Notícia

Freddy Silva

Freddy Silva

Freddy Silva é um autor de best-sellers e um pesquisador líder de história alternativa, conhecimento antigo, locais sagrados e a interação entre templos e consciência. Ele também é o maior especialista mundial em círculos nas plantações.

Seus cinco livros foram publicados em cinco idiomas:

A ARTE PERDIDA DA RESSURREIÇÃO: Iniciação, Câmaras Secretas e a Busca do Outro Mundo.

O PROJETO DIVINO: Templos, locais de poder e o plano global para moldar a alma humana.

FIRST TEMPLAR NATION: Como os Cavaleiros Templários criaram o primeiro estado-nação da Europa.

CHARTRES CATHEDRAL: O guia perdido ou herege.

SEGREDOS NOS CAMPOS: A ciência e o misticismo dos círculos nas plantações.

Por mais de quinze anos, ele tem sido um palestrante internacional, com aparições notáveis ​​na Conferência Internacional de Ciência e Consciência, na Sociedade Internacional para o Estudo de Energias Sutil e Medicina Energética e na Associação para Pesquisa e Iluminação, além de participações em Discovery. Canal, BBC e programas de rádio como Coast To Coast. Descrito por um CEO como "talvez o melhor orador metafísico do mundo no momento".

Ele também é documentarista, fotógrafo de arte e conduz viagens privadas a locais sagrados na Inglaterra, França, Egito, Yucatan, Malta, Peru / Bolívia, Escócia e Irlanda.

Livros

A Arte Perdida da Ressurreição: Iniciação, câmaras secretas e a busca pelo Outro Mundo.

Primeira nação templária: como os cavaleiros templários criaram o primeiro estado-nação da Europa e um lar para o Graal.


    Freddy Silva

    Desde 2014, Freddy Silva lidera viagens ao México, Guatemala, Peru e Egito para as Jornadas da Terra Sagrada. Nossas próximas viagens são O Lado Oculto dos Templos Egípcios, Bem-vindo aos Portais do Peru e Templos Maias de Transformação com Freddy Silva e Miguel Angel Vergara, para Yucatan, México.

    Freddy Silva é um autor de best-sellers e um importante pesquisador de civilizações antigas, história restrita, locais sagrados e sua interação com a consciência. Ele tem seis livros publicados em seis idiomas.

    Descrito por um CEO como "talvez o melhor palestrante metafísico do mundo agora", por duas décadas ele foi um palestrante internacional e faz aparições regulares na Gaia TV, The History Channel, BBC e programas de rádio internacionais, como Coast To Costa.

    Ele também é documentarista, fotógrafo de arte e lidera viagens esgotadas a locais sagrados no México, Guatemala, Egito, Peru e Bolívia com as Jornadas da Terra Sagrada.

    The Missing Lands: Uncovering Earth & rsquos Civilização pré-diluviana

    A arte perdida da ressurreição: iniciação, câmaras secretas e a busca pelo outro mundo

    O Projeto Divino: Templos, Locais de Poder e o Plano Global para Moldar a Alma Humana

    Primeira nação templária: como onze cavaleiros criaram um novo país e um refúgio para o Graal

    Catedral de Chartres: o guia desaparecido ou herege

    Segredos no campo: a ciência e o misticismo dos círculos nas plantações

    Freddy Silva liderou viagens à Grã-Bretanha, França, Malta, Peru, Portugal, Yucatan e Egito. Se você estiver interessado em criar um tour personalizado com Freddy, entre em contato conosco para um orçamento!

    Andrew Harvey é um autor, professor espiritual e fundador do Institute of Sacred Activism, dedicado a criar um novo mundo fundado na compaixão universal e na paixão sagrada por toda a vida.

    Freddy Silva é um dos maiores pesquisadores mundiais de civilizações antigas, locais sagrados e sua interação com a consciência. Ele é o autor de best-sellers de O Projeto Divino.

    Phil Cousineau é escritor, professor, acadêmico independente, documentarista, líder de viagens, contador de histórias e autor de mais de 30 livros, incluindo o best-seller nacional A arte da peregrinação, O Livro das Estradas, e Alimentando os fogos criativos, vencedor do Prêmio Livro do Ano da & ldquoSpirituality & amp Health Magazine. & rdquo

    Miles Neale é psicoterapeuta budista, professor espiritual e autor. Ele é membro do corpo docente da Tibet House (EUA) e do Weill Cornell Medical College, e lidera peregrinações ao redor do mundo budista.

    Treinado pelo avô desde os 6 anos, Puma percorre o caminho de um tradicional curandeiro andino. Falando para milhares de pessoas em todo o mundo, ele é reconhecido como um guardião da sabedoria ancestral.

    O professor mestre maia Miguel Angel estudou por 17 anos com o ancião maia e guardião da sabedoria, Don Vincente Martin, e ministra seminários no México e no exterior sobre xamanismo, tradição e cultura maia.

    Sanna Sanita é uma líder transformacional com foco na sexualidade sagrada e no despertar. Ela é cofundadora da Dearmouring Arts School e dirigiu retiros em todo o mundo.

    Geshe Tenzin Zopa é um prolífico professor internacional, autor de 12 livros e Geshe viajante (Doutor em Filosofia Budista) para a Fundação para a Preservação da Tradição Mahayana.

    Por meio de seu estudo com xamãs indígenas, Daniel Stone fundou o Centro do Sonho Consciente em 2000. Além de liderar retiros, ele é autor, músico e artista internacional.

    Craig Marshall é um líder de pensamento transformacional, mentor e ex-monge da ioga, com experiência como ator infantil de Hollywood, que agora dedica sua vida a ajudar as pessoas a realizar seus sonhos de vida.

    Virginia Schenck, VA, é uma talentosa vocalista de jazz internacional, artista vocal e líder de retiro que leva os ouvintes em uma peregrinação com música que é autêntica e inspiradora.

    Alexina Mehta é uma médica naturopata que inspira outras pessoas a acessarem seu potencial de cura criativo inato. Por meio de seus ensinamentos, ela busca capacitar as pessoas a fazer o que é possível para elas.

    Jaisri M. Lambert pratica e ensina terapias naturais desde 1983. Ela desenvolveu um profundo conhecimento do Ayurveda clássico e adora compartilhar sua sabedoria de cura ancestral.

    Mort Rosenblum é um repórter, autor e educador que viveu em Paris por mais de 40 anos e escreveu 5 livros com a França em seu coração. Ele conhece Phil Cousineau desde os anos 1980.

    Michele Labelle tem gostado de ensinar ioga Hatha, Restauradora e Kundalini desde 2003. Ela facilitou retiros de ioga locais e globais e adora compartilhar sua paixão pela Índia e pelo Taiti com seus companheiros de viagem.

    Jhaimy Alvarez-Acosta é um respeitado guardião da sabedoria andina, curandeiro tradicional e guia espiritual do Peru. Ele apóia as pessoas a superar suas limitações para se conectar com seu coração e verdadeiro propósito.

    Angela Prider é uma curandeira espiritual e professora que trabalhou por mais de 20 anos com guardiões da sabedoria indígena. Ela compartilha seu conhecimento por meio de eventos, programas e palestras.

    Jaime Kowal é fotógrafo profissional, autor, professor e empreendedor social. Ela se especializou em fotografia de viagem e retratos, capturando com maestria a beleza de tudo que encontra.

    Yut é um guia turístico premiado e traz consigo uma riqueza de conhecimentos sobre a história, cultura e filosofia budista do Camboja.

    Todd Caldecott é um fitoterapeuta clínico, praticante de Ayurveda e autor do livro Alimentos como remédios, cujo interesse em saúde espiritual e física o levou a diversos locais globais.

    Narinder Kumar é um guia turístico qualificado e experiente, dedicado a fornecer experiências autênticas e culturalmente ricas para os participantes da excursão.

    Insiya Rasiwala-Finn é uma professora de ioga Vinyasa nascida em Bombaim e escritora de spa e bem-estar que ajudou a co-criar Blissology, um sistema de ioga baseado em alinhamento único, com seu marido Eoin Finn.

