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7 dos tratamentos médicos mais ultrajantes da história

7 dos tratamentos médicos mais ultrajantes da história

É difícil acompanhar as recomendações de tratamento vindas da comunidade médica. Um dia algo é bom para você e no dia seguinte é mortal e deve ser evitado. Drogas viciantes como a heroína foram dadas às crianças para curar tosses, a terapia de choque elétrico tem sido um tratamento muito usado para a impotência e pílulas dietéticas “milagrosas” foram distribuídas como doces. Abaixo estão sete dos tratamentos mais chocantes recomendados pelos médicos.

1. Óleo de Cobra - Vendedores e Médicos

Enquanto hoje um “vendedor de óleo de cobra” é alguém que vende produtos fraudulentos, o uso do óleo de cobra tem rotas medicinais reais. Extraído do óleo das cobras d'água chinesas, ele provavelmente chegou aos Estados Unidos em 1800, com o influxo de trabalhadores chineses trabalhando na Ferrovia Transcontinental. Rico em ácidos ômega-3, era usado para reduzir a inflamação e tratar artrite e bursite, e era esfregado nas articulações dos trabalhadores após um longo dia de trabalho na ferrovia. Digite Clark Stanley, "The Rattlesnake King". Originalmente um cowboy, Stanley afirmou ter estudado com um curandeiro Hopi que o mostrou os poderes curativos do óleo de cobra. Ele levou esse "conhecimento" recém-descoberto na estrada, realizando um show de parar o show na Feira Mundial de Chicago em 1893, onde enfiou a mão em uma bolsa, agarrou uma cascavel, cortou-a e apertou-a. Ele rotulou o extrato de óleo de cobra, embora o FDA mais tarde tenha confirmado que seus produtos não continham nenhum tipo de óleo de cobra, cascavel ou outro. Isso não impediu outros médicos inescrupulosos e vendedores fraudulentos, que também começaram a viajar pelo oeste americano, vendendo garrafas de óleo de cobra falso, dando uma má fama ao tratamento médico verdadeiramente benéfico.

2. Cocaína - a droga milagrosa

Em meados da década de 1880, os cientistas conseguiram isolar o ingrediente ativo da folha da coca, Erthroxlyn coca (mais tarde conhecida como cocaína). As empresas farmacêuticas adoraram esse novo estimulante de ação rápida e relativamente barato.

Em 1884, uma oftalmologista austríaca, Carol Koller, descobriu que algumas gotas de solução de cocaína colocadas na córnea de um paciente agiam como um anestésico tópico. Isso deixava o olho imóvel e dessensibilizado à dor, e causava menos sangramento no local da incisão - tornando a cirurgia ocular muito menos arriscada. A notícia dessa descoberta se espalhou, e logo a cocaína estava sendo usada em cirurgias de olhos e seios da face. Comercializada como um tratamento para dor de dente, depressão, sinusite, letargia, alcoolismo e impotência, a cocaína logo foi vendida como tônico, pastilha, pó e até usada em cigarros. Até apareceu nos catálogos da Sears Roebuck. Remédios caseiros populares, como os comprimidos de cocaína de Allen, podiam ser comprados por apenas 50 centavos a caixa e ofereciam alívio para tudo, desde febre do feno, catarro, problemas de garganta, nervosismo, dores de cabeça e insônia. Na verdade, os efeitos colaterais da cocaína realmente causaram muitas das doenças que afirmava curar - causando falta de sono, problemas alimentares, depressão e até alucinações.

Você não precisava de receita médica para comprá-lo. Alguns estados vendiam cocaína em bares e era, notoriamente, um dos ingredientes-chave do refrigerante Coca-Cola que logo se tornaria onipresente. Em 1902, havia cerca de 200.000 viciados em cocaína apenas nos EUA. Em 1914, o Harrison Narcotic Act proibiu a produção, importação e distribuição de cocaína.

3. Vibradores - curem sua histeria

Devemos agradecer aos médicos do século 19 pela introdução do vibrador, que foi inicialmente anunciado como uma cura para uma “doença” feminina comum conhecida como histeria. Acreditava-se que a histeria causava uma série de doenças, incluindo ansiedade, irritabilidade, desejo sexual, insônia, desmaios e estômago inchado - portanto, quase todas as mulheres apresentavam alguns sintomas. A doença tem suas raízes em antigas teorias médicas sobre “úteros errantes”, onde um útero deslocado (e descontente) causava problemas de saúde nas mulheres.

O tratamento? Uma “massagem pélvica” que induziria um “paroxismo histérico” - comumente conhecido como orgasmo. Esse trabalho recaía sobre os médicos vitorianos que massageavam mulheres manualmente. Em um esforço para poupar os médicos desse trabalho, um profissional engenhoso chamado Dr. Joseph Mortimer Granville criou um "instrumento médico eletromecânico" movido a vapor. Apelidado de "Manipulador", o dispositivo permitia que as mulheres fizessem massagens em casa, permitindo que curassem seus "úteros errantes".

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4. Fen-Phen - uma pílula milagrosa para perder peso

A indústria de perda de peso de hoje é um negócio estimado em US $ 60 bilhões, uma grande parte dos quais é gasta em pílulas dietéticas. E embora as primeiras pílulas redutoras de gordura tenham chegado ao mercado no final da década de 1880, nenhuma outra pílula teve uma ascensão e queda tão rápida como a de Fen-Phen na década de 1990. Originalmente lançada no mercado como duas drogas separadas - o inibidor de apetite Fenfluramina e a anfetamina Fentermina - eles foram comercializados como auxiliares de dieta de curto prazo, mas se mostraram amplamente ineficazes por conta própria. No final dos anos 1970, no entanto, os dois produtos foram combinados pelo Dr. Michael Weintraub para criar o que ficou conhecido como Fen-Phen. Weintraub conduziu um único estudo com 121 pacientes ao longo de quatro anos. Os pacientes, dois terços dos quais eram mulheres, perderam em média 13 quilos, aparentemente sem efeitos colaterais, mas o estudo de Weintraub não monitorou os corações dos pacientes. A nova droga milagrosa foi introduzida no mercado pela primeira vez em 1992 e as pessoas não se cansavam dela. Alguns médicos, em busca de uma maneira rápida de ganhar dinheiro, operavam “fábricas de fen-phen”, onde pacientes desesperados procurando perder o excesso de peso pagavam qualquer coisa pelos comprimidos. Logo, cerca de 6 milhões de americanos estavam usando.

Em abril de 1996, após um debate contencioso, o FDA concordou em aprovar o medicamento, aguardando um julgamento de um ano. Quase imediatamente, relatos de graves efeitos colaterais começaram a chover. Em julho daquele ano, a Clínica Mayo disse que 24 mulheres que tomavam fen-phen tinham desenvolvido anormalidades graves nas válvulas cardíacas. Centenas de outros casos foram relatados e, em setembro de 1997, o FDA havia oficialmente retirado o fen-phen. Em 1999, a American Home Products Corporation (os produtores do fen-phen) concordou em pagar uma indenização de US $ 3,75 bilhões aos feridos por tomarem a droga. Mais de 50.000 ações judiciais de responsabilidade foram movidas nos anos após sua saída do mercado, e os pacientes ainda podem entrar com ações judiciais.

5. Heroína - a cura para a tosse

Como você cura uma epidemia de drogas? Crie um novo medicamento. Foi o que aconteceu no final da década de 1880, quando a heroína foi introduzida como um substituto seguro e não viciante da morfina. Conhecida como diamorfina, foi criada por um pesquisador químico inglês chamado C.R. Alder Wright na década de 1870, mas não foi até que um químico que trabalhava para a indústria farmacêutica da Bayer descobriu o artigo de Wright em 1895 que a droga chegou ao mercado.

