, que poderia aceitar a fome e a fraqueza se isso significasse obedecer a Deus. E então Satanás quer que Ele faça algo espetacular para demonstrar que Ele é espiritualmente perfeito. Satanás estava dizendo a Jesus: "Muito bem, você mostrou sua confiança em Deus em resposta ao meu primeiro apelo, então agora mostre sua confiança em Deus atirando-se do pináculo do templo." Isso, sem dúvida, era para ser visto por todas as pessoas reunidas de que testemunhariam que Deus estava com Jesus de uma maneira muito especial.

O que é interessante agora é que o próprio Satanás cita as Escrituras ao fazer o apelo. Ele cita um salmo que diz que Deus dará aos anjos o comando sobre ele, para que ele não bata o pé contra uma pedra (Salmo 91: 11,12). O salmo é um salmo de confiança, contando como Deus protege seu povo. Nunca foi pretendido que fosse reivindicado à parte da sabedoria prática. Deus promete proteger Seu povo, mas também lhes deu bom senso.

A resposta a essa tentação é um pouco mais envolvente. Para começar, deve-se considerar a fonte: se o diabo, ou, mais obviamente para nós, alguém que não tem inclinação para obedecer às Escrituras, se tal pessoa lhe pedir para fazer algo que parece que a Bíblia diz que você pode fazer, você seria sensato pensar nisso com muito cuidado. Muitas Escrituras são citadas fora do contexto, ou parcialmente, e precisam ser investigadas.

A resposta de Jesus também vem das Escrituras: "Também está escrito: & lsquoVocê não porá à prova o SENHOR, seu Deus." Isso também vem de Deuteronômio, 6:16. Este é o capítulo da Lei que é fundamental para a fé de Israel. Tinha a declaração do credo: "Ouve, ó Israel, o Senhor é o nosso Deus, somente o Senhor." O capítulo então exorta o povo a obedecer aos Seus mandamentos e a fazer o que é bom e correto diante dEle - mas os adverte a não testar a Deus.

No momento em que uma pessoa coloca Deus à prova, essa pessoa dá evidências de que não confia realmente em Deus. O contexto de Deuteronômio 6:16 se refere a Massa e Meribá no deserto onde o povo murmurou contra Deus e O testou - porque eles não acreditaram que Ele poderia ou daria água (“Massa” é um nome que é derivado do verbo em hebraico nasa, “testar” o outro nome é “Meribah”, que vem do verbo costela, “lutar”). Uma confiança fraca ou vacilante busca um sinal ou uma intervenção dramática para se firmar.

Então Jesus disse: “Não, minha confiança é perfeita, não preciso fazer nada heróico para provar isso. E eu não vou testar a palavra de Deus fazendo algo tolo - por sua sugestão. " E assim a natureza espiritual de Cristo reteve sua dignidade e viveu sua confiança tranquila e confiante no Pai. Ele se recusou a fazer algo perigoso para ver se os anjos iriam protegê-lo.

3. Caia e me adore. A última tentação é surpreendente em sua ousadia. É quase como se o diabo percebesse que não estava ganhando, e assim, sem nada a perder, clama para que Jesus o adore. Seu propósito era impedir a obra do rei, a obra para a qual Ele tinha vindo ao mundo.

Ele levou Jesus a um alto monte e mostrou-lhe todos os reinos da terra. Este versículo parece sugerir algo místico, algo sobrenatural. Não há montanha em Israel alta o suficiente para ver muita coisa. Mas a ideia é provavelmente que o diabo forneceu alguma visão desses reinos. E a promessa era que ele os daria a Jesus, se Jesus se prostrasse e o adorasse. Lucas acrescenta que Satanás afirmou ter recebido esses reinos e era seu direito dá-los a quem quisesse. Satanás estava dizendo a Jesus: “Olha, você veio como o rei para herdar as nações. Aqui estão eles. Por que se dar ao trabalho de ser o servo sofredor para chegar à coroa. Dê-me um momento de homenagem e eu abdicarei. ”

Bem, mesmo nas palavras de Satanás, havia algumas pistas de que esta era uma tentação maliciosa. Primeiro, a oferta vinha daquele que é o príncipe dos mentirosos. Quem intencionalmente faria um acordo com o diabo? Jesus explicará mais tarde (João 8:44) que ele foi um mentiroso desde o início e que a verdade não estava nele. Que mentira foi essa. Satanás realmente imaginou por um momento que o Filho de Deus acreditaria nele? Satanás nunca teria dado a ele os reinos que eram simplesmente a isca para ele se curvar diante do maligno. Infelizmente, muitas pessoas acreditaram no tentador maligno. Adão e Eva certamente o fizeram.