    Eoin Finn é um iogue, surfista, Blissologist e adorador do oceano. Ele fundou a Blissology em 1999 e ensinou e escreveu sobre este sistema de ioga baseado em alinhamento único em uma escala global.

    Juan Ruiz Naupari, psicólogo, é o fundador e diretor internacional do Instituto Pneuma, que organizou a visita de H.H. o XIV Dalai Lama a Porto Rico em 2004.

    Padma, Marla Stewart B.Sc., é professora certificada de Ciências Iogênicas Avançadas e Meditação e Hatha Yoga, e é uma das professoras sênior do Canadá e rsquos na ponte entre as práticas ocidentais e orientais.

    Mooh Hood abraçou muitas tradições em sua jornada espiritual e por 38 anos tem trabalhado com os artesãos de Bali. Ela tem conduzido viagens a este país espiritualmente rico por mais de 15 anos.

    O autor Stephen Mehler é um egiptólogo independente e foi o principal aluno do guardião da sabedoria indígena egípcio, Abd & rsquoEl Hakim Awyan, por 16 anos. Ele está trabalhando em seu terceiro livro sobre egiptologia.

    Jeffrey Armstrong (Kavindra Rishi) é um filósofo, professor espiritual, praticante de ioga de longa data, poeta premiado, autor de best-sellers e fundador da VASA, a Academia Védica de Ciências e Artes.

    Gretchen Andersen leciona no México e em outros lugares há mais de 35 anos. Ela pesquisou e praticou caminhos multidisciplinares de cura, consciência e desenvolvimento espiritual.

    Lori Goldberg é uma artista e educadora cujas pinturas foram exibidas no Canadá e na Europa. Ela adora compartilhar seu trabalho e leciona em universidades e workshops por todo o mundo.

    Ivan Rados é um curandeiro, vidente, professor, guia espiritual, artista e autor aclamado internacionalmente conhecido. Ele utiliza sua arte, a geometria sagrada, no processo de cura e orientação espiritual.

    Como uma visionária do coração, Ela Rezmer cria milagres, convidando as pessoas a co-criar comunidades conscientes que estão enraizadas nos princípios de conexão profunda e inter-relação de toda a vida.

    Karen Rae é uma mística celta, curadora do som e guardiã da sabedoria. Uma devotada praticante de meditação por mais de 20 anos, ela é uma estudante da Mãe Divina, Siddha Yoga e do caminho de Shambhala.

    Vaidya Madhu é praticante de Ayurveda desde 1976 e tem viajado pelo mundo dando palestras e fornecendo experiência clínica em muitos campos, incluindo o conhecimento médico nativo de Newari.

    Vasana Spogliarich, EleCT, MBRCP, viajou e viveu no exterior por 22 anos na Europa, Ásia, África e Austrália. Ela é atraída pelo Japão por suas qualidades de religiosidade e respeito pela vida.

    Pema Tashi é um guia cultural certificado pelo Departamento de Turismo e tem mais de uma década de experiência na Indústria do Turismo. Ele é, por nascimento, um budista e um grande seguidor da filosofia budista.

    Ida Bagus Ketut Artayasa está envolvida com a indústria de viagens há mais de 30 anos. Ele é especialista em arte, cultura e passeios espirituais por Bali. Ele também é um mestre de aldeia que trabalha regularmente com turistas.

    Aarti Bhalla é um praticante de medicina alternativa, um ambientalista apaixonado e um guia turístico experiente. Ela tem amor por viagens e espiritualidade, e por mostrar a herança cultural indiana.

    Mina Tilakraj é uma guia experiente e já conduziu muitas excursões especializadas em fotografia, arquitetura, vida selvagem e culinária. Ela também fundou uma ONG e dá palestras sobre ioga e cultura indiana.

    Professor espiritual renomado, curador e autor, Dr. Richard Jelusich, Ph.D. leciona, dá palestras, workshops e sessões privadas há mais de 20 anos. Ele é o autor de Olho do lótus e Eu posso relacionar.

    Dra. Vivian Zaki, Ph.D. é formado em Arqueologia e Turismo com mais de 15 anos de experiência guiando grupos no Egito. Ela é uma egiptóloga extremamente experiente e nossa guia turística local.

    O Dr. Chris Sopa é um psicólogo de renome mundial, conferencista e pesquisador sobre autoconsciência e inteligência emocional. Ela é autora de três livros, incluindo Choosing the Life You Were Born to Live.


    Freddy Silva - História

    Postado em 27 de outubro de 2017.

    A história convencional afirma que nove homens formaram uma irmandade chamada Cavaleiros Templários em Jerusalém em 1118 para fornecer proteção aos peregrinos que viajavam para a Terra Santa. Invertendo esta narrativa histórica de longa data, Freddy Silva mostra que a Ordem do Templo existia uma década antes no lado oposto da Europa, que a proteção dos peregrinos foi confiada a uma organização separada, e que, em aliança com os monges cistercienses e a igualmente misteriosa Ordem de Sion, os Templários executaram um dos planos mais ousados ​​e encobertos da história: a criação do primeiro Estado-nação da Europa, Portugal, com um deles como rei.

    Incluindo mais de 700 referências, muitas de fontes novas e raras, Silva revela Portugal, não Jerusalém, como o primeiro reduto dos Templários. Mostra como houve onze membros fundadores e como o primeiro rei de Portugal, um templário secreto, era parente de Bernardo de Clairvaux, chefe dos cistercienses. O autor explica a motivação dos Templários para criar um país longe das garras de Roma, onde eles pudessem conduzir sua iniciação de ressurreição em vida & # 8211 cujos candidatos foram declarados "ressuscitados dos mortos" & # 8211 um segredo pelo qual a Igreja silenciou milhões e que o Templários protegidos até a morte.

    Colocando os intrépidos Cavaleiros em um tempo e lugar anteriormente desconhecidos, a narrativa histórica de Silva revela as raízes portuguesas dos principais membros fundadores, sua relação com a Ordem de Sion, a devoção inabalável dos Templários a Maria Madalena e João Batista, e como eles protegeram um linhagem sagrada em Portugal. Ele também fornece evidências de locais sagrados templários secretos, câmaras de iniciação e passagens ocultas por todo Portugal, muitas vezes coincidindo com templos pagãos e neolíticos, e explica como seu local mais importante forma um triângulo perfeito com a Abadia de Mont Sion em Jerusalém e o templo de Osirion No Egito. O autor também reavalia o significado do Graal e revela sua localização exata, oculta à vista de todos até hoje.

    Freddy Silva por mais de uma década tem sido um autor de best-sellers e pesquisador independente de sistemas antigos de conhecimento, história alternativa e mistérios da terra.

    Seus trabalhos publicados incluem: O Projeto Divino: Templos, Locais de Poder e o Plano Global para Moldar a Alma Humana Primeira nação templária: como os cavaleiros templários criaram a Europa e o primeiro estado-nação # 8217s A arte perdida da ressurreição: iniciação, câmaras secretas e a busca pelo outro mundo Catedral de Chartres: a falta de um guia herege e Segredos no campo: a ciência e o misticismo dos círculos nas plantações

    Ele também é um documentarista com os títulos & # 8216Otherworld & # 8217, & # 8216Stairways To Heaven & # 8217 e & # 8216Templemaking & # 8217. Ele também é um colaborador regular de revistas e conduz viagens a locais sagrados na Inglaterra, Escócia, Irlanda, Peru, França, Portugal, Malta e Egito.

    Ele é um recurso permanente no circuito internacional de palestras, com apresentações notáveis ​​na Conferência Internacional de Ciência e Consciência, na Sociedade Internacional para o Estudo de Energias Sutil e Medicina de Energia e na Associação para Pesquisa e Iluminação. Ele também apareceu inúmeras vezes em programas de rádio nacionais e internacionais.


    O SOM ESTÁ ATRÁS DA CRIAÇÃO DE CÍRCULOS DE CULTURA?