Descobrindo que era cinco vezes mais eficaz - e supostamente menos viciante - do que a morfina, a Bayer começou a anunciar uma aspirina com heroína em 1898, que eles vendiam para crianças que sofriam de dores de garganta, tosse e resfriado. Alguns frascos mostravam crianças buscando ansiosamente o remédio, com mães dando heroína em uma colher para seus filhos doentes. Os médicos começaram a suspeitar que a heroína pode não ser tão anti-dependência como parecia quando os pacientes começaram a voltar para buscar garrafa após garrafa. Apesar da resistência dos médicos e das histórias negativas sobre os efeitos colaterais da heroína se acumulando, a Bayer continuou a comercializar e produzir seu produto até 1913. Onze anos depois, o FDA baniu a heroína por completo.

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6. Lobotomias - hackeando cérebros problemáticos

Walter Freeman achava que havia encontrado uma maneira de aliviar a dor e a angústia dos doentes mentais e emocionais. Em vez disso, ele criou um dos tratamentos médicos mais horríveis da história. Freeman desenvolveu seu procedimento, que ficou conhecido como lobotomia pré-frontal, com base em pesquisas anteriores de um neurologista português. As primeiras versões da "cura" de Freeman envolviam fazer furos no topo do crânio de seus pacientes e, mais tarde, evoluiu para martelar um instrumento semelhante a um picador de gelo nas órbitas dos olhos, para cortar as conexões entre os lobos frontais e o tálamo, que ele acreditava para ser a parte do cérebro que lida com as emoções humanas. Freeman logo se juntou a James Watts, e depois de praticar em cadáveres, eles realizaram seu primeiro procedimento em uma paciente viva em 1936, uma mulher que sofria de depressão agitada e insônia. Foi considerado um sucesso. Mas as cirurgias subsequentes não foram. Os pacientes frequentemente ficavam em estado vegetativo, experimentavam recaídas e regrediam física e emocionalmente. Cerca de 15 por cento morreram. Uma das vítimas mais infames foi Rosemary Kennedy, irmã do futuro presidente John F. Kennedy, que ficou incapacitada e passou o resto da vida precisando de cuidados em tempo integral.

Freeman era tanto um showman quanto um médico, viajando para 23 estados para demonstrar sua cura milagrosa. Ao todo, ele realizou cerca de 3.439 lobotomias - algumas em pacientes que ainda não eram adolescentes. E apesar dos riscos óbvios e da falta de taxas de sucesso concretas, os hospitais de boa vontade deixaram Freeman continuar, talvez porque os pacientes lobotomizados fossem considerados “mais fáceis” de lidar. Tudo mudou em 1967, quando Freeman realizou uma lobotomia em um de seus pacientes originais, uma dona de casa que morava em Berkeley, Califórnia. Desta vez, ele cortou um vaso sanguíneo e Mortenson morreu de hemorragia cerebral - finalmente colocando um fim ao hackeamento cerebral de Freeman.

7. Tratamentos de choque - a cura para a impotência

A profissão médica tem opiniões variadas sobre as causas e possíveis curas para a impotência. Os repressivos vitorianos se concentraram na "fraqueza moral" do homem como a causa da disfunção genital e, no século 19, a impotência era considerada causada por excesso de sexo ou masturbação, ou muito pouco disso. Como o cirurgião Samuel W. Gross observou em seu livro, Practical Treatise on Impotence, Sterility, and Allied Disorders of the Male Sexual Organs, “masturbação, gonorréia, excessos sexuais e excitação constante dos órgãos genitais sem gratificação,” levaria à impotência .

Alguns médicos introduziram “banhos galvânicos”, ou banheiras cheias de eletrodos, que deveriam restaurar o desejo sexual em apenas seis sessões. Outros adotaram uma abordagem ainda mais localizada, onde hastes com correntes passando por eles foram colocadas dentro da uretra do homem. O tratamento duraria de cinco a oito minutos e seria repetido uma ou duas vezes por semana. Isso foi considerado particularmente útil para aqueles com atrofia significativa da área genital.

Onde se pode ganhar dinheiro com um cliente inseguro, médicos charlatães e empresários desagradáveis ​​certamente o seguirão. No final dos anos 1800, havia anúncios de "cintos eletropáticos" ou "cintos elétricos" destinados a "homens fracos". Eles alegaram ajudar a curar dores renais, problemas do nervo ciático, dores nas costas, dores de cabeça e exaustão nervosa - mas a mensagem subjacente era que eles podiam curar os problemas sexuais dos homens.

Embora hoje a impotência seja vista como uma mistura de problemas físicos e mentais, a crença de que a terapia de choque elétrico é uma cura útil para a impotência ainda persiste. Estudos publicados em Haifa, Israel (2009) e San Francisco, Califórnia (2016) afirmam que há méritos na terapia por ondas de choque de baixa energia para curar a disfunção erétil.


15 pacientes mais ultrajantes de todos os tempos

Graças a programas como Fiasco no E !, a pessoa comum, e às vezes uma grande estrela da realidade, pode receber tratamento de celebridade e ir à faca para consertar cirurgias plásticas que deram muito, muito errado, mesmo os dois "verys" não são suficientes para descrevê-lo e ainda são considerados um eufemismo quando se considera quantos pacientes ultrajantes e bizarros o programa já viu. Sério, isso faz você pensar: "Como no mundo isso aconteceu?" e questionar compassivamente como alguém poderia viver a vida dessa maneira?

De um implante de mama que nunca deveria ter visto a luz do dia a uma plástica no nariz que faria qualquer um querer ficar sem o olfato pelo resto da vida, Fiasco viu tudo. Curiosamente, está programado para ver ainda mais pacientes, já que acabou de assinar para a quarta temporada com os médicos principais Paul Nassif e Terry Dubrow, a dupla dinâmica (e cirurgiões fenomenais) que estrelam o show. Ainda assim, o que mais poderíamos ver? Da mulher que alegou ser "meio porca" ao cara que estava determinado a parecer o gêmeo perdido de Justin Bieber, Fiasco nos deu puro entretenimento e muitos momentos que nos fizeram rir muito. É uma daquelas coisas que você acha engraçado até perceber que é a vida real de alguém (mas hey, isso é um grande trunfo da televisão de realidade em geral de qualquer maneira). Portanto, não pudemos deixar de fazer uma lista dos pacientes mais inesquecíveis em Fiasco. Confira abaixo!


1) Seringas reutilizadas em Nevada

Todos nós crescemos com as histórias horríveis de compartilhamento ou reutilização de seringas. Isso pode levar à contaminação da corrente sanguínea, a propagação de doenças mortais, infecções e muito mais. Conseqüentemente, os médicos são obrigados por lei a descartar as seringas depois de usadas. No entanto, parece que nem todas as instalações médicas estão cumprindo esse requisito. O resultado é que os pacientes, sem saber, permitem que agulhas usadas entrem em sua carne e veias contendo Deus sabe o quê. Um artigo chamado "Escândalo Medial de Nevada" conta uma dessas histórias horríveis:

O Centro de Endoscopia de Southern Nevada reutilizando seringas em pacientes infectados e frascos contaminados de remédios compartilhados entre os pacientes infectou seis pessoas com hepatite C. 40.000 desses pacientes também podem estar em risco de hepatite e HIV. Isso é apenas em Las Vegas. E quanto a Reno, Carson City e outras cidades do estado.