Em segundo lugar, tudo o que Satanás poderia oferecer eram os “reinos”, reinos plurais - esses poderes e raças guerreiras, divididas e conflitantes no mundo. Quem os quer? O Pai havia prometido ao Filho um Reino, unido em paz, justiça e harmonia. É claro que não há como herdar tal reino sem redenção, sem mudar a natureza humana para torná-lo apto para o reino, pois sem ele nunca haveria paz e harmonia no mundo. A oferta de Satanás é um substituto barato.

Portanto, a resposta de Jesus foi: "Afaste-se de mim, Satanás! Pois está escrito: & lsquoAdore ao Senhor vosso Deus e sirva-o somente. '”Isso também vem de Deuteronômio (6:13). É a verdade cardinal da Escritura: adore apenas a Deus. Para os justos, nem mesmo haveria o pensamento de se curvar e adorar o príncipe das trevas. Jesus se apegaria ao princípio de que nunca adoraria a Satanás. E assim Ele receberia o reino no tempo de Deus e da maneira de Deus - derrotando Satanás, primeiro aqui na tentação e depois na cruz .. E Seu reino será muito melhor do que este mundo jamais poderia oferecer.

Antecedentes do Antigo Testamento

Como mencionado acima, o paralelo óbvio e o pano de fundo necessário é a tentação no Jardim. O tentador ali veio disfarçado, na forma de uma serpente, uma criatura que os humanos deveriam governar aqui. Satanás não veio disfarçado, mas em um ataque ousado e direto a Jesus.

No Jardim, o tentador usou o estratagema de questionar o que Deus havia dito. Se você fizer um estudo detalhado dessa passagem, Gênesis 3: 1-7, no contexto do capítulo 2, você verá que Eva fez três mudanças no texto (ou foi Adão quem disse a ela incorretamente?): Primeiro ela diminuiu the privileges (God had said “you may eat to your heart's content of all the trees,” but she simply said, “we may eat”) second, she added to the prohibition (God had said, of this one tree “you must not eat,” but she added, “neither may you touch it”) and third, and most importantly, she was not convinced of the punishment of death (God had said, “You shall surely die,” and she said, “lest you die,” leaving it as a contingency). When the tempter saw this, he immediately denied the penalty for sin in exactly the words of the Creator: “You shall not surely die.” And this is the lie from the beginning, that you can sin and get away with it, or that God will not punish people whom He has made over sins like this.

The two observations to be made here are: Satan knew more precisely what God had said and was able to draw them into a discussion about the word of God with that advantage, and Satan boldly denied that there was a penalty for sin. This is why Jesus said that he was a liar from the beginning (John 8:44).

With that in mind we can see in Matthew 4 that Jesus could defeat Satan because He knew the word of God better than the tempter. He could come back with the wider picture: It is also written. Often temptation requires “getting rid of” one verse, or a prohibition that stands in the way (“if only that passage could be explained differently”). But the victorious believer will know how all of Scripture works, and that behind a prohibition or an instruction there is a general theological revelation that will govern the interpretation and application of details.

But we can also see that there is no trivial temptation. Eating from the tree in the Garden?--such a little thing. Turning stones into bread?--harmless. But each was a prompting from the devil to go against the will of God. And when anyone chooses to act contrary to what the living God wills, that person has chosen death. Satan knew that. We often do not we often think something small can be winked at, easily rationalized, even though we know at the time it is not what God wants. The Bible is filled with examples of this, and the more you study the Bible the more you will see them. One classic example is the case of Moses. Commanded to “speak” to the rock and bring water from it, he lost his temper and hit it (Num. 20). For that he was not allowed to go into the promised land. Who could blame Moses after putting up with the people for forty years in the wilderness? But, in the eyes of all the people he disobeyed God and gave them the impression that God (and he) was (were) getting fed up with the people. God wanted them to see His power--not Moses’ anger.