    F ou, ao longo de vinte anos, o normalmente pitoresco e tranquilo campo inglês foi lentamente invadido por um fenômeno mais semelhante a "It Came From Outer Space" do que ao chá com creme. Os campos há muito acostumados a entreter trigo, cevada ou canola estão, com frequência crescente, hospedando pictogramas magníficos na forma de círculos nas plantações: áreas de cultivo achatado de até 100.000 pés quadrados, onde as plantas são dobradas 2,5 cm acima do nível do solo e suavemente dispostos em pictogramas geometricamente precisos, sem sinais visíveis de danos ou penetração humana.

    Mas o que começou como um fenômeno local nos arredores de Stonehenge e Silbury Hill tornou-se uma grande exportação britânica: até o momento, cerca de 8.000 círculos nas plantações foram relatados em todo o mundo.

    Se eles pudessem, certos documentários de televisão fariam você acreditar que todos os círculos nas plantações não foram nada mais do que o trabalho de dois homens simples e idosos armados com uma prancha de madeira e um boné de beisebol com um acessório de arame ridículo que, eles afirmam , ajudou a fazer círculos matematicamente corretos e linhas retas de régua na escuridão total.

    Mas, nesses programas, a carne com osso da pesquisa é sistematicamente retirada antes de chegar à mesa e o que resta ao público é uma oportunidade de se desligar diante da apresentação de uma agência humana que aparentemente explica todo o fenômeno. É por isso que existe tanta descrença, até mesmo hostilidade, em relação aos círculos nas plantações aos olhos do público. No entanto, apesar das tentativas consistentes, pesquisadores, cientistas e fraudadores não conseguiram replicar todos os tipos de fenômenos associados a círculos nas plantações genuínos: plantas tortas, não quebradas ou danificadas, cromossomos radicalmente alterados, esgotamento massivo da bacia hidrográfica, alterações de elementos do solo, grandes discrepâncias em radiação de fundo e campos eletromagnéticos, padrões de energia dowsable e de longa duração e assim por diante.

    O mais perturbador para os defensores da fraude foi a descoberta pelo professor emérito de astronomia, Gerald Hawkins, da geometria euclidiana e das proporções diatônicas presentes nos círculos nas plantações, características que exigem uma familiaridade além da matemática básica e ainda devem ser encontradas em designs controlados ou não controlados. hoaxes.

    Tanto, então, para dois caras e um grande dois por quatro.

    Mas o que, então, está fazendo com que vários milhares de pés quadrados de colheita repentinamente se transformem em designs de imensa complexidade e beleza hipnotizante?

    Ao cortar os caules das plantas afetadas, uma fragrância maltada é detectada, sugerindo que eles foram "cozidos" por dentro. No entanto, eles permanecem ilesos. Uma segunda observação de solo revela que uma quantidade perceptível de água subterrânea dentro e ao redor dos círculos nas plantações parece ter desaparecido (isso é corroborado por minha análise fotográfica de infravermelho). O solo dentro de uma formação está geralmente seco, até rachado, apesar das chuvas noturnas. Análise exaustiva de laboratório em centenas de círculos nas plantações de 1991 a 1995 pelo biofísico Dr. W.C. Levengood revela mudanças físicas e biofísicas nas plantas dentro dos círculos nas plantações: seus nódulos são literalmente abertos para formar "cavidades de expulsão", um efeito exclusivo para formações de plantações e reproduzido em um ambiente de laboratório por meio de "uma taxa muito rápida de aquecimento". 'Levengood também descobriu alterações na germinação e desenvolvimento de embriões de sementes, alterações no comprimento do nó do caule da planta e circunferência (até 200 por cento em um caso), e diâmetros de fosso de parede celular aumentados em bract tecido - ações consistentes com a aplicação de intensa aquecer.

    Isso leva à especulação de que as plantas afetadas são "submetidas ao microondas" por um período de duração muito intenso, mas breve. A água subterrânea é parcialmente vaporizada, parcialmente sugada para dentro da planta, evitando assim que o campo pegue fogo, enquanto as hastes são flexíveis o suficiente para dobrar sem rachar, permitindo que sejam facilmente manipuladas em padrões precisos. Mas isso não leva em conta os desenhos geométricos.

    O componente geométrico.

    Olhe para 20 anos de fotos aéreas desses agriglifos e é difícil negar sua precisão melódica, suas formas circulares resplandecentes com ondas abstratas, mas harmônicas de energia invisível. Não é de surpreender, então, descobrir desenhos de círculos nas plantações exibindo os princípios da geometria sagrada, seja visualmente ou velada dentro do projeto de construção, da mesma forma que o conhecimento esotérico antigo estava escondido dentro da estrutura de fábulas ou monumentos religiosos.

    Em seu trabalho visionário, The Sophistication of Agriglyth Geometry, John Martineau foi talvez o primeiro a visualizar essas informações codificadas nas fases iniciais do fenômeno, minhas próprias dissecações de fotografias aéreas também provaram o mesmo para os projetos nos últimos anos. Mesmo o que às vezes parecem ser elementos soltos ou aleatórios dentro e fora do perímetro das formações - como pequenos círculos desconectados ou 'metralha' e caixas retangulares - são colocados ao longo de uma matriz invisível de alinhamentos pentagonais e hexagonais com base na geometria proporcional e Golden Razões médias.

    Em Science News (fevereiro 92), o Prof. Hawkins deu um passo adiante, usando os princípios da geometria euclidiana para provar que quatro teoremas podem ser derivados das relações entre os elementos em círculos nas plantações. Mais significativamente, ele descobriu um quinto teorema do qual poderia derivar os outros quatro. Apesar de um desafio aberto, dezenas de milhares de assinantes do Science News e do Mathematics Teacher foram incapazes de criar tal teorema, que o próprio Euclides havia apenas sugerido vinte e três séculos antes. Posteriormente, apareceu como cevada achatada em Litchfield, Inglaterra, em 1995.

    Os gregos antigos comentaram uma vez que & quotgeometria é música congelada & quot. Para seus professores egípcios, a geometria sagrada e a música estavam inextricavelmente ligadas, uma vez que as leis da primeira governam os intervalos matemáticos que constituem as notas na escala musical ocidental - as proporções diatônicas. Coincidentemente, os teoremas euclidianos de Hawkins também produziram razões diatônicas. Então, pela primeira vez, teoremas geométricos foram ligados à música e os círculos nas plantações mostraram conter notas musicais, que são, elas mesmas, o subproduto das leis harmônicas da frequência do som.

    Os próprios campos ofereciam pistas flagrantes que apontavam para um componente de som. Em 1996, um círculo na colheita demonstrou a combinação de duas figuras importantes, o triângulo 3, 4, 5 e a Média Áurea, o que nos dá o diagrama necessário para produzir proporções musicais (como exemplificado em The Divine Proportion de H.E. Huntley).

    Então, uma formação notável em Goodwood Clatford - que teve suas plantas dobradas a quinze centímetros do topo - deu o proverbial aceno de cabeça para o som. Pois aqui estava uma representação de um padrão cimático em 5.000 pés quadrados de cevada. E isso levou direto a uma arma fumegante.

    Em 1967, o cientista suíço Hans Jenny publicou o primeiro de seus estudos meticulosos sobre os efeitos vibracionais em meios físicos como água, gesso, óleo e areia. Cymatics. Ao transmitir o som na forma de uma frequência monitorada por meio desses elementos, ele foi capaz de capturar no filme o padrão geométrico exato que o som faz conforme suas vibrações se movem por essas substâncias. Mudar a vibração alterava a forma da geometria capturada na substância receptora - uma baixa frequência produzia um círculo simples circundado por um anel, enquanto uma frequência mais alta aumentava o número de anéis concêntricos ao redor de um círculo central. À medida que as frequências aumentavam, também aumentava a complexidade das formas, a ponto de se poder discernir tetraedros, mandalas e formas pitagóricas. Jenny não só conseguiu solidificar o som, mas também permitiu que a humanidade observasse música congelada.