7 dos tratamentos médicos mais caros do mundo

Um artigo recente da Health24 relata como Luxturna, um tratamento genético pioneiro para a cegueira, custará US $ 850.000 (mais de R10 milhões) por paciente.

Para a grande maioria das pessoas, esse tratamento é tão caro que elas não poderiam pagar por ele & ndash, mesmo que vendam tudo o que possuem.

Reação contra os preços dos medicamentos

Esta e outras terapias de direcionamento de genes igualmente caras estão levantando preocupações sobre a acessibilidade dos cuidados médicos em todo o mundo.

Embora os preços dos medicamentos sejam regulamentados na África do Sul, eles não estão nos EUA, o que significa que os fabricantes de medicamentos podem definir o preço tão alto quanto desejarem.

A explicação padrão para os preços exorbitantes dos medicamentos é o alto custo de desenvolvimento de um medicamento, bem como o fato de que muitos medicamentos falham durante os testes e devem ser abandonados.

Algumas empresas, no entanto, começaram a oferecer raciocínios mais detalhados à medida que a reação contra os preços excessivos dos medicamentos está ganhando força.

A Federação Internacional de Planos de Saúde, em seu Relatório Comparativo de Preços de 2015, que visa destacar a variação dos preços dos cuidados de saúde ao redor do mundo, indica que os preços dos medicamentos nos EUA (e Reino Unido) são consideravelmente mais elevados do que em qualquer outro lugar.

Além de Luxturna, aqui estão sete dos exemplos mais ultrajantes de altos preços de medicamentos e produtos relacionados no mundo:

O Glybera foi aprovado pela primeira vez em outubro de 2012 para deficiência familiar de lipoproteína lipase (LPLD), uma doença genética rara que interrompe a degradação normal das gorduras no corpo.

Este medicamento nunca foi aprovado nos EUA, mas teria custado mais de $ 1,2 milhões (& plusmnR14,7 milhões) por ano. Não será mais comercializado na Europa pela farmacêutica uniQure, pois se tornou evidente que será um fracasso comercial.

Soliris custa aos pacientes até US $ 700.000 por ano (& plusmnR8,58 milhões). O medicamento é usado no tratamento da hemoglobinúria paroxística noturna, que afeta apenas 8 mil pessoas no mundo.

A doença destrói os glóbulos vermelhos, fazendo com que os pacientes sofram de infecções, anemia e coágulos sanguíneos.

Elaprase é um tratamento para a síndrome de Hunter, uma doença rara que afeta apenas 500 pessoas nos Estados Unidos. A doença também é conhecida como Mucopolissacaridose tipo II e ocorre quase exclusivamente em homens. É uma doença progressivamente debilitante que inibe a função cerebral e o desenvolvimento físico.

Elaprase custa mais de $ 500.000 (& plusmnR6,13 milhões) por ano.

4. Naglazyme

O Naglazyme custa mais de $ 365.000 (& plusmnR4,5 milhões) e é usado para tratar a síndrome de Maroteaux-Lamy, uma doença genética rara que envolve o acúmulo de carboidratos complexos chamados glicosaminoglicanos no corpo.

Os sintomas comuns podem incluir características faciais ásperas, opacificação da córnea, anormalidades nas articulações, várias malformações esqueléticas, um aumento anormal do fígado e / ou baço e perda de audição. Doença cardíaca e doença pulmonar restritiva também podem ocorrer.

Cinryze é um tratamento para o angioedema, que afeta apenas uma em cada 50.000 pessoas na América. Custa cerca de $ 350.000 (& plusmnR4.3 milhões) por ano.

O angioedema costuma ser desencadeado por uma reação alérgica, que leva à liberação de substâncias químicas no corpo, causando inchaço da pele. A condição também pode ser causada por alguns medicamentos, uma falha genética ou fatores desencadeantes desconhecidos.

Aumentos de preços exponenciais

E tão ruim quanto os altos preços de varejo são aumentos de preços injustificados:

Em agosto de 2016, o custo de um pacote de dois EpiPens (uma injeção de adrenalina para quem sofre de alergia) saltou para US $ 600 (& plusmnR7 300), em comparação com US $ 90 (& plusmnR1 100) uma década antes.

Em 2015, o preço do Daraprim, que é usado por pacientes com Aids e transplantes, disparou de US $ 13,50 (& plusmnR164) por comprimido para US $ 750 (& plusmnR9 120), o que gerou uma indignação justificada.


7 dos abusos mais ultrajantes nos centros médicos VA

A prática escandalosa de centros médicos do Departamento de Assuntos de Veteranos ocultando ou ofuscando as listas de espera intoleravelmente longas para veteranos que precisam de tratamento médico é apenas a ponta do iceberg, como estamos aprendendo agora.

Administradores de centros médicos VA em todo o país suprimiram repetidamente as reclamações de denunciantes sobre condições e cuidados médicos inadequados, negligência grosseira de pacientes mentais, prescrições ilegais de narcóticos e muitos outros exemplos de negligência que podem ter colocado em risco a vida dos pacientes, de acordo com uma carta enviado ao presidente Obama por uma agência federal de vigilância na segunda-feira.

O relatório do Office of Special Counsel (OSC), uma agência independente, comprovou uma longa lista desses e de outros problemas levantados pelos trabalhadores, mas freqüentemente descartados pelos funcionários do VA como erros “inofensivos”. O OSC descreveu a conduta dos funcionários como parte de uma "cultura de não responsividade" de muitos anos.

“Com muita frequência, o VA falhou em usar informações de denunciantes para identificar e abordar preocupações sistêmicas que afetam o atendimento ao paciente”, escreveu a Conselheira Especial dos EUA, Carolyn N. Lerner. Os funcionários do VA se recusaram a reconhecer “a gravidade dos problemas sistêmicos”, acrescentou ela, o que os impediu de tomar as medidas necessárias para fornecer atendimento de qualidade aos veteranos.

“À medida que o VA reavalia as práticas de atendimento ao paciente, recomendo que a nova liderança do Departamento também analise seu processo de resposta aos casos de denúncias do OSC”, escreveu Lerner

O escândalo eclodiu pela primeira vez em 30 de abril, quando a CNN relatou que pelo menos 40 veteranos dos EUA morreram enquanto aguardavam atendimento no centro médico de Phoenix, Arizona, VA. A controvérsia desencadeou investigações no Congresso, na Casa Branca e no Departamento de Justiça, e levou à renúncia do secretário do VA Eric K. Shinseki em 30 de maio. Sloan Gibson, que assumiu como secretário interino, disse que aceita as recomendações do OSC e dirigiu uma revisão abrangente pelas operações do Escritório do Inspetor Médico a ser concluída em duas semanas, The Washington Post relatado.

“Estou profundamente desapontado não apenas com a comprovação das alegações levantadas pelos denunciantes, mas também com as falhas da VA em levar a sério as reclamações dos denunciantes”, disse Gibson em um comunicado.

Lerner disse que sua agência ainda está investigando mais de 50 denúncias de denúncias, "todas alegando ameaça à saúde ou segurança do paciente". Esses casos representam mais de um quarto de todos os assuntos encaminhados pelo OSC para investigação.

Uma auditoria interna do VA divulgada em 9 de junho concluiu que mais de 120.000 veteranos ficaram esperando ou nunca foram atendidos, de acordo com a CNN. Além disso, os programadores estavam sob pressão para empregar práticas inadequadas para fazer com que os tempos de espera parecessem mais favoráveis.