Well, in the Garden the aftermath of the temptation is also instructive. The text of Genesis 3 tells us that when the woman realized that the fruit of the tree was good for food, pleasing to the eye, and desirable for gaining wisdom, then she took and ate.

This is probably what John is referring to when he talks of the cravings in the world as the lust/desire of the flesh, the lust/desire of the eyes, and the pride of life (1 John 2:16). Temptation worked on all three levels--desire of the flesh to eat, desire of the eyes for beauty, and the desire to be like God, spiritual pride. But when they ate, all that they discovered were guilty fears and their vulnerability to evil.

New Testament Correlations

Hebrews.The Book of Hebrews tells us that we have a High Priest, Jesus Christ, who was tempted in every way as we are, yet remained without sin (Heb. 4:14-16). This means that He fully understands all that we face in this world--He was tempted in every way, not just in these three temptations at the outset, but throughout His life on earth. Therefore, Hebrews says, we may approach the throne of grace in prayer with confidence so that we may obtain mercy and grace to help in the time of need. Prayer to Christ in the times of temptation and trial is therefore critical for victory over temptation. And this makes sense--seek help from the one who did it.

James. If you look in a Bible study book, or a dictionary, or a theology book, or a concordance, you should find New Testament teachings on temptation or on Satan rather easily. James tells us “Resist the devil and he will flee from you” (4:7). That indicates that the devil will go where there is the least resistance. It also indicates that the human heart is capable of producing a good bit of evil without the devil’s prompting, a point that James makes in his epistle.

2 Corinthians. Paul also tells us that Satan masquerades as an angel of light (2 Cor. 11:14--but read the whole section of verses 1-15). Paul tells us that thanks to Scripture we are not ignorant of Satan’s devices, and therefore should be able to resist the tempter. But it will require more knowledge of Scripture, and better spiritual perception (see Hebrews 5:11-14). By knowing Scripture well, we will both know what the whole plan of God is for our lives, and we will be better able to perceive what would undermine it.

Conclusions and Applications

So we have here a great drama between Satan and Christ. It ends with Christ’s victory over the tempter because of His knowledge and use of the word of God. The attack of Satan was made against every vulnerable point--hunger, trust, and responsibility--and when these were held firmly, there was no other area the devil could attack. He struck at the material or physical need of food, but he found one who knew the spiritual was more important than the physical he struck at the spirit’s confidence in God, but found one whose trust in the Father did not need testing and he struck at the carrying out of the divine commission, but found one who was determined to carry out that plan in a divine way. Thus was Satan defeated.

What did this mean for Christ’s mission? It was a foretaste of the victory at the cross. Here Jesus defeated the tempter who tried to ruin His mission. But here Christ demonstrated that He would not be deterred from His mission. It was a very significant spiritual victory over the devil. And it would have given Jesus a tremendous boost (if we can say that reverently) He would know that the anointing of the Spirit gave Him the power to resist the evil one and to fulfill His mission.

On the theological level you might want to get off on an aside and think about what was going on here theologically. It makes a good little discussion. People often wonder whether or not Christ could have sinned, and if not, was it a real temptation? We would probably say that as Jesus He could be tempted, but as the divine Son He could not sin (and so it is bound up in the mystery of the two natures). But we would also say that at the moment of the temptation Jesus may not have known this--it was a real temptation and He worked through it. But Heaven knew He would not sin. In His time in this world there were times when Jesus had that greater knowledge and insight, and there were other times that He did not seem to have it or use it. And when and how this works is hard for us to know. But this was a true temptation. Satan thought he could win. Jesus fought back with His knowledge and obedience of Scripture. And Heaven was not surprised that He defeated Satan. And I do not think Satan was all that surprised either.

The applications or lessons that can be drawn from this passage are many--and you may think up others as well.

One very clear one would be the necessity of knowing Scripture, knowing what God’s will is (not for a career for your life, but the day in and day out spiritual life of devotion and obedience to God). This involves both understanding and being able to use the word of God in making choices between what is good and what is evil.