    Jenny também forneceu uma conexão física para a criação de círculos nas plantações, já que muitos dos padrões vibracionais encontrados em suas fotos imitavam seus designs. Alguns eram imitações gritantes, como um círculo cercado por anéis concêntricos dos anos 80, o tetraedro no Castelo de Barbury em 1991, as mandalas e a teia de aranha de 1994, até mesmo os fractais estelares de base pitagórica altamente estruturados de 1997. Outras fotos demonstraram a construção geometria codificada dentro de círculos nas plantações, mas apenas visível após dissecção de fotografias aéreas por bússola ou computador.

    Mas há ainda outra coincidência: a relação entre a complexidade crescente das geometrias cimáticas de Jenny em proporção ao aumento da frequência dispensada corresponde ao desenvolvimento sequencial histórico dos pictogramas. Os círculos nas plantações começaram a aparecer como círculos simples nos anos 70 e se desenvolveram em uma curva exponencial ao longo dos anos 80 e nos complexos pictogramas de hoje, da mesma forma que o trabalho de Jenny mostra o aumento da complexidade do design em relação ao aumento na frequência aplicada.

    Esta coincidência ecoa as repetidas afirmações de muitos canalizadores / médiuns / pessoas sensíveis na fase inicial do fenômeno de que a Terra está passando por uma mudança na frequência - um aumento na taxa vibratória da Terra, um sentimento também compartilhado nas profecias das tribos nativas ao redor o mundo sobre as mudanças na Terra deste período. Outras corroborações vêm da NASA, cujas sondagens recentes da Terra, vistas do espaço, registram um aumento na frequência de 'zumbido' emitido pelo planeta.

    Em seu extenso banco de dados, um importante pesquisador de círculos nas plantações Colin Andrews observa vários relatos de um som vibrante ouvido por pessoas antes de testemunhar a formação de círculos nas plantações. Os relatos descrevem um silêncio total no ar, o canto matinal dos pássaros pára, seguido por um som trinado e o bater de espigas de trigo, apesar da ausência de vento. A colheita então se estabelece em espiral, o episódio inteiro não durando mais do que quinze segundos.

    Este som foi eventualmente capturado em fita magnética e analisado no Jet Propulsion Lab da NASA como sendo de natureza mecânica e batendo a uma frequência de 5,2 kHz. O mesmo som já havia sido ouvido por um cinegrafista da BBC durante a gravação de uma entrevista perto de um círculo de cultivo, pouco antes de cruzar o limite da formação, que tornou obsoletas duas câmeras de TV de $ 50.000. Obviamente, se o som é um componente principal na criação de círculos nas plantações, certamente pode haver interação com ele.

    A localização física das formações pode ter um papel nisso. Em Dowsing Crop Circles, duas décadas de pesquisa coletiva pelos notáveis ​​radiestesistas Richard Andrews e Hamish Miller, entre outros, revela que os círculos nas plantações têm se materializado nas principais linhas ley - a grade de energia magnética da Terra - ou seus afluentes. Miller também observou, junto com Paul Broadhurst em The Sun and the Serpent, como essa energia se concentra em círculos de pedra e túmulos. Imagine sua surpresa ao encontrar círculos nas plantações energeticamente ligados a esses locais antigos e sua grade magnética.

    Em casos notáveis, como a formação fractal tripla de Julia Set ciclópica em Windmill Hill em 1996, círculos nas plantações aparecem sobre o ponto do nó onde as linhas masculina e feminina se cruzam e descarregam padrões de energia dowsable. Essas impressões digitais invisíveis, que podem durar até um ano depois que todos os sinais visíveis da formação foram lavrados, foram descobertas por Miller como tendo estruturas geométricas coerentes - cruzes teutônicas, estrelas de 9, 10 e 12 pontas, os mesmos padrões geométricos que fazia parte do ensino esotérico da matemática nas culturas egípcia, budista e árabe, e desde então popularizada no Ocidente por Pitágoras.

    Essa relação entre geometria, matemática e música é especialmente importante nas mandalas budistas, cujas geometrias elaboradas são reivindicadas como a fisicalização de cantos que são então usados ​​para meditação. Na cultura árabe, essas relações foram meticulosamente preservadas no design de ladrilhos de cerâmica. Em ambos os casos, a geometria espelha os desenhos dos círculos em sua aparência externa ou em seu respectivo esqueleto de construção. O que, por sua vez, traz uma familiaridade com as evidências fotográficas de Jenny.

    Não é por acaso que uma grande porcentagem de círculos nas plantações pode ser identificada com culturas antigas. Até hoje, suas histórias são homenageadas por meio de canções e músicas, seus rituais de cura realizados com som ou ritmo. Em 'Secrets Of The Soil', Peter Tomkins revela como os nativos Hopi dançaram em um campo durante uma seca severa, entoando notas específicas. Na época da colheita, a única área nas vizinhanças a produzir uma safra colhível era aquela exposta a seus tons vibratórios. Uma situação paralela existe na Inglaterra, onde os agricultores cujos campos foram palco de círculos genuínos nas plantações relatam um aumento na produção e plantas com aparência mais saudável e resistentes a pragas.

    Como Robert Lawlor escreveu certa vez em Sacred Geometry: “Ambos os nossos órgãos de percepção e o mundo fenomenal que percebemos parecem ser mais bem compreendidos como sistemas de padrão puro ou como estruturas geométricas de forma e proporção. Portanto, quando muitas culturas antigas escolheram examinar a realidade por meio das metáforas da geometria e da música, elas já estavam muito próximas da posição de nossa ciência mais contemporânea. & Quot A escala musical, construída sobre os harmônicos da geometria sagrada, e agora encontrada dentro da estrutura dos círculos nas plantações, representa a estrutura matemática da alma do mundo porque incorpora a essência do universo modelado nela.

    Será que, por implicação, os círculos nas plantações são a linguagem universal?

    Neles vemos a personificação de elementos musicais e geométricos, uma vez que dão origem a designs de perfeita simetria, proporção e harmonia. Isso pode explicar por que as pessoas simplesmente não ficam tão excitadas com as formações feitas pelo homem, independentemente de quão coerentes elas pareçam, especialmente do ar - suas proporções estão erradas e falham em ativar uma vibração harmônica dentro do observador.

    O mesmo se aplica a um círculo de cultivo genuíno: distorça ou remova apenas um elemento e a comunicação entre o visualizador e o design é interrompida. Simplesmente se torna uma obra de arte sem significado. Mas mostre às pessoas uma mera foto da coisa real e seus olhos brilham, elas se tornam emocionais, tontas, extasiadas, benevolentes, tontas, até nocivas. Em total contraste, um círculo na colheita fraudado provoca reações apáticas e até mesmo negativas.

    Talvez o que ele reconheça seja uma linguagem básica comum a toda a natureza, mas apenas recuperável pelo subconsciente. Nossos olhos podem ser atraídos pelos desenhos em trigo dourado, mas a mensagem real é alcançada em um nível mais profundo, acionado por um código subjacente baseado na geometria sagrada - o mesmo código sobre o qual a natureza é criada, e cujas fórmulas foram zelosamente guardadas por antigos esotérico como o conhecimento do Divino.

    O que estamos lendo nos campos da Inglaterra - e agora em todo o mundo - poderia muito bem ser o livro do Direito Universal.

    Texto Freddy Silva 1997. Proibida a reprodução sem prévia autorização. Imagens Freddy Silva, Colin Andrews, Keith Critchlow, Hans Jenny, Steve Alexander, Calyx.


    Os Deuses do Dilúvio Perdidos

    O que todas essas culturas também têm em comum é a afirmação de que herdaram uma civilização perdida em uma catástrofe causada por um meteorito fragmentado e um dilúvio global que fechou os Dryas mais jovens por volta de 9700 aC.

    Enquanto compilava evidências desta civilização para meu último livro The Missing Lands, eu me perguntei se nós moramos obsessivamente sobre a Lemúria e Atlântida em detrimento de outras terras natais que já foram lar de arquitetos antigos. Acontece que, quando olhamos cuidadosamente para as tradições antigas, particularmente em torno do Pacífico, surge um quadro global mais coerente.