Embora mais histórias de terror possam surgir à medida que as investigações prosseguem, aqui estão sete dos piores ultrajes nos centros médicos VA, conforme descrito na carta do OSC ao presidente:

1) Um centro de saúde mental de longo prazo em Brockton, Massachusetts, negligenciava pacientes e os deixava definhar por anos sem atenção ou tratamento adequado. Um veterano com uma condição psiquiátrica 100 por cento ligada ao serviço viveu na instalação de 2005 a 2013, mas em todo esse tempo tinha apenas uma nota psiquiátrica escrita em seu prontuário médico - em 2012, quando foi examinado pela primeira vez por um denunciante.

Um segundo veterano foi admitido na mesma instituição em 2003 com “problemas de saúde mental crônicos e significativos”, mas sua primeira avaliação psiquiátrica abrangente não aconteceu até 2011, de acordo com o relatório. “Nenhuma avaliação ou modificação da medicação ocorreu até a consulta de 2011”, disse o OSC.

2) Problemas galopantes com o atendimento ao paciente existiam no centro médico de Jackson, Mississippi, VA - revelados pela primeira vez em setembro de 2013 - que incluíam “credenciamento impróprio de fornecedores, revisão inadequada de imagens de radiologia, prescrições ilegais de narcóticos, equipamento de farmácia não conforme usado para compor drogas quimioterápicas e equipamentos médicos não esterilizados ”, de acordo com o relatório. Também havia escassez crônica de pessoal na unidade de atenção primária. Os administradores procuraram esconder o problema com um sistema de “clínica fantasma” no qual os veteranos eram agendados para consultas em clínicas sem provedor designado, “resultando em tempos de espera excessivos e os veteranos deixando as instalações sem receber tratamento”, de acordo com o relatório.

3) Em Montgomery, Alabama, um provedor de cuidados de saúde especializado em doenças do trato respiratório copiou notas anteriores para representar as leituras atuais em mais de 1.200 registros de pacientes, "provavelmente resultando no registro de informações incorretas de saúde do paciente", disse o relatório. O OSC, no entanto, não conseguiu determinar se essa prática colocava em risco a saúde dos pacientes.

4) Uma instalação VA em Grand Junction, Colorado, tinha níveis elevados de bactéria Legionella em sua água potável. A bactéria pode causar a doença do legionário, uma doença do tipo pneumonia potencialmente letal. Apesar das reclamações, os procedimentos padrão de manutenção e limpeza necessários para prevenir o crescimento bacteriano não foram realizados.

5) Houve atendimento abaixo da média ao paciente em uma instalação de VA em Little Rock, Arkansas, incluindo um incidente "quando o equipamento de sucção não estava disponível quando era necessário tratar um veterano que morreu mais tarde" - embora os investigadores não conseguissem relacionar diretamente a morte e o tratamento inadequado .

6) Em San Juan, Porto Rico, “a equipe de enfermagem negligenciou os residentes idosos ao deixar de ajudar nas atividades diárias essenciais, como tomar banho, comer e beber”.


Os 10 principais tratamentos médicos bizarros

Percorremos uma gama de doenças bizarras e até mesmo tratamentos cirúrgicos, mas ainda não publicamos uma lista de tratamentos médicos não cirúrgicos bizarros. Portanto, hoje podemos adicionar esta lista a muitas outras listas médicas relacionadas no Listverse. O requisito para entrar nesta lista é que o tratamento ainda deve estar em uso hoje, isso exclui tratamentos como sangria e ndash ou não? Também excluímos os tratamentos cirúrgicos conforme aparecem nesta lista.

A terapia do suor é a combinação de aconselhamento / psicoterapia em grupo com sudorese em grupo. A sudorese em grupo é uma interação social durante a experiência de respostas psicofisiológicas à exposição ao calor. A transpiração em grupo tem forte validade cultural, pois existe em todo o mundo há milhares de anos para promover o bem-estar. Os exemplos incluem a Sauna Finlandesa, a Banya russa (sauna), a Cerimônia de Loja do Suor do Índio Americano, o Hammam Islâmico, o Mushi-Buro ou Sent? Japonês e o Sifutu Africano. A sudorese em grupo tem sido usada para vários fins físicos e mentais há milhares de anos. Tem sido afirmado que os benefícios potenciais para a saúde da participação regular em lojas de suor de índios americanos são numerosos, mas que há uma escassez de pesquisas sobre a prática.

Estamos todos familiarizados com o uso de argila em centros de saúde onde as pessoas tomam banho para melhorar as condições da pele, mas o que muitas pessoas não sabem é que a argila (ou lama) também é usada em medicamentos internos. Às vezes é usado como revestimento de pílulas, mas também é consumido em doses maiores para o tratamento de distúrbios intestinais. Até a NASA usa tratamentos com argila: & ldquoOs efeitos da ausência de peso no corpo humano foram estudados pela NASA na década de 1960. Experimentos demonstraram que a falta de peso leva a um esgotamento ósseo rápido, então vários remédios foram procurados para combater isso. Várias empresas farmacêuticas foram solicitadas a desenvolver suplementos de cálcio, mas aparentemente nenhum deles foi tão eficaz quanto a argila. A argila especial usada neste caso foi Terramin, uma argila avermelhada encontrada na Califórnia. O Dr. Benjamin Ershoff, do Instituto Politécnico da Califórnia, demonstrou que o consumo de argila neutraliza os efeitos da falta de peso. & Rdquo [Fonte]

A eletroconvulsoterapia (ECT), também conhecida como eletrochoque, é um tratamento psiquiátrico bem estabelecido, embora controverso, no qual as convulsões são induzidas eletricamente em pacientes anestesiados para efeito terapêutico. Hoje, a ECT é mais frequentemente usada como tratamento para depressão maior grave que não respondeu a outro tratamento e também é usada no tratamento de mania (geralmente no transtorno bipolar), catatonia e esquizofrenia. Foi introduzido pela primeira vez na década de 1930 e ganhou amplo uso como forma de tratamento nas décadas de 1940 e 1950. Hoje, cerca de 1 milhão de pessoas em todo o mundo recebem ECT todos os anos, geralmente em um curso de 6 tratamentos administrados 2 ou 3 vezes por semana. A maioria, mas não todas, as revisões publicadas da literatura concluíram que a ECT é eficaz no tratamento da depressão.

Dousing é a prática de molhar algo ou alguém jogando líquido sobre eles, por exemplo, despejando água, geralmente fria, sobre si mesmo. O banho de água fria é usado para & ldquocar & rdquo o corpo em uma espécie de febre. A reação de body & rsquos é semelhante ao reflexo de mergulho dos mamíferos ou possivelmente ao biofeedback de temperatura. Várias técnicas de meditação e percepção parecem compartilhar efeitos semelhantes com a temperatura elevada, como o Tummo. Compare o banho de água fria com a natação no gelo. Os efeitos do banho de água são geralmente mais intensos e duradouros do que apenas um banho frio. Terminar um banho com água fria é uma velha tradição naturopata. Há quem acredite que essa febre ajuda a matar bactérias nocivas e a deixar as bactérias benéficas mais resistentes do corpo.
O vapor pode ser visto subindo para fora do corpo, especialmente ao ensopar no inverno.