Another application would be the inspiration that can be drawn from the fact that Jesus as perfect man defeated Satan. Therefore, because he was tempted and because he was victorious, he understands us and stands ready to help. So prayer to him for victory would be a good lesson.

Other lessons can then be drawn from the individual temptations (and these have been discussed above so I will not go into detail here). The first had to do with knowing what is most important in life--obeying the word of God--and not living only to satisfy the flesh, or making a living, or using spiritual resources just to meet physical needs. Living by obedience to God has fallen on hard times today when so many are only interested in security of life through investments and entitlements, or indulging themselves in the good things of life. Seeking the good life can truly crowd out the spiritual things.

The second temptation had to do with trusting God. Those who truly know God and experience the reality of their faith daily do not need to find something spectacular to convince themselves and others. Today there is a growing pre-occupation with miraculous signs. Now God will do miraculous things--when He chooses to do them. But if people seek the spectacular in order to believe, or to convince themselves of the faith, it betrays a weak faith. Remember how in the vision of the rich man and the poor man Lazarus in their rewards, and the rich man asked Abraham for Lazarus to be sent to his family to warn them, thinking that they would believe if one came back from the dead? The answer was, “If they do not listen to Moses and the prophets [Scripture], they will not be convinced even if one rises from the dead” (Luke 16:31).

The third temptation had to do with fulfilling the commission or plan of God with a shortcut, not doing God’s way. This is the common temptation to avoid the means to get to the ends, or as is said, the end justifies the means. But with God there is a way to accomplish His plan for your life, and it calls for absolute devotion and obedience to Him. But Satan always offers shortcuts, that if looked at carefully, will ruin your life.

So there are a number of very useful lessons that can be drawn from this account. These should start your thinking. You can probably meditate on these for a while and find other examples of how the temptations would work in life, and how knowing what God wants would prevent them. The bottom line is that Jesus demonstrated for us how to achieve victory over temptation. In other words, we do not have to sin. There are ways to spiritual success, if we are willing to take them.

One thing that the rabbis taught on temptation is helpful. You work the issues and temptations and choices out like a business person, with a profit-loss ledger. If you make this choice and do this, what are the benefits, and what will the cost be? In many cases the cost, including fallout afterward, is just too high. A wise decision will count the cost.

If Christ had followed any one of these temptations, the immediate result might not have seemed so great, but the overall results would have been disastrous--He would have been a sinner, another fallen human like us, unable to redeem anyone, and the mission would have been ruined by the devil. But that was not going to happen, for the Father sent the Son into the world to redeem us, and by doing that He had to conquer Satan.


Meaning and Significance of the Temptation of Jesus

With regard to the significance of the temptation, refer to the gospel accounts. Matthew writes, "Then was Jesus led up of the Spirit" Mark expresses it, "The Spirit drove Him," while Luke declares He "was led by the Spirit." The one fact announced in these varied ways is of supreme importance to keep in mind if the true significance of this temptation is to be understood. A Divine plan was being worked out. It did not — to use a common expression — "happen" that Jesus met Satan and was tried. Neither is it true to say that the devil arranged the temptation.

Temptation here is in the Divine plan and purpose. Jesus went into the wilderness under the guidance of the Holy Spirit to find the devil. My own conviction is that if the devil could have escaped that day, he would have done so. It is a very popular fallacy that the enemy drove Christ into a corner and tempted Him. But the whole Divine story reveals that the facts were quite otherwise. God's perfect Man, led by the Spirit - or as Mark in his own characteristic and forceful way expresses it, driven by the Spirit - passes down into the wilderness, and compels the adversary to stand out clear from all secondary causes, and to enter into direct combat. This is not the devil's method. He ever puts something between himself and the man he would tempt. He hides his own personality wherever possible. To our first parents he did not suggest that they should serve him, but that they should please themselves. Jesus dragged him from behind everything, and put him in front, that for once, not through the subtlety of a second cause, but directly, he might do his worst against a pure soul.