    O local de nascimento dos deuses

    Os Waitaha são indígenas da Ilha de Páscoa. Eles viviam lá & # 8220 quando as estrelas brilhavam em um céu diferente e em um padrão diferente ”, quando era composto de“ terras e ilhas externas ”, uma cadeia de territórios em vez da única ilha que é hoje. Todos os anos, eles saudavam o aparecimento da canoa de casco duplo dos deuses ... starwalkers e viajantes de longa distância ”chamados Urukehu, que navegaram de uma massa de terra antiga ao leste chamada Kainga Nuinui (Terra Enorme). Mas um ano a canoa não voltou quando & # 8220 estrelas famintas se juntaram perto da Lua para dar origem às Marés do Caos, o temido Dilúvio. ” A group of Urukehu, bound for New Zealand, survived by sheer luck of being out at sea rather than near shallow water, thus only experiencing massive waves after meteorites struck the ocean.

    The Urukehu are described as tall, fair-skinned, red-haired with green eyes, sometimes blonde with blue eyes. And beards. The older moai, with their Caucasian features, extended chins, and hint of goatee, are stylized images of these flood gods, while their ‘hats’, made from red tufa stone, depict their hair color.

    After “the world turned by water,” a female descendent of these gods arrived on Easter Island with seven sages to reconnoiter the Pacific and its lands, which understandably had become islands meanwhile, another child of the Urukehu arrives from a continent to the east. The Waitaha narrative describes how these children of the Urukehu set sail to locate “the birthplace of the gods,” a tri-partite site in a remote mountain region of New Zealand. On its limestone escarpments, their forebears carved the tribal wisdom upon stone monoliths — one representing tutelary goddess of the main site, Marotini, is over fifty feet tall.

    The narrative also mentions a calendar stone. Since the ancients memorialized dates and events in the alignment of megaliths and temples, it is possible to match their monuments with background stars to reach a potential date of construction, as famously proved by Bauval and Gilbert with their dating of the Giza pyramids to the rising of Orion on the spring equinox 10,400 BC. The Urukehu were no exception, emphasizing the spring equinox and the winter solstice Orion and the Southern Cross were also of great significance, and described as such by the Waitaha.

    I located a potential candidate for the calendar stone, a massive monolith with an angled disc, featuring a protrusion like a cross between a sun dial and a face, more the work of human hands than natural weathering. Using Stellarium I established that the Southern Cross rose above this marker on the spring equinox 14,800 BC. An alternative correlation is 10,800 BC – the start of the Younger Dryas – when Orion’s Belt is referenced, followed by the entire constellation in 10,400 BC. As this event took place, five miles away, the Marotini stone is facing the Southern Cross. Two iconic monoliths sharing the same time stamp is surely beyond coincidence.

    Returning to the Waitaha narrative, when the Urukehu returned across the Pacific, they would bypass Easter Island due to the behaviour of the ocean current, and visit the great land in the east. They took two totem birds with them: titi and caca, commemorated in the name of their ancestral home, Lake Titicaca, home of temple city of Tiwanaku.

    Curiously, the triangle established by the three locations places Easter Island at phi, the Golden Ratio.

    The Shining Ones of the Andes

    Tiwanaku is an Aymara name meaning My People, however, it features the Egyptian syllable aku (shining), essentially making Tiwanaku the city of My Shining People. Together with nearby Puma Punku, and a third, previously unrecognized site, since covered by an oversized church, the three form a perfect equilateral triangle, in the tradition of geodetically aligning related temples. But what makes them antediluvian?

    Authur Posnansky’s calculations of a misalignment between the horizon, the Sun and the Kalasasaya— a component of Tiwanaku — places this quadrangle of megaliths in alignment with the sky in 15,000 BC. Even so the Kalasasaya appears have been forced into place between the adjacent Akapana mound and a semi-subterranean temple, both of which are tilted 3-degrees to the south as is nearby Puma Punku, as though these temples reference the meridian in an even older era. Such a deviation occurs in the Earth’s tilt over a period of 21,600 years, ostensibly placing the three temples closer to 31,000 BC.

    But who was responsible? The oldest people of the region, the Puquina, openly discuss fleeing to the Andes when the flood sank their island continent Lupakije, and how the temples around Lake Titicaca were rebuilt by Viracocha with seven craftsmen called Hayhuaypanti, which translates as Shining Ones. Their symbol of office was the serpent, awarded to anyone who’d mastered the Earth’s wandering paths of energy, and such individuals were also called People of the Serpent. They are described as very tall, fair-skinned, red-haired, and featuring elongated skulls, much like those discovered around Paracas, Peru, whose cranial capacity is 25% larger than humans, making this a genetic trait rather than the result of artificial boarding. As to their DNA, it leads to the region of the Black Sea and what used to be Mesopotamia.

    Shining Ones of Egypt

    The Shining Ones reappear in Egypt, part of a global elite of sages who have been around far longer than academics care to acknowledge. The Turin Papyrus alone lists the Egyptian dynasty spanning 36,000 years, among whom were the Aku Shemsu Hor – Shining Ones, Followers of Horus. The Building Texts list them as between 8.5 to 10 feet tall they too were longheads. They are described arriving from an island to the south, Ta Neterw, after its partial destruction in a global catastrophe. These gods subsequently established temples in Egypt c.10,400 BC, which coincides with an agricultural revolution along the Nile. One of their leaders, Twt, is claimed as the builder of pyramids before the flood. But the Shining Ones may have built other monuments.

    Osirion, An Antediluvian Temple

    The Osirion has long been considered an underground temple, except the forty feet of earth surrounding it is in fact compacted silt consistent with a pluvial climate that pervaded the Nile region 10,500-8000 BC. It follows that the temple must have been erected long before, and may well have been a freestanding structure, much like the Valley Temple at Giza, which is built to similar specifications. So, how old is the Osirion?

    The clue lies in the name. Osiris is the hero who ascends the Milky Way to the origin of souls, typically the Pole Star or the belt of Orion, to return resurrected as the hawk god Horus. The Osirion does not reference Orion in the past 11,000 years, but during the Younger Dryas a kind of hawk did appear in full upright ascent in the night sky: Cygnus, with its brightest star Deneb aligning with the axis of the Osirion, and riding a vertical Milky Way on the winter solstice and spring equinox 10,500 BC.

    Back then Cygnus was regarded not as a swan but as a kite hawk, and therein lies the connection. Egyptian texts refer to Isis as the ‘kite of Osiris’, and she is depicted with the wings of a kite hawk, demonstrating her ability to fan the breath of immortality into those she oversaw.
    For this to occur, the soul of the hero must reside in the region of regeneration, the pole star, which was protected by seven circumpolar stars called Indestructibles. And Deneb in Cygnus was one of them. Indestructible also refers to the regenerative nature of the soul, as exemplified by Osiris, whose initiatory rites were performed in the Osirion.

    When the water table is sufficiently low inside the temple it is possible to see unusual knobs protruding from its walls, the same enigmatic feature found in the Andean temples. So the Shining Ones were present before and after the flood in both Egypt and the Andes, they shared similar physiognomy and megalithic building methods – as did the Urukehu who, like the Followers of Horus, carried the title Net of the World for their ability to map a rearranged planet and its submerged lands.

    Malta’s 14,000 Year Old Temple

    The Aku Shemsu Hor might have had a presence on Malta. Tidal waves once dumped 7000 people animals, utensils into the Hypogeum of Hal Saflieni, including hundreds of elongated skull people, suggesting the region was once home to an isolated priestly culture, much as it was in the Andes. Certainly the temples here are of great antiquity. Ggantija is considered the oldest, showing clear signs of heavy damage and the type of water erosion made possible by prolonged exposure to wet weather, which can only be possible if Ggantija was built during the pluvial period of 10,000-8000 BC – a climatic fingerprint it shares with the Giza Plateau, whose valley temples all show the same erosion.

    Ggantija features two misaligned axes as though tracking two related yet separate objects simultaneously. Two hills along its horizon were artificially flattened to allow a match to occur with the Major Lunar Standstill, and the spring equinox sunrise, both of which overlap c.12,000 BC.

