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Lugares estranhos e inexplicáveis ​​na Índia que nem mesmo os indianos conhecem!

Lugares estranhos e inexplicáveis ​​na Índia que nem mesmo os indianos conhecem!

Uma terra de mistérios, uma civilização que sofreu várias mutações, a Índia é realmente uma miríade de muitas contradições e paradoxos. Como diria o famoso correspondente da BBC Mark Tully, ‘não há pontos finais na Índia’. Fiel a esse espírito, a Índia nunca para de cativar as incontáveis ​​almas que vêm às suas costas em busca de uma coisa ou outra - fortuna, misticismo ou moksha.

Esta terra é um universo tão diverso de tantas culturas, pensamentos e dados demográficos, que para medir sua extensão total seriam necessários vários milhares de anos-luz. Resumindo, esta civilização de mais de 5.000 anos é uma terra de maravilhas. A Índia tem inúmeros lugares para visitar, cada um com sua própria topografia, cultura e povo distintos.

Neste artigo, discutiremos alguns lugares que mesmo os cidadãos deste país nunca ouviram falar, muito menos visitaram. Eles são únicos não apenas no contexto deste país, mas também em todo o mundo.

Gêmeos da Índia

O primeiro lugar nesta lista é uma vila com o nome de ‘Kodinhi’ que está situada no belo estado indiano de Kerala, também conhecido como ‘Deus do próprio país’. Kodinhi é o lar de cerca de 2.000 famílias e alcançou fama e reconhecimento internacional devido a uma certa singularidade em sua população.

Surpreendentemente, este lugar tem uma taxa extremamente alta de nascimentos de gêmeos, embora a Índia tenha uma das taxas mais baixas de gêmeos em todo o mundo. Isso é uma maravilha e as pessoas que visitam esta vila ficaram surpresas ao ver tantos gêmeos juntos lá. Até hoje, a razão por trás desse fenômeno não é conhecida.

Antigo Centro de Peregrinação da Índia

O próximo lugar único chamado 'Hajo', que está situado no estado de Assam, no nordeste da Índia, e localizado perto de Guwahati, a maior cidade do estado, às margens do rio Brahmaputra. A singularidade deste lugar é que é um antigo centro de peregrinação que é dedicado às três principais religiões do mundo: Hinduísmo, Budismo e Islã. É provavelmente um dos poucos lugares neste mundo, que é igualmente dedicado a três religiões diferentes.

Entrada de Hayagriva Madhab Mandir em Hajo, Índia. (deepgoswami / CC BY-NC-ND 2.0 )

The Smokeless Village na Índia

A segunda aldeia desta lista é uma aldeia que alcançou uma distinção única na história da Índia ao se tornar a primeira aldeia neste país a ficar completamente sem fumaça. Eles entraram no prestigioso Limca Book of Records por essa façanha tremenda. Fizeram isso fazendo com que todas as famílias da aldeia convertessem ao GLP suas formas tradicionais de cozinhar, que eram prejudiciais ao meio ambiente.

Esta vila é chamada de ‘Vyachakurahalli’ e está situada no distrito de Chikkaballapur, no estado de Karnataka, no sul da Índia. A aldeia é um exemplo para outras pessoas sobre como proteger o meio ambiente.

Pontos altos na Índia

Já sabemos que a Índia tem o gigantesco Himalaia em sua dobra e vários habitats foram estabelecidos em seus vales verdejantes. Um dos lugares é chamado de ‘Hikkim’, uma pequena vila pitoresca situada em grande altitude em Himachal Pradesh.

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Hikkim é uma pequena vila no Himalaia, na Índia. (Saurabh Chatterjee / CC BY-NC 2.0 )

Hikkim é especial por ter a maior agência dos correios do mundo com uma estrutura permanente (Há também uma estação de correios temporária em uma altitude mais elevada do que Hikkim em Qomolangma, Tibete como um serviço postal do Monte Everest Base Camp.). Hikkim também afirma ser uma das seções eleitorais mais altas do mundo. (A assembleia de voto mais alta do mundo fica na aldeia de Tashigang, no mesmo estado de Himachal Pradesh. Alguns mapas projetam esta área como disputada). Portanto, Hikkim também foi destaque no famoso Limca Book of Records.

Convidado de honra da Índia

A singularidade dos lugares na Índia simplesmente não parece ter fim. Nesta lista, vamos agora falar sobre a aldeia de ‘Shetpal’ em Maharashtra, e é bastante única de uma forma completamente diferente. Nesta aldeia existe um estranho costume de cada família ter um espaço designado para um hóspede muito especial, que é muito honrado - as cobras (cobras) que podem vir descansar em qualquer casa.

Relevos da divindade serpente na Índia. (Dineshkannambadi / CC BY-SA 3.0 )

As pessoas aqui acreditam que a cobra abençoará a família. Eles vagam livremente em Shetpal, mas as pessoas não têm medo deles. Os residentes desta aldeia adoram as cobras e às vezes até brincam com elas.

Índia se torna vegetariana

Além disso, a oeste da Índia está um lugar chamado ‘Palitana’, que é um importante local de peregrinação do Jainismo no estado de Gujarat e visitado por milhões de devotos. Há uma lenda sobre este lugar, que Adinatha, o primeiro dos 24 Tirthankaras Jain, disse ter meditado no Monte Shatrunjaya, onde templos foram construídos posteriormente em comemoração a esse incidente piedoso.

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Shatrunjaya Hill em Palitana, Índia. (Saurabh Chatterjee / CC BY-NC-SA 2.0 )

No ano de 2014, após um furor em massa da população religiosa de seus arredores, a cidade se tornou uma das primeiras cidades totalmente vegetarianas do