Jesus was led by the Spirit into the wilderness to be tempted of the devil. He was tempted of the devil during forty days, during the whole of which period He was still led by the Spirit. The Spirit took Him to the place of temptation, and was with Him through the process of temptation. Not in His Deity did He resist, but in His perfect Manhood. Manhood is however never able to successfully resist temptations of the devil save when fulfilling a first Divine intention, that, namely, of depending upon God, and thus being guided by the Spirit of God. Thus the Man Jesus was led by the Spirit into the wilderness, and was led by the Spirit through all the process of temptation.

Adaptado de The Crises of the Christ, Book III, Chapter X, by G. Campbell Morgan.


According to the Gospels of Matthew (4:1-11) and Luke (4:1-13) Jesus was let by the holy spirit into the desert right after he was baptized by John in the Jordan River. While Jesus fasted, the devil tempted him three times to prove his divinity by demonstrating his supernatural powers.

Each time, Jesus rejected the tempter with a quotation from the Book of Deuteronomy, So the devil left and angels brought food to Jesus, who was famished.

According to tradition from the 12th century, two of the devil’s temptations were on the Mount of Temptation.


Temptation of Jesus - History

The 3 Temptations of Jesus

Then Jesus was led up by the Spirit into the wilderness to be tempted by the devil. After fasting forty days and forty nights, he was hungry. The tempter came to him and said, “If you are the Son of God, tell these stones to become bread.” Jesus answered, “It is written: ‘Man shall not live by bread alone, but on every word that comes from the mouth of God.’”

Then the devil took him to the holy city and had him stand on the highest point of the temple. “If you are the Son of God , he said, “throw yourself down. For it is written: ‘He will command His angels concerning you, and they will lift you up in their hands, so that you will not strike your foot against a stone.’” Jesus answered him, “It is also written: ‘Do not put the Lord your God to the test.’”

Again, the devil took him to a very high mountain and showed him all the kingdoms of the world and their splendor. “All this I will give you , he said, “if you will bow down and worship me.” Jesus said to him, “Away from me, Satan! For it is written: ‘Worship the Lord your God, and serve him only.’”

Then the devil left Him, and angels came and attended him.

A fter His baptism, Jesus is lead into the wilderness by the Holy Spirit to be tempted. Now why would the Spirit do that? Undoubtedly during those 40 days and nights, Jesus was praying, thinking, questioning and seeking what God wanted Him to do and undoubtedly the Holy Spirit revealed to Him what He had to do. Save the world. Many of us know Jesus is the Son of God, and in our thinking, temptation "shouldn't have been a problem for Jesus", because He is 100% God and can conquer anything. Of course, we are saying this after the fact. To some of us, it might seem like an exercise done merely for our benefit to see that Jesus was indeed obedient to God, but the Holy Spirit brought Jesus to the wilderness to prepare Him for the journey to come.

The fact that Jesus is tested by the devil, reveals that He is also 100% human. The temptations are real. Jesus has the same weaknesses, struggles, doubts, fears and wishes that we have. By coming to earth as a man, Jesus humbled Himself to live and be as one of us.

Why the wilderness? Because the wilderness is void, far from any manmade civilization and distraction. Unpredictable and harsh it is a place that offers nothing but the possibility of death. As the word itself says, it is wild. To be in the wilderness is to be alone totally relying on God for survival.

Moses and Elijah also fasted and prayed for 40 days and nights in the wilderness in preparation for their work for God. Those 40 days were difficult times of intense spiritual struggle. Moses fasted and prayed for 40 days on a mountaintop before he received the 10 commandment stone tablets from God and afterwards when he saw that the people had sinned. (Deuteronomy 9:9-18, Exodus 34:28). Elijah traveled and fasted 40 days and nights through the wilderness to the mountain of God. (1 Kings 19:4-8). The importance of prayer and fasting is denying oneself and following the will of God. Fasting alone is not enough, but must go hand in hand with prayer. Jesus follows the path of Moses and Elijah to cleanse, purify and seek God's will in the wilderness.

More significantly, the 40 days and nights are also a parallel to the 40 years the Israelites spent wandering the desert because of their lack of faith in God. Their faith was tested and they failed. They never saw the Promised Land. Was this test in the desert, Jesus' Life and Sacrifice, the way that He would correct their failure? The Israelites did not see the Promised Land, but by following through and serving God only, Jesus made the way so His people could NOW enter the Promised Land.