    Yucatan People of the Serpent

    Could the Maltese longheads be the same group of tall flood gods who escaped a sinking land in the Atlantic and fled eastwards? In Portugal these survivors were called Offiusa (People of the Serpent), while to the west, in Yucatan, the same gods went by the name Kanuul (People of the Serpent) their given name was Itz (sorcerer, magician). Led by a Caucasian-looking god named Itzamna, these predecessors of the Maya fled a sinking island called Atl, resettled in Yucatan, and built the original Chichen Itza as their headed into Guatemala, settling at Lake Atitlan, which they named after their sunken homeland, where they built their city Utitlan.

    Their second center was the island of Nojpeten, on Lake Peten Itza, which once boastid twenty-one temples and a pyramid. This was all dismantled by the Spanish to build the city of Flores, along with its Catholic church which is strangely aligned toward the southeast, thus revealing the pyramid’s original alignment, which faced the rising winter solstice Sun in 7600 BC — that’s 2000 years after the sacred text Chilam Balam dates the arrival of the Itz from Atitlan in 9600 BC, barely 100 years after the end of the Younger Dryas.

    This, coincidentally, is the same date given by the Egyptians to the Greek scholar Solon for the sinking of Atl, whose story was immortalized by Plato.

    Now it gets strange and complex. Itzamna is a compound of Izanami and Izanagi, the flood gods of Japan c.8000 BC. The suffix nagi or naga, qualifies them as People of the Serpent, a divine bloodline that covered China, Indochina, Polynesia, and India where they were known as Anunage. All these heroes emerged from the flood, accompanied by seven sages, who instructed humans on civilization, built megalithic structures, and behaved like magicians. Always they are described as light-skinned, with blonde or red hair, and very tall. All these attributes converge on a missing hill in Anatolia called Göbekli Tepe.

    Gobekli Tepe and the Giza Connection

    Its average C-14 dating stands at 9984 BC, except the samples were taken from retaining walls used at the end of the site’s useful life. So when was it actually built?

    It’s been suggested that Enclosure D commemorates the setting of Cygnus. This omits two points: Göbekli Tepe’s northern sightline is obscured by 30 feet of summit and secondly, the ancients rarely celebrated the descent of a celestial object, only its rising or mid-heaven elevation. A re-examination shows Vega, de facto pole star, tracing an elliptical path around the celestial pole on the winter solstice 10,400 BC, falling within the frame of the enclosure’s two central pillars, and directly above Pillar 43, the one carved with vulture glyphs. Vega derives from waqi (falling, swooping), referring to a time when the rotation of its host constellation Lyre resembled a swooping vulture, thus the pillar accurately depicts its motion in the sky. Plus the date fits well with the earliest C-14 date of 10,200 BC.

    With its unobstructed southeastern exposure, Göbekli Tepe in 10,400 BC would have seen Orion’s Belt making its highest ascension, its narrow arc framed by pillars 19 and 33. This date reference to Orion raises an important issue. The hill’s original name Portasar means Umbilical Cord of Osiris. Osiris is the embodiment of Orion, and his dwelling at the Giza pyramids commemorates the same date. What could this umbilical cord be? A line drawn from the corner of Menkaure’s pyramid to that of Khufu’s ends beside Gobekli Tepe.

    Of Sages, Watchers and the Anu-Nage

    Visible from Enclosure D at Göbekli Tepe is the astronomical tower at Harran, where human activity was present by 8000 BC. Harranu, as it was known, means Enclosure of Anu, another group of antediluvian gods. The Mesopotamian flood myth describes an encounter between a scribe by the name Enmed-Ur-Annu and the Lords of Anu, otherwise known as Anunaki (People of Anu), or as they were known in India, Anu-nage (People of the Serpent). They are described as having light skin that required oiling, from which arose the nickname Shining Ones. And yet it was more than that. The Anu oversaw seven groups of seven Apkallu (sages), who went by the nickname Watchers, a group unfairly demonized in Jewish texts for political reasons. The Greeks described them as “those who watch, guard, who are awake,” meaning enlightened protectors, a position equally adopted by the Hopi and Zuni who call them Lookers — gods who were instrumental in helping the Hopi Snake Clan evacuate a Pacific island called Kaskarra after the flood, when the people were called Hisat-Sinom or Anazasi.

    Incidentally the Hopi also describe one of their clans evacuating the Atlantic island-continent, which they called Talawaitiichqua.

    The Watchers were distinguishable from humans insofar as they possessed knowledge of the mechanics of nature and how to manipulate it, thus they were compared to gods, a view held by the Egyptians, who referred to them as both Urshu (Watchers) and Neterw (force of nature, a god).

    The Missing Land of Anu

    The homeland of the Watchers and Anunaki home has never been satisfactorily identified. Or has it? I was introduced to the last wisdom keeper of Tongareva, one of the Cook Islands. His peoples’ traditions state that a group of gods arrived from Mesopotamia c.3000 BC, red-haired, fair-skinned sages whom they called Tuanake — Anunaki to you and me. Yet this brotherhood had been present in the Pacific 6000 years earlier, specifically on Easter Island, where a platform commemorates them: Ahu Hananakou. Ahu is a variant of the Egyptian aku, as in Aku Shemsu Hor. The Tongarevan traditions further state that the original homeland of the Lords of Anu was an antediluvian island nation called Te Petaka, described as a secluded, circular island, said to have sunk 11,000 years ago when the region was vastly reshaped by the flood, to became what it is today, the Arabian Peninsula.

    There are two surviving pieces of circumstantial evidence supporting this lost land and the sages who once sailed out to teach humanity the civilizing arts. First, there’s a monument in Abu Dhabi that is totally out of character for the region. But a visitor from the Andes would look at it and believe they were still back home — or in ancient Egypt or Easter Island, for that matter, because it features the same style of construction.

    The other piece of evidence is Papyrus 1115. It describes the voyage of a sailor down the Red Sea, past Arabia and into the Indian Ocean. The ship is caught in a storm and all hands perish, except the narrator, who is shipwrecked on what he believes to be a deserted island. Soon he meets the leader of the island, who gives him food and a boat and returns him home to Egypt. It is not know when this took place, however, as he embarks, the leader tells the sailor this is the last time he’ll see the island because soon it will vanish under the ocean during a great conflagration.


    The Secret of the Knights Templar and the Goddess Connection

    As promised in my blog ‘The Manifesto of Mary Magdalene’ I am following up with blogs on the mystery of the Knights Templar, Egyptian mysteries and my Mary Magdalene series. In my last blog in the series http://www.joannakujawa.com/mary-magdalene-the-heretics-kings-and-lovers/ I discussed the connection between Mary Magdalene, the Troubadours and the Cathars – all of which took place in Southern France and is the focal point for the centuries-old worship of Mary Magdalene. That particular blog ended with the killing of the ‘heretical’ Cathars in Southern France in the thirteenth century. Historically, the end of the Cathars came after the siege of Montsegur in 1243, where over 210 ‘heretics’ were burned at the stake.

    However – and this is definitely worth mentioning – a few of them managed to escape with their ‘treasure’. Now, since the Cathars were deeply spiritual people and followers of Gnostic teachers of beliefs related to Manicheism (a very ascetic Gnostic sect) it is unlikely that the Cathars treasure was of material value. Also, not only did they die to protect their treasure but upon sharing it with some of the soldiers who were occupying Montsegur they managed to convert them as well – despite the soldiers knowing with certainty that they, too, would be burned at the stake after the fortress fell. All these, I believe, indicate that the Cathar treasure was of deep spiritual significance, perhaps even of cosmic proportions, since so many were willing to die for it.

    Many alternative researchers, free of the confines of what is considered appropriate and what should not be discussed in academia, agree. Let’s explore their research.

    First of all, since the ‘treasure’ and its secret were removed from the Montsegur fortress before its capture, they probably survived. But who and what could retrieve it or have knowledge of it? And one possibility definitely worth exploring concerns the Order of the Knights Templar, who also had access to some mysterious ‘treasure’ that they swore to protect with their lives and for the protection of which they did pay with their lives as they, too, were burned at the stake some years later, in 1307.

    Who were the Knights Templar officially – and not so officially?