O termo terapia de urina (também uroterapia, urinoterapia ou uropatia) refere-se a várias aplicações da urina humana para fins medicinais ou cosméticos, incluindo beber a própria urina do one & rsquos e massagear a pele do one & rsquos com a própria urina. Um praticante de uroterapia às vezes é chamado de psicopata. Brincadeira, eles são chamados de uropatas. Não há evidências científicas de um uso terapêutico para a urina. Urinar em picadas de água-viva é um remédio popular comum, mas não tem efeito benéfico e pode ser contraproducente, pois pode ativar nematocistos que permanecem no local da picada. A urina contém substâncias que são benéficas, como a vitamina C, entretanto, essas substâncias foram excretadas porque não puderam ser usadas ou porque estavam presentes em excesso, portanto, tomá-las novamente resultará em reexreção. O efeito fisiológico mais óbvio de beber urina, pelo menos quando é tomado com o estômago vazio, é a evacuação (às vezes na forma de diarreia) devido à ação laxante da solução hipertônica de ureia.

A sangria é a retirada de quantidades consideráveis ​​de sangue de um paciente para curar ou prevenir doenças e enfermidades. Foi a prática médica mais comum realizada por médicos desde a antiguidade até o final do século 19, um período de quase 2.000 anos. Na esmagadora maioria dos casos, o uso histórico da sangria era prejudicial aos pacientes. Mas, a sangria não morreu e ainda é um dos tratamentos mais eficazes para o excesso de ferro na corrente sanguínea e para o excesso de glóbulos vermelhos que podem ocorrer em doenças como a porfiria. No método antigo, o paciente era cortado e uma ventosa era colocada sobre a ferida para retirar o sangue. Nos tempos modernos, as seringas são usadas.

As sanguessugas medicinais estão agora voltando na microcirurgia. Eles fornecem um meio eficaz de reduzir a coagulação do sangue, aliviar a pressão venosa do acúmulo de sangue e, na cirurgia reconstrutiva, estimular a circulação em operações de reconexão de órgãos com fluxo sanguíneo crítico, como pálpebras, dedos e orelhas. O efeito terapêutico não é proveniente do sangue colhido na refeição, mas do sangramento contínuo e constante do ferimento deixado depois que a sanguessuga se soltou. A complicação mais comum do tratamento de sanguessugas é o sangramento prolongado, que pode ser facilmente tratado, embora reações alérgicas e infecções bacterianas também possam ocorrer. Dispositivos chamados de sanguessugas quomecânicas foram desenvolvidos, os quais dispensam heparina e desempenham a mesma função das sanguessugas medicinais, mas ainda não estão disponíveis comercialmente.

A terapia helmíntica, um tipo de imunoterapia, é o tratamento de doenças autoimunes e distúrbios imunológicos por meio de infestação deliberada de vermes parasitas (helmintos) ou seus ovos. Isso é uma cura para tudo que também é ocasionalmente usado no tratamento de febre do feno e asma. Dependendo da doença autoimune específica em questão, a infecção por helmintos pode resultar na remissão dos sintomas em aproximadamente 70% dos pacientes. Os vermes são administrados por via oral, que são tomados repetidamente ao longo de semanas e podem resultar em alguns efeitos colaterais bastante graves. Alguns pacientes podem receber até oito doses de 2.500 ovos de vermes ao longo do tratamento.

A bacterioterapia fecal é usada no tratamento de certas doenças inflamatórias do intestino, como a colite ulcerosa. O tratamento vem na forma de uma série de enemas administrados ao paciente durante um período de cinco dias. In order to create the liquid used in the enema, a &ldquopoop donor&rdquo is needed. In other words, a sample of poop is taken from a healthy person (usually a relative of the patient) and turned into a liquid for anal insertion. The idea is that the healthy bacteria from the poop provider will grow in the sick person and heal them. What is perhaps even more revolting than an enema of someone else&rsquos poop, is the fact that the liquid can also be delivered via a tube in the nose.

For centuries doctors prescribed smoking for a variety of ills and while this does still happen (though the doctor&rsquos generally don&rsquot want it publicized) the numbers of doctors who do this has become extremely small. Research with regard to neurological diseases, evidence suggests that the risk of developing Parkinson&rsquos disease or Alzheimer&rsquos disease might be 50% lower in smokers, compared to non-smokers. Nicotine has also been found to improve ADHD symptoms and appears to have effects in the brain that are similar to those of stimulants. Although such findings should certainly not encourage anyone to smoke, some studies are focusing on benefits of nicotine therapy in adults with ADHD. Recent studies suggest that smokers require less frequent repeated revascularization after percutaneous coronary intervention (PCI). Risk of ulcerative colitis has been frequently shown to be reduced by smokers on a dose-dependent basis the effect is eliminated if the individual stops smoking.

Text is available under the Creative Commons Attribution-ShareAlike License additional terms may apply. Text is derived from Wikipedia.


Top 10 Bizarre Medical Treatments

We have run the gamut of bizarre diseases and and even surgical treatments, but we have not yet published a list of bizarre non-surgical medical treatments. So today we are able to add this list to the many other medical related lists on listverse. The requirement for entry on this list is that the treatment must still be in use today this excludes such treatments as bloodletting &ndash or does it? We have also excluded surgical treatments as they appear on this list.

Sweat therapy is the combination of group counseling/psychotherapy with group sweating. Group sweating is social interaction while experiencing psychophysiological responses to heat exposure. Group sweating has strong cultural validity as it has existed throughout the world for thousands of years to promote well-being. Examples include the Finnish Sauna, the Russian Banya (sauna), the American Indian Sweat lodge Ceremony, the Islamic Hammam, the Japanese Mushi-Buro or Sent?, and the African Sifutu. Group sweating has been used for various physical and mental purposes for thousands of years. It has been asserted that the potential health benefits of regular participation in Native American sweat lodges are numerous, but that there is a scarcity of research about the practice.

We are all familiar with the use of clay in health resorts where people bathe in it to improve skin conditions, but what many people don&rsquot know is that clay (or mud) is also used in internal medicines. It is sometimes used as a coating on pills but it is also consumed in larger doses for the treatment of bowel disorders. Even NASA uses clay treatments: &ldquoThe effects of weightlessness on human body were studied by NASA back in the 1960s. Experiments demonstrated that weightlessness leads to a rapid bone depletion, so various remedies were sought to counter that. A number of pharmaceutical companies were asked to develop calcium supplements, but apparently none of them were as effective as clay. The special clay that was used in this case was Terramin, a reddish clay found in California. Dr. Benjamin Ershoff of the California Polytechnic Institute demonstrated that the consumption of clay counters the effects of weightlessness.&rdquo [Source]

Electroconvulsive therapy (ECT), also known as electroshock, is a well-established, albeit controversial, psychiatric treatment in which seizures are electrically induced in anesthetized patients for therapeutic effect. Today, ECT is most often used as a treatment for severe major depression which has not responded to other treatment, and is also used in the treatment of mania (often in bipolar disorder), catatonia and schizophrenia. It was first introduced in the 1930s and gained widespread use as a form of treatment in the 1940s and 1950s today, an estimated 1 million people worldwide receive ECT every year, usually in a course of 6&ndash12 treatments administered 2 or 3 times a week. Most, but not all, published reviews of the literature have concluded that ECT is effective in the treatment of depression.

Dousing is the practice of making something or someone wet by throwing liquid over them, e.g., by pouring water, generally cold, over oneself. Cold water dousing is used to &ldquoshock&rdquo the body into a kind of fever. The body&rsquos reaction is similar to the mammalian diving reflex or possibly temperature biofeedback. Several meditative and awareness techniques seem to share similar effects with elevated temperature, such as Tummo. Compare cold water dousing with ice swimming. The effects of dousing are usually more intense and longer lasting than just a cold shower. Ending a shower with cold water is an old naturopathic tradition. There are those who believe that this fever is helpful in killing harmful bacteria and leaving the hardier beneficial bacteria in the body.
Steam may be seen to rise off of the body, especially when dousing in wintertime.