When we read Jesus' rebuke to the devil, we imagine Him to be faithful, confident and strong. But we are not privy to Jesus' facial expressions when He rebukes the devil, nor do we hear the tone of His voice. After 40 days and nights of fasting in the unrelenting desert heat along with struggle, fear and doubt, Jesus must have been weak, frail and exhausted. Was Jesus fighting with every ounce of His strength to keep the devil away? When quoting the Scripture, was Jesus also reminding Himself of God's Word? Jesus' responses don't reveal the internal struggle He had with these temptations, but we know that He did not sin and was obedient.

In the first and second temptations, the devil challenges Jesus, “If you are the Son of God. & quot Though the Holy Spirit had revealed to Jesus that He was the Son of God, could it be that part of the devil's temptation was to cause doubt about Jesus' divinity? If this is true, then any doubt of who Jesus really was, might have caused Jesus to falter. The devil was hoping this would be the case.

But all of Jesus' responses declare in faith, "It is written. & quot The final word that the devil cannot dispute: The Word of God.

Though there were many temptations throughout the 40 days and nights, the Gospels focus on these three. Jesus was tempted by these particular temptations because He struggled with the same struggles that we have: whether to live our life our way OR to live serving God wherever it will lead.

Jesus was tempted by the devil to abandon the hard difficult road ahead and take the shortcut to power, wealth and glory. The devil wanted to stop Jesus from fulfilling God's plan and so he tempts Jesus with everything he's got, tempting Him from every angle.

You can't tempt someone with "bread" who isn't hungry. These particular temptations reveal what was at the heart of Jesus' desires and fears after His time in the wilderness. The only way He could continue with His ministry would be to conquer these temptations and put God first. His temptations were opportunities to "back out" from doing God's will and do what He wanted. These temptations were tied directly to His obedience to God.


The 1st temptation:

“If you are the Son of God, tell these stones to become bread.”

The devil starts by questioning Jesus' divinity, challenging Him to prove His power by satisfying His hunger. After 40 days without food, Jesus was famished and the devil tempted Jesus with the first thing on Jesus' mind: Food.

But Jesus' response is: “It is written, ‘Man shall not live by bread alone, but by every word that proceeds from the mouth of God.’” quoting Deuteronomy 8:1-3.

Even in weakness and intense hunger, Jesus words say that He will not live for His own appetites but will live to follow God's will. God comes first. But what would have been the big deal if He just turned a few stones into bread? He already finished most of His fasting and praying. It would have been OK wouldn't it?

All of us live to satisfy ourselves. Our earthly appetites. We seek to put food on the table, a roof over our heads and make something of ourselves. But obedience to God is at the very bottom of our list of things to do. Jesus sought the will of the Father. That is His food. His Heavenly appetite. This was what Jesus was actually hungry for: God's Word. He will not be driven by His fleshly wants, but will seek only to follow God in faith. He denies Himself.

The 2nd Temptation:

“If you are the Son of God,” he said, “throw yourself down. For it is written: ‘He will command His angels concerning you, and they will lift you up in their hands, so that you will not strike your foot against a stone.

Here the devil takes Jesus to the top of the Temple of Jerusalem and quotes Psalm 91: 11-12, challenging Him again to prove His divinity and test God by jumping off the top. Now why such a bizarre test? Why would Jesus even be tempted to jump off the top of the Temple of Jerusalem?

Perhaps the devil was beckoning Jesus to test God with an ultimatum to force God to prove Himself and clear up any doubts He had- &ldquoIf you are truly the Messiah, God will protect you with angels and you will know He is with you, but if you are wrong, then you will die in your folly and escape this path He is leading you to."

The devil is tempting Jesus by telling him that God will protect Him from injury or death if He is truly the Messiah, but underneath this harmless temptation is the real reason the devil wants to lead Jesus: to tempt Him into self glory.