    According to what we are taught in the history books, the Templars were a group of Crusaders who protected pilgrims travelling to the Holy Land. However, as Freddy Silva in his book The First Templar Nation (with over 70 references to back up his research, which spans over a decade) argues that this is only a smokescreen. He traces the development of the Order to Champagne where 11 (yes 11) Knights, who were already wealthy and had no reason to look for wealth, departed for the Holy Land in search of something. From the moment they arrived in Jerusalem in 1104, instead of occupying themselves with warfare, as other knights promptly did, they began searching for a ‘treasure’ on Temple Mount.

    As Silva says, since the Knights were already wealthy, ‘money or accumulation of personal wealth was not a prime motivation’ for them. He contends that they found a secret ‘chamber under Temple Mount’ where they found secret scrolls meant for guiding the advanced initiates of an early Gnostic sect – The Essenes. Silva believes that the scrolls contained ‘spiritual laws’ and possibly the Ark of Covenant. (Just as a reminder, the Temple of Solomon was built for ‘the singular purpose of housing the Ark’ before it was destroyed by the Babylonians in 586 BCE.)

    We may never know for certain what the Knights Templar found on Temple Mount but we know beyond any doubt that they found something, since after a decade or so, they left ‘abruptly’ and went back to Europe to consult with Lambert de Saint-Omer, their friend and scholar, and asked him to decipher some secret documents! After de Saint-Omer’s death, the deciphering work was passed over to the famous kabbalist Rabbi Solomon Ben Isaac (also a friend of the Templars).

    Silva, who is a researcher of esoteric mysteries and the ‘art of resurrection’ in ancient temples around the world, argues in his book that the scroll the Templars brought back to Europe to decipher was ‘The book of Formation’ which ‘contained a formula of manifestation … a kind of Holy Grail’.

    The story is long and complex, but suffice to say it is difficult to contend Silva, as historically we know that within only a few years the Templars had built an organisation worth over 1 trillion dollars, created a kind of independent corporation-state in Europe, and had introduced the art of building gothic cathedrals all over Europe which, incidentally, were usually dedicated to Our Lady and followed the principles of sacred geometry.

    Why dedicated to ‘Our Lady’ or ‘Notre Dame’?

    If you have been brought up as a Catholic like myself, it is easy to assume that they meant the Virgin Mary, right? But Silva is a careful researcher and notes that curiously, many important events in the Templars’ adventures and many of the churches they built were commemorated on the Feast of Mary Magdalene on the 22nd of July. Curious, isn’t it?

    Not only that, many of these churches (and cathedrals) were built on the ancient sites of goddesses especially Isis. In his book, Silva goes through a thorough investigation of one such church founded by them in Tomar, Portugal called the Church of Santa Maria do Olival. He points out the linguistic similarity of Tomar to Tamar, which in some traditions was the name of the daughter of Mary Magdalene and Jesus (sometimes she is called Sarah).

    Incidentally, this was also the name of King Solomon’s daughter (Tamar or Thamar). In Mystery Schools’ traditions tamar also means a ‘palm tree’ and symbolizes the ritual of resurrection. Silva believes that it is in the secret part of the Church of Santa Maria do Olival in Tomar that the Templars conducted their highest initiation rituals, not that different from those of the ancient Egyptian Mystery Schools’ associated with the goddess Isis (known also as Resurrectrix of her husband god Osiris).

    I do not want to confuse anyone here with these complexities but according to Margaret Starbird, Mary Magdalene’s name comes from Magdal-eder which means ‘daughter of Jerusalem’, ‘tower of the flock’ or ‘elevated, great, magnificent’. Starbird, like Silva, makes the connection between Mary Magdalene and the House of Solomon and the Egyptian Mystery Schools.

    So here we go with the goddess connection to the Templars:

    1. They discovered something of great significance on Temple Mount and brought it back to Europe to be deciphered
    2. They become unbelievably wealthy within a short period of time (among many things they purchased the island of Cyprus as their temporary headquarters)
    3. They built gothic cathedrals all over Europe dedicated to Our Lady (Notre Dame)
    4. They commemorated most of their significant events on the Feast of Mary Magdalene/Magdalen (22nd July)
    5. Many of their cathedrals are built on sites of previous worship to goddesses (including Isis).

    We know from mainstream history that the Order was persecuted and the leaders were burned at the stake (sounds familiar?) on Friday the 13th of October 1307. Mainstream sources will also tell us that Philip the Fair, the French king, who was known for being handsome but greedy, and who had previously expelled Jews from France to organise some money, decided to prosecute the Templars for the same reason (to make extra money). The arrests were made, the Knights were tortured and their leaders eventually burned at the stake. There were great expectations of finding loads of money and the immense treasure of the Templars. But the king did not get what he so eagerly hoped for – no great treasure was found.

    The tortured Templars either said nothing or made up stories to confuse the king. One ‘confessed’ that the mysterious ‘treasure’ was hidden in Gisors in Normandy, but nothing was found their either. Meanwhile over 500 kms away, 18 ships left the Port of La Rochelle with those Templars on board who had managed to escape. Silva’s research points towards Portugal and Northern Scotland as escape routes. Curiously, Silva mentions that Portugal – which was soon founded by the Templars and their associates – could come from the expression Por Tu, O Gral or ‘Through you, Oh Grail’ which is a sign over the image of the Ark of Covenant at Chartres Cathedral (also, as sponsored by the Templars).

    How is this different from other Holy Grail stories?

    (Grotto of Mary Magdalene in Southern France, photo by Shannon Winters)

    First of all, both Margaret Starbird in The Woman with the Alabaster Jar and Baigent, Leight, Lincoln in their bestseller The Holy Blood and the Holy Grail argue pretty much that the Holy Grail was the womb of Mary Magdalene. Their contention, albeit arrived at from varying sources, was that Mary Magdalene was a wife or a consort of Jesus and that their daughter Sara or Tamar (depending on tradition) was the source of the line of the French Merovingian dynasty. (I am simplifying here to give you the gist of the story.)

    Historically, the Merovingians did exist in the early Middle Ages as French kings.

    Were they the descendants of Mary’s daughter?

    Quem sabe? Nearly every dynasty claims a ‘divine origin’, so I am skeptical here. Also, I am not a royalist and do not care for royal claims.

    Well, yes, because the story continues in Southern France where both the legends and the worship of Mary Magdalene has survived and thrives to this day.

    Since I care nothing for royalty and any special divine DNA of kings and queens this theory doesn’t appeal to me … BUT let me approach it through the lens of a spiritual seeker.

    In my opinion, it is not the DNA that matters but the possibility that a line of queens, kings, knights, scholars, alchemists, seekers did carry through the centuries and even millennia the secret knowledge not only of resurrection, as Silva, calls it, but of the mystery of the Universe and our ultimate place in It. This interests me. This lineage interests me. And that is why I like Silva’s book – because it explores this possibility.

    And this lineage connects the mysteries of Egypt, Gnosticism and the Alchemists – but, that, of course, is for another blog.


    Freddy Silva

    Freddy Silva first began researching crop circles in 1990 and as his fascination with the subject has grown, therefore his career in modern commerce has plummeted. However, Freddy is today one of the world's foremost experts on crop circles, sacred space, and consciousness. He is the best-selling author of Secrets in the Fields: The Science and Mysticism of Crop Circles, hailed by many as the most comprehensive and multi-disciplinary study ever undertaken into this fascinating phenomenon. He has also just released the DVD documentary Stairways to Heaven: The Practical Magic of Sacred Space, written and directed by himself.

    Freddy is a life-long student of Earth Mysteries, Sacred Space and ancient systems of knowledge. He is an international lecturer, and has appeared on The History Channel and Discovery Channel, as well as numerous video documentaries. In addition, he has been a guest on radio shows throughout the US.


    Freddy Silva - pre-history, Atlantis.

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    Nickzeptepi

    Well-Known Member

    I always interested to hear people's research on antideluvian history.

    Freddy Silva recent interview on Veritas radio was really interesting but not deep like Greg goes.