The term urine therapy (also urotherapy, urinotherapy or uropathy) refers to various applications of human urine for medicinal or cosmetic purposes, including drinking of one&rsquos own urine and massaging one&rsquos skin with one&rsquos own urine. A practitioner of urine therapy is sometimes called a psychopath. Just kidding, they are actually called uropaths. There is no scientific evidence of a therapeutic use for urine. Urinating on jellyfish stings is a common folk remedy, but has no beneficial effect and may be counterproductive, as it can activate nematocysts remaining at the site of the sting. Urine does contain substances that are beneficial, such as Vitamin C however, these substances have been excreted because they could not be used or because they were present in excess, so re-taking them will just result in re-excretion. The most obvious physiological effect of drinking urine, at least when it is taken on an empty stomach, is bowel movement (sometimes in the form of diarrhea) due to the laxative action of hypertonic solution of urea.

Bloodletting is the withdrawal of often considerable quantities of blood from a patient to cure or prevent illness and disease. It was the most common medical practice performed by doctors from antiquity up to the late 19th century, a time span of almost 2,000 years. In the overwhelming majority of cases, the historical use of bloodletting was harmful to patients. But, bloodletting has not died a death &ndash it is still one of the most effective treatments of excess iron in the bloodstream and for treatment of excess red blood cells which can occur in diseases such as porphyria. In the old method, the patient was cut and a suction cup was placed over the wound to draw out blood. In modern times syringes are used.

Medicinal leeches are now making a comeback in microsurgery. They provide an effective means to reduce blood coagulation, relieve venous pressure from pooling blood, and in reconstructive surgery to stimulate circulation in reattachment operations for organs with critical blood flow, such as eye lids, fingers, and ears. The therapeutic effect is not from the blood taken in the meal, but from the continued and steady bleeding from the wound left after the leech has detached. The most common complication from leech treatment is prolonged bleeding, which can easily be treated, although allergic reactions and bacterial infections may also occur. Devices called &ldquomechanical leeches&rdquo have been developed which dispense heparin and perform the same function as medicinal leeches, but they are not yet commercially available.

Helminthic therapy, a type of Immunotherapy, is the treatment of autoimmune diseases and immune disorders by means of deliberate infestation with parasitic worms (helminths) or their eggs. This is such a cure-all that it is also occasionally used in the treatment of hay fever and asthma. Depending on the particular autoimmune disease in question, infection with helminths can result in remission of symptoms in as high as approximately 70% of patients. The worms are administered via oral doses which are taken repeatedly over a course of weeks and can result in some fairly severe side-effects. Some patients can receive up to eight doses of 2500 worm eggs over the course of their treatment.

Fecal bacteriotherapy is used in the treatment of certain inflammatory bowel disorders such as ulcerative colitis. The treatment comes in form of a series of enemas given to the patient over a five day period. In order to create the liquid used in the enema, a &ldquopoop donor&rdquo is needed. In other words, a sample of poop is taken from a healthy person (usually a relative of the patient) and turned into a liquid for anal insertion. The idea is that the healthy bacteria from the poop provider will grow in the sick person and heal them. What is perhaps even more revolting than an enema of someone else&rsquos poop, is the fact that the liquid can also be delivered via a tube in the nose.

For centuries doctors prescribed smoking for a variety of ills and while this does still happen (though the doctor&rsquos generally don&rsquot want it publicized) the numbers of doctors who do this has become extremely small. Research with regard to neurological diseases, evidence suggests that the risk of developing Parkinson&rsquos disease or Alzheimer&rsquos disease might be 50% lower in smokers, compared to non-smokers. Nicotine has also been found to improve ADHD symptoms and appears to have effects in the brain that are similar to those of stimulants. Although such findings should certainly not encourage anyone to smoke, some studies are focusing on benefits of nicotine therapy in adults with ADHD. Recent studies suggest that smokers require less frequent repeated revascularization after percutaneous coronary intervention (PCI). Risk of ulcerative colitis has been frequently shown to be reduced by smokers on a dose-dependent basis the effect is eliminated if the individual stops smoking.

Text is available under the Creative Commons Attribution-ShareAlike License additional terms may apply. Text is derived from Wikipedia.


7 Weird and Disgusting Medical Procedures

To be fair, bloodletting is far from a cure-all like medieval doctors believed, but it is still a useful practice in some cases. When someone suffers from excess iron, known as hemochromatosis, bloodletting is an effective means of releasing the built up iron. The treatment is also used to help people who have too many red blood cells in their blood stream, a condition known as polycythemia.

Maggot Therapy

I know most people think the last thing they should ever see at a hospital is a maggot, but they can actually be a quite effective and sanitary way to treat wounds that do not respond to conventional medicinal treatments. The bowfly larvae eat away dead tissue and bacteria, allowing the healthy, living tissue to thrive. "I call them microsurgeons," said Edgar Maeyens, Jr., a doctor in Coos Bay, Oregon, who employs maggot treatment. "They can do what we can't do with scalpels and lasers."

In many cases, the maggots can help treat festering wounds that have been open for weeks, even years, within only a day or two. While the treatment is pretty gross looking, patients rarely feel anything and when they do, it’s generally an itching or tickling sensation and nothing more.

Leech Therapy

What happens when you cross bloodletting and maggot therapy, you get bloodsucking leech therapy. Of course, the leeches aren’t used for everything, including headaches and ear infections, like they were in medieval times instead they are used to help drain blood from swollen parts of the body after reconstructive surgery. Doctors find they are particularly helpful when the areas contain many blood vessels that can easily clot up, like the ear.

New studies are underway to find the effectiveness of leeches in other treatments, such as the reduction of pain and inflammation of osteoarthritis.

Worm Therapy

Apparently there have been thousands of micro-surgeons swarming the earth before mankind began, we just never had the science to back them up until now. Worm therapy is yet another insect treatment that is quite promising, and incredibly disgusting. The treatment involves the use of a parasitic worm (the type depends on the specific condition) being intentionally released within the patient’s body.

While scientists have still not drawn any firm conclusions as to the effectiveness of this treatment and the reason it seems to work, preliminary studies have been largely favorable in showing the parasites do have a positive effect. The worms have been used in a variety of treatments including celiac disease, Chron’s disease, allergies, asthma, multiple sclerosis and ulcerative colitis.

Malaria As A Treatment

How did they treat syphilis before antibiotics were discovered? With a little dose of malaria, that’s how. While it sounds crazy, this treatment is relatively effective. The high fever from the malaria kills the syphilis bacteria and malaria can then be treated with quinine.

If you ever find yourself suffering from syphilis and happen to have malaria treatments on hand, but no antibiotics, you can always try this treatment. Otherwise, it has fallen out of favor since we now have safer methods to treat the STD. Even so, it is still used in some parts of the world.

Fecal Bacteroetherapy

If you were grossed out by any of the other treatments so far, then you may want to skip past this probiotic treatment. Fecal bacteroetherapy is exactly what it sounds like, the treatment of certain diseases with fecal mater. It works by transplanting healthy fecal material from a donor and then inserting it anally via enema into the patient. The healthy bacteria from the sample are believed to help restore normality to the patient.