By jumping off the top of the Temple and floating down on the wings of angels, all the Jewish Temple worshipers would behold Jesus descending from Heaven, as they would have expected the Messiah to arrive. It would have been an amazing spectacle. People would have immediately worshiped Him as their King. His life from then on would have been of power, authority and glory. But isn't that why Jesus came to earth, to lead His people? The Jews were seeking such a Messiah that would come to save them. A strong mighty leader who would descend from Heaven and set up God's Kingdom on earth. But that is not why Jesus came. He didn't come for His own glory, but to be a humble servant to do the purpose of God. And that purpose, was to be a sacrifice for mankind. Again, He is taking a step back from His own will to instead do the will of God.

T he devil disguises this true temptation for what it will lead to.
Like a person who sins, the devil says, "Don't worry about it, it will be no big deal. Nothing will happen to you." But one sin leads to another and another. This is how an innocent sin leads to a greater evil. By asking Jesus merely to test if God will protect Him, the devil is setting Him up to prove who He was, offering quick adoration without the pain and suffering to come. A shortcut to glory.

But isn't he quoting Psalm 91:11-12? Yes, even the devil quotes Scripture. But the devil twists the meaning of the Scripture (which he still does today) prodding Jesus to misuse the true intention of the Scripture. The Psalms speak of God's protection to those who trust Him, but the promise is not to be used as a way of testing God. It is much like some Christians today who quote Mark 16:17-18, intentionally handling poisonous snakes to test God and prove to themselves their spiritual ranking.

But Jesus understands that we are to serve God only. Not vice versa. It all goes back to the will of God. It is not about what we want, but what God wants. By having the ability to CONTROL God, one would have great POWER. But Jesus humbles Himself and denounces Satan's temptation.

“It is also written: ‘Do not put the Lord your God to the test.’”

Jesus quotes Deuteronomy 6:16 which was related to Exodus 17:1-7, when the Israelites complained to Moses about taking them out into the desert saying, "Why did you bring us up out of Egypt to make us and our children and livestock die of thirst?" By complaining they displayed their lack of faith in God and a demand for proof. "Is the LORD among us, or not?"

In the same way, so many of us today want God to give us a sign, answer our prayers or ask God to prove Himself by some miracle before we will have faith. Faith alone and the promise of God is not enough for us, so we test God.

This temptation was a test of Jesus' faith. Did it also go through Jesus mind that the Lord brought Him through this journey just to die? Did Jesus also want a confirmation that God was indeed with Him? The devil played on Jesus' doubts with an offer of an easy out and a reward of power and glory.

But Jesus' humbleness and faith wins out. He knows that God is indeed with Him. Jesus again denies Himself.

The 3rd Temptation:
Here the devil finally lays it all out to Jesus.

“All this I will give you," he said, "if you will bow down and worship me.”

The devil takes Him even higher to the top of the mountain to show Him the earth's offerings. This temptation was the biggest one of all. The offer. to be like God. He can have wealth, possession, glory and power, but the cost is an exchange. Instead of serving God, He would have to serve the devil.

Jesus rebukes his final offer, calling him out by name, "Away from me, Satan! For it is written: 'Worship the Lord God, and serve him only.'"

He gives up this greatest temptation: To have it all.

As Christians we all believe that we reject Satan, but how many of us work to get what Satan offers: money, recognition, authority, glory and possessions? Our lives are dedicated to serving ourselves rather than God. As Jesus would later say in His ministry, "You cannot serve both God and mammon." -Matthew 6:24

In order to succeed, many business people will do and say anything to advance to the top, trampling on many along the way. They also sacrifice so many important things like family or friends, honesty, morality or integrity because their business comes first. It is their god. As Jesus says in Matthew 16:26 "For what will it profit a man if he gains the whole world and forfeits his soul?"

The devil can only offer the temporal worldly treasures that will pass away, but Jesus seeks God's eternal treasures that the devil cannot offer.

Jesus answers the devil with Exodus 20:3, "You shall have no other gods before Me." Jesus will serve only God, turning down this offer to have everything. Jesus denies Himself for the third time.

The devil finally left after this. there was nothing else he could offer. He had offered Jesus EVERYTHING. and Jesus turned him down.