    Freddy Silva is a best-selling author, and leading researcher of ancient civilizations, restricted history, sacred sites and their interaction with consciousness. He is also a leading expert on crop circles. He has published six books in six languages. Described by one CEO as "perhaps the best metaphysical speaker in the world right now,” for two decades he has been an international keynote speaker, with notable appearances at the International Science and Consciousness Conference, the International Society For The Study Of Subtle Energies & Energy Medicine, and the Association for Research and Enlightenment, in addition to appearances on Gaia TV, History Channel, BBC, and radio shows such as Coast To Coast. He is also a documentary filmmaker, art photographer, and leads private tours to sacred sites in England, France, Egypt, Portugal, Yucatan, Malta, Peru/Bolivia, and Scotland. If you wish to book Freddy for a conference, lecture or workshop, anywhere in the world, large or small, please contact him via this website.


    Rea Ann Silva: The woman behind Beautyblender

    While the iconic egg-shaped Beautyblender sponge is wildly popular and used by makeup professionals and everyday people from all backgrounds all over the world, few people know the story behind the company and how it got its start. The history and development of Beautyblender, as well as the life story of its founder, Rea Ann Silva, highlights both the long history of women’s contributions to the cosmetics industry, as well as the struggles women of color endured to make their mark in the world of beauty.

    Rea Ann Silva with an oversized version of the Beautyblender sponge. Courtesy of Beautyblender

    Born in 1961, Rea Ann Silva grew up in Los Angeles in a working-class Latino family. Silva’s father worked as an auto mechanic at a Ford factory and her mother worked as a waitress. Four-year college was not part of her parents’ experience and Silva, like many first-generation college students, did not grow up prepared for it. Yet her parents’ intense desire for Silva to make something of herself propelled them to find a post-secondary option for Silva. Aware of Silva’s interest in art and of her creative ability, her mother enrolled her at the Fashion Institute of Design and Merchandising (FIDM) in Los Angeles.

    Rendering of Beautyblender sponge. Courtesy of Rea Ann Silva

    While attending FIDM in the 1980s, Silva deepened her interest in drawing and sketching while learning the principles of art and fashion illustration. Under the mentorship of Professor Nancy Riegelman, Silva also learned about color and texture—ideas she eventually applied to her professional canvas of choice: the face.

    Silva’s entry into the beauty industry was not through makeup. Unexpectedly, it was through perfume. While at FIDM, Silva needed to work to supplement her living expenses in West Hollywood. She got a job selling perfume at a local department store.

    Pretty soon, Silva became friends with the young women who worked at the cosmetics counter near her perfume station. Eventually, Silva switched to the cosmetics counter, which opened a new direction for her life. After learning the principles of makeup application, Silva parlayed those skills into another job opportunity—doing makeup on the numerous TV and film sets of Los Angeles. Taking a risk and starting from the very bottom, Silva worked hard, building her portfolio and her reputation in the professional beauty industry.

    Rea Ann Silva joins a long history of women beauty entrepreneurs including Madam C. J. Walker, Elizabeth Arden, and Estée Lauder. Elizabeth Arden’s Ardena Skin Care and Cosmetics Set, around 1955–1960. Gift of Ruth Kline

    It is impossible to understand Silva’s determination to make it without understanding why she worked so hard. A strong work ethic from her parents was part of the reason, but personal considerations influenced Silva as she struggled to build her professional reputation. She was a single mother, therefore her success had real consequences for her small family. Like many women, she faced the true balancing act of managing her family and her career.

    Rea Ann Silva using Beautyblender prototype on actor Kerry Washington. Courtesy of Rea Ann Silva

    As a Latina in the predominantly white beauty industry, Silva experienced discrimination because of her ethnic background, including directors who refused to work with her. In part because of this exclusion, but also because of her long interest in color, Silva became well known for her work with entertainers of color, eventually working with people such as Macy Gray, Brandy, Kerry Washington, Sean Combs, Vivica Fox, and Regina King. Silva’s success and popularity as a professional makeup artist meant her reputation preceded her. By 2000 her television and film credits included sexta-feira, Set It Off, Arsenio, The Keenen Ivory Wayans Show, e Moesha.

    Silva’s work as a makeup artist on Amigas, a show that debuted in 2000 on the United Paramount Network (UPN), unexpectedly thrust her into the beauty products industry as an innovator and entrepreneur. Amigas, created by Mara Brock Akil, broke ground as an ensemble sitcom focusing on the lives of four Black women it was also one of the first to film in high definition (HD). Filming in HD magnified any flaws or blemishes on performers’ skin or makeup, pushing Silva and other makeup artists to adjust and try new techniques.

    Silva mastered airbrushing makeup application, but soon discovered that, after hours of shooting, actors ended up with a ton of makeup on their faces. And using the machine meant taking actors off set, which slowed production. Silva needed an efficient and precise way to apply makeup. She did this with sponges, but sometimes their shape meant they were imprecise or could not cover hard-to-get-to areas.

    Silva’s work as a technological innovator connects her to other women in history who developed creative solutions to problems in their industries. For example, in 1928 beautician Marjorie Stewart Joyner patented her permanent wave machine which made curling women’s hair more efficient. Courtesy of the U.S. Patent and Trademark Office

    Silva retooled existing sponges, experimenting with various shapes and sizes to fit her needs. Eventually she settled on the shape of an egg—it had no edges, and the pointed tip allowed the sponge to get into the hard-to-reach crevices of the face. Additionally, as a member of the makeup professionals’ union, Silva attended a professional development class where she learned a new but simple sponge technique—wetting the sponge to apply and manipulate products. The combination of sponge shape and technique revolutionized Silva’s makeup practice. As a makeup department head, Silva shared her homemade creations with her staff, but she soon noticed that her stash continually disappeared. Actors were stealing her sponges because they noticed how well they worked.

    Evolution of Beautyblender sponge. These sponges are in the museum’s collection.

    Silva realized she could turn her creation into a business opportunity, prompting her to sell the sponge through her new company, Beautyblender. Working double and triple shifts on TV and film sets provided Silva with the money to finance her company. Her reputation as a professional makeup artist meant that she had connections in many aspects of the business and she used those to further develop, manufacture, and distribute her sponge.

    Several qualities made Beautyblender popular. First, it was created to be reusable. While makeup brushes could be washed and reused, typically sponges were used a few times and discarded or not used at all. Second, the sponge was a tool that could be used with any brand of makeup. Finally, while the sponge started out as a tool used by professional makeup artists, the advent of the internet, YouTube, and social media influencers opened the door for everyday people to experiment with their makeup.

    Beautyblender employees packaging Beautyblender sponges. Courtesy of Beautyblender

    The popularity of Beautyblender’s sponge meant that the company quickly outgrew its base of operations in Silva’s home. In 2008, Silva relocated from California to Pennsylvania's Lehigh Valley and opened a manufacturing facility. At this facility, the sponges are hand cut and shaped by individual workers, making each sponge unique. The success of the sponge provided Silva with enough capital to research and develop a line of foundation, bringing her full circle and back to her time as a student at FIDM where she developed her interest in color.

    Bounce, Beautyblender’s line of foundation, initially released with 32 shades, now includes 40 shades and is contributing to a trend, started by Rihanna and her cosmetics company, Fenty Beauty, to provide more options for a wider range of skin tones, specifically for people of color. This bottle of Bounce is in the museum’s collection. Rea Ann Silva with Beautyblender sponge and Bounce makeup. Courtesy of Beautyblender

    From her humble beginnings to her position of CEO, Silva celebrates her heritage, while acknowledging her own work ethic, noting: “I always try to do the most and not the least….Being Latina, we are a very colorful people. We are not afraid of color. We embrace color. And we celebrate color.”

    Crystal M. Moten is curator of African American history in the Division of Work and History. A south side of Chicago native, she has taught at small liberal arts colleges on the east coast and in the upper Midwest. Her research interests include the intersectional connections between African American labor, business, and civil rights history with emphasis on post-World War II Black freedom movements in the urban Midwest.


    Assista o vídeo: Freddy Silva: Cosmic Order (Janeiro 2022).