The treatment is considered quite effective for treating severe inflammatory bowel disorder and may be a good alternative treatment for Chron’s disease and a few other conditions.

Smoking Therapy

Smoking is a bad habit in most cases, but people at high risk of developing Alzheimer’s or Parkinson disease may find the benefits to be worth the risks as studies have shown a 50% reduction in these diseases in smokers.


Service members tried to marry Russian women in exchange for additional benefits.

Fraud — “I do” … Though I Don’t Even Know You

"Six service members stationed in the United States were arrested and charged with defrauding the government for their part in a scheme to marry Russian women in exchange for drawing military benefits. The brother of one of the service-members setup the introduction to the Russian women while living in New York.

The service-members then filed false basic allowance for housing (BAH) and family separation allowance (FSA) claims for their absent wives that defrauded the government of over $234,000. The investigation revealed most of the men never actually lived with their so-called wives.

The service-members were court-martialed, reduced in rank, and ordered to pay restitution equaling the amount of money each received fraudulently. The women, who obtained visas enabling them to stay in the States as a result of the false marriages, were deported."


Top 10 Most Notorious Insanity Defense Cases

The insanity defense is one of the most popularly depicted criminal defense strategies in television and film culture. In legal definition, the McNaughten rule dictates that a person may be considered not responsible for a crime if their state of mind is in a diminished capacity, or he did not know it was wrong. This has given life to the perception that the defense has an easy solution to evading jail time. For example, the perception was further fueled by the portrayal of Jack Nicholson&rsquos character in One Flew Over the Cuckoo&rsquos Nest, who chose to be committed to a mental hospital to avoid hard labor in jail.

Nonetheless, the insanity defense as a strategy is fascinating. Its validity has been widely debated since its inception in the 20th century, mainly due to the difficulty in proving beyond a reasonable doubt that the criminal was insane during the commitment of their crimes. There are also ethical implications of allowing deranged criminals to avoid incarceration. The following list explores some of the most notorious cases and debunks some of their popular misconceptions at the same time.

In 1941, the two brothers robbed a payroll truck in Manhattan and killed an office manager and a police officer in the process. In the subsequent trial, the brothers attempted to prove their insanity through extreme behavior. For example, they would bang their heads against the table until they bled, bark like dogs, drool, and cry uncontrollably. The court was unconvinced and proceeded to charge them for their offenses. Towards the end of their incarceration, they pursued a hunger strike for a total of 10 months, refusing any food. On the 12th of March 1942, they were taken to the electric chair in a state of near-death and executed. To this day, the Espositos&rsquo trial verdict remains a record for deliberation, which took approximately one minute to deliver. In its time, it served to correct the misconception that criminals who plead an insanity defense often walk as free men, which is rarely the case. Even if a person was determined to be mentally ill, a study at a mental institution in New York found that some patients spent a far longer amount of time committed than they would have spent in prison for their crimes.

This was the first use of the insanity plea in the United States. Daniel Sickles was known for being a New York politician and Civil War Union General as much as his public scandals and controversies. He married Teresa Bagioli when he was 33. She was 15 at the time. This was also the same man who chose not to present his pregnant wife at home to Queen Victoria but instead hired the services of a common prostitute, Fanny White, for the dignified task. However, his greatest scandal came when he shot and killed Philip Barton Key in Lafayette Park for having an affair with said wife, Teresa. In the much-publicized trial, he claimed temporary insanity as he was enraged with his wife&rsquos infidelity at the time. Before an all-male jury, Daniel Sickles was acquitted of murder charges in 1859. In the aftermath of the trial, the public was not only nonchalant to the outrageous claim but applauded his actions for liberating the ladies of Washington from the adulterer Philip. Coincidentally, Philip was also the son of Francis Scott Key, the writer of &ldquoThe Star-Spangled Banner.&rdquo

In 1981, Steinberg was charged with killing his wife, Elena, with a kitchen knife. Elena was stabbed 26 times. It should also be noted that Steinberg was the one who called the police reporting an attempted burglary gone awry, though the police found no signs of a break-in. The case drew much publicity in Arizona not only for the heinous crime but because it was a case of homicidal somnambulism, or simply known as sleepwalking murder. To quote legal argument, &ldquoThe defendant was not in his normal state of mind when he committed the act. Sleepwalking is parasomnia manifested by automatism thus, harmful actions committed while in this state cannot be blamed on the perpetrator.&rdquo Steinberg claimed he did not remember the crime and was sleeping at the time, hence the murder while sleepwalking. Not only that, he did not deny the fact that he murdered his wife. In his criminal trial, the jury found him not guilty because he was temporarily insane when he committed the crime. Although Steinberg fabricated the story about the intruders, he walked away as a free man. Members of the jury were also quoted later as saying they were aware that they were releasing a killer, but he was not criminally responsible for his actions.

Andrea Yates was convicted in 2002 for the capital murders of three of her five children and sentenced to life in prison, where she was to serve at least forty years. Yates&rsquos life appeared normal she was an athlete, a college graduate, and a registered nurse. But, in 2001, the world learned about Yates&rsquos inner struggles when she filled a bath with water and methodically drowned, one by one, her five children: Noah, 7 years old John, 5 years Paul, 3 years Luke, 2 years and Mary, who was just 6 months. She then phoned the emergency services and asked the police to come to the house. She also called her husband, Rusty, at work and told him he needed to come home. When a police officer arrived and asked her what was wrong, she immediately told him, &ldquoI killed my kids.&rdquo

In 2005, her conviction was overturned, and a new trial was ordered. Yates was retried in 2006 and found not guilty of murder by reason of insanity. Yates had a long medical history of suffering from severe postpartum depression and postpartum psychosis. She experienced episodes of psychotic behavior after the birth of each of her children. In jail, she claimed she had considered killing the children for 2 years. Yates also claimed she was not a good mother and that she was marked by Satan. And the only way to save her children from hell was to kill them. Even though she sought treatment for a mental disorder, Yates said she wasn&rsquot depressed because she never cried.

Yates&rsquos attorneys insisted that her post-partum depressions played a significant role in her actions. Her case also shed light on the inadequate insurance coverage for people with mental health disorders. Just weeks before the murders, Yates was released from a mental hospital because her insurance stopped paying. She was told by her psychiatrist to think happy thoughts. Despite warnings from her doctors, she was left alone with the children. This was one of the cases when the plea, innocent by reason of insanity, was justified.

The next entry on the list is probably the most famous one yet. In 1981, Hinckley developed an obsession with the movie Taxi Driver, in which Jodie Foster stars as a child prostitute, and Robert De Niro plays Travis Bickle, who plots to assassinate the presidential candidate in the film. He personally watched the movie 15 times consecutively and grew infatuated with Jodie Foster. Hinckley then began to stalk the actress by relocating to New Haven, Connecticut, near Yale University, where she was enrolled. He signed up for a Yale writing class, slipped her poems and messages through her door, and called her persistently. As he grew more desperate in his attempts, he even considered taking his own life in front of her to gain her attention. Eventually, he decided to attempt an assassination on President Ronald Reagan. As the president left the Hilton Hotel, he shot six times at Reagan, wounding a few other people in the process. One of the bullets hit the president in the chest, but he survived the attempt. Hinckley&rsquos defense team pled for an insanity defense and succeeded he was acquitted of all 13 charges of assault, murder, and weapon counts. Due to the high profile of the case, the public perceived the insanity defense as a loophole in the legal system, which allowed a clearly guilty criminal to dodge incarceration. The controversy lay in the fact that before the assassination attempt, the insanity defense was only used in 2 percent of the felony cases and, in those cases, failed over 75 percent of the time. Nonetheless, most states were pressured to enact legislative reforms regarding the use of the insanity defense.