Each of the temptations of Christ are the same temptations we all face daily:

1. Seeking to satisfy ourself instead of God.

2. Manipulating God to attain our goals of power and glory.

3. To BE as God. To have it all.

By denying these 3 temptations Jesus denies this earthly life. His food is to serve God, not Himself. And that was Jesus' great struggle: to live His life for God instead of Himself.

Passing these 3 temptations, Jesus has surrendered Himself for God's use. He was now prepared for the great work of God to come. By denying Satan, He was ready to follow God in total obedience, resulting in the greatest gift to the world: salvation and reconciliation of humankind to God. He died so we could return to fellowship with the Father.

That is why the angels ministered to Him when the temptations were over. Rejecting these temptations was the final obstacle for Jesus. He denied Himself for our sake. He could have had a king's life of earthly satisfaction, power and wealth, but instead His short life on earth was for the purpose of saving us.

His temptations lasted up until the end, even in His final hour at the Garden of Gethsemane when Jesus struggled with His temptations to escape from God's will. His emotions are real. His fear is real.

They came to a place named Gethsemane and He said to His disciples, "Sit here until I have prayed." And He took with Him Peter and James and John, and began to be very distressed and troubled. And He said to them, "My soul is deeply grieved to the point of death remain here and keep watch." And He went a little beyond them, and fell to the ground and began to pray that if it were possible, the hour might pass Him by. And He was saying, "Abba! Father! All things are possible for You remove this cup from Me yet not what I will, but what You will." - Mark 14: 32-36

His last words say it all. "yet not what I will, but what You will."

It was His great love for God and us, His people, that He sacrificed His own life for our sake. The Cross was the ultimate sacrifice. He died so that we could live to enter the Promised Land with Him. THAT was God's will: to reconcile God and man back together in His great love.


Temptation of Christ

o temptation of Christ is detailed in the Gospels of Matthew, Mark and Luke. After His baptism, Jesus went into the desert where he didn't eat for 40 days. Then He was temped by Satan who told him to change stones into bread. Jesus didn't do it even though he must have been hungry. He said that Man does not live by bread alone, but by the words that come from the Father's (God's) mouth. The devil then told Jesus to jump off the highest part of the Temple to show his power, since the Bible said that God would send angels to save Him. Jesus replied that the Bible also says not to "test the Lord your God". Then the Devil offered to give Jesus all of the World's kingdoms if Jesus would worship him. Jesus replied that we should worship only God.

All three temptations are recorded in each of the three Synoptic Gospels. But the order in which they were told is different between the accounts. Some scholars think the Gospel authors chose the order of the three temptations to make a particular point, not just because they were careless in telling the story. [1]


Christ – Victorious over Temptations

“If you are the Son of God, command these stones to become bread,” the devil said. The Lord’s response (Matt. 4:4) provides insight into the nature of this temptation. Jesus knew that it was the will of God for him to fast and be tested. A miracle, to bring his fast to an end, would have reflected upon his absolute trust in God. By quoting Moses’ admonition to the Israelites in the wilderness (Deut. 8:3), Jesus acknowledged his complete trust and dependence on God. Every word from God is reliable, and we shall survive and live if we depend on his promises and meet his requirements.

“If you are the Son of God, cast yourself down.” The devil appealed to Psalm 91:11-12, implying that God would not let Jesus fall to his death. In effect, Satan was saying, “So you trust God completely? Well cast yourself down after all, he has promised to protect you.” The protection that God affords the faithful is not without conditions. The Lord recognized that such provocation of God is sin, and he would not submit his Father to a frivolous test. Therefore, Jesus quoted from Deuteronomy 6:16 to ward off the temptation.

Lastly, the devil promised to give Jesus the kingdoms of the world on one condition. “Fall down and worship me,” the devil offered. How, in any respect, could this be considered a temptation? The temptation lay in the tendency for humanity to avoid the hard way, and for Christ the hard way was unbelievable suffering — both the physical torture for which he was marked, and the spiritual agony that he would endure in bearing the wrath of his Father because of our sins. But the Lord would not be discouraged from fulfilling the will of God, even though it put him through suffering unimaginable (Matt. 26:38).


Assista o vídeo: 3 TENTAÇÕES DE JESUS CRISTO NO DESERTO - Estudo Bíblico (Outubro 2021).