In 1994, Jenny Jones, a national talk show host, was in the midst of producing a program about same-sex crushes. They hunted for people who would openly admit to having a crush on television and found Scott Amedure, who had a crush on his friend Jonathan Schmitz. The show&rsquos producers invited Schmitz to the show, explaining that someone had a crush on him. The producers reasserted that Schmitz was fully aware that the show was about same-sex crushes. Schmitz would later claim that he expected to find his ex-girlfriend on stage but found Amedure instead, who described his sexual fantasy involving Schmitz on the program. Three days later, Amedure left Schmitz a suggestive note. Upon finding the note, Schmitz purchased a shotgun, confronted him, and finally shot him twice in the chest, killing him. This is a special entry because of the defense used, known as the gay panic defense. It is defined as a state of temporary insanity caused by undesirable homosexual advances. It is controversial because it is a little-known psychosis, and its validity is widely debated within jurisdictions. The media then lampooned the case as the Jenny Jones trial. Despite the defense, Schmitz was found guilty of second-degree murder and sentenced to 25 to 50 years in jail. The Jenny Jones Show was also later sued for negligence for creating a hostile scenario without considering the potential consequences. They were found guilty, but the judgment was overturned on appeal.

Lorena and John Bobbitt were a young couple from Virginia. John had a history of mentally and sexually abusing Lorena throughout their marriage. On June 23rd, 1993, John arrived home highly inebriated and proceeded to rape Lorena. After the incident, Lorena stepped into the kitchen for a drink of water and saw a carving knife on the counter. This evoked memories of the years of domestic abuse that had been taking place. Lorena then walked back into the bedroom where John was sleeping and &ldquocut off almost half of his penis&rdquo with the knife. With the severed penis in hand, Lorena left the apartment, drove to a field, and threw it away. Finally, she made the call to 911, in which a team then searched for the genitalia and was able to recover it. John was taken to the hospital, and his penis was able to be surgically reattached. During the trial, Lorena revealed the details of their marriage and the domestic abuse. Her defense claimed that she was suffering from clinical depression from it, causing her to wound her husband. The jury deliberated, and Lorena was acquitted of the charges due to temporary insanity and could not be held responsible for her actions. She was, however, ordered to undergo psychiatric evaluation for 45 days and was released thereafter. In the aftermath of the much-publicized trial, she appeared on the Oprah Winfrey Show to talk about her experience and has since been an advocate for domestic violence causes.

Dahmer was a notorious serial killer and sex offender in 1991. His long list of offenses involved sex, cannibalism, necrophilia, and dismemberment. Since he was a child, he had shown symptoms of withdrawal and avoidance of any social interactions. He would collect dead animals, then dissect, dissolve, or mutilate them in various ways. He committed the first murder in 1978, bludgeoning to death Steven Hicks, a hitchhiker, because &ldquothe guy wanted to leave, and I didn&rsquot want him to.&rdquo In September 1987, he picked up Steven Tuomi at a gay bar and killed him out of impulse, claiming no memory of the event later in the trial. In 1988, he was also arrested for giving drugs and sexually fondling a 13-year-old boy, Somsack Sinthasomphone. As a registered sex offender, he would then proceed to commit 15 more murders, storing the corpses in vats. Dahmer kept trophies of his victims, such as human skulls and genitalia in the closet and &ldquosaving&rdquo biceps and the human heart in the freezer for later consumption. In 1991, Tracy Edwards, a would-be victim, overpowered Dahmer, ran through the streets, and waved for the police car.

In the trial, Dahmer pled not guilty by reason of insanity. The plea was subsequently rejected, and Dahmer was convicted of all 15 murder charges and sentenced to 15 consecutive life sentences. The case was seen by many as the death of the insanity plea. They contended that if a deranged criminal like Dahmer is rejected on the insanity plea, no other criminal would qualify to use the defense.

Gacy was a prolific serial killer in the 1970s in the U.S. He gained notoriety as the Killer Clown for dressing up as &ldquoPogo the Clown&rdquo and performing at parties and events. He later raped and killed 33 young boys and men in Chicago. He claimed that he lost count of how many of his victims he had buried in a crawl space he dug and reported that he had thrown 5 of them into the Des Plaines River because it had run out of room. The discovery of his murders and subsequent arrest shook the community, as he was known for his active involvement with local projects and his volunteer work as the said clown, even meeting the First Lady Rosalynn Carter who personally thanked him for his efforts. Many of his victims were lured into his home and then murdered through asphyxiation by a tourniquet, not strangulation. This meant that they were cut off from most but not all of the oxygen supply, resulting in the victims convulsing for an hour or two before the eventual death.

He pled not guilty by reason of insanity and produced psychiatric experts who would testify for his case. The prosecution team rejected this due to the extensive measures Gacy took in avoiding detection, including ordering his own construction company&rsquos employees to dig the crawl space, which he claimed to be a drainage trench. Also, his defense team actually attempted to argue that all of the 33 murders were due to accidental erotic asphyxiation, a claim which the county coroner quickly refuted. Gacy was found guilty of each murder and was sentenced to death by lethal injection.

Even after his sentencing, he continued to draw controversy. During his 14 years spent on death row, Gacy painted various drawings, which were sold for amounts up to $9,500. This drew the ire of the community towards Gacy for making money from the sales and the art exhibitions held in his name, leading to communal bonfires in which the paintings were bought for the sole purpose of being burned. Not only that, but Gacy also inspired films and books which chronicled his killings and life. One of the more notable books was written by Jason Moss, who was so fascinated by serial killers that he established communication with Gacy on death row, pretended to be a gay hustler, visited him face to face, and claimed he was almost Gacy&rsquos final victim. He was dubbed as a serial killer groupie due to his intense fascination, and in 2006, Moss committed suicide from a gunshot to the head.

&ldquoThey smelled too bad&rdquo was a quote from Ed Gein, who claimed that he would never have intercourse with any of the dead bodies he dug out of their graves. What he did take an interest in, however, was skinning the corpses and wearing them. On other occasions, he would collect various body parts and use them as decorative items at his homestead in Wisconsin. For example, a suit made of human skin, a belt made out of female nipples, a lampshade made out of a human face, a refrigerator filled with human organs, vulvas in a shoebox, and many others, including noses, skulls, heads, and a pair of lips on a drawstring.

This grave robber was perversely fascinated with his deceased mother and the intimacy of female body parts. In 1957, he was arrested and tried for the murder of Bernice Worden, although he also confessed to killing at least two others but was not charged due to cost issues, according to the judge in his case. Gein pled not guilty by reason of insanity and was deemed legally insane. After an 11-year stint in the hospital for the criminally insane, he was tried in 1968 and was found guilty of first-degree murder. Gein served a life sentence in a mental hospital until his death.

Gein gained further notoriety because the county sheriff Art Schley was so horrified by the severity of his crime that he assaulted Gein during questioning. He subsequently suffered a heart attack and died a month after testifying at the trial. In modern-day pop culture, Gein served as character inspirations to a myriad of famous horror movie franchises. Gein tops the list for being most notorious due to the film industry&rsquos obsession with Gein, immortalizing him in seemingly literal depictions of his character such as Leatherface in The Texas Chainsaw Massacre and Buffalo Bill in The Silence of the Lambs, who were fond of grotesque dismemberment and skinning of their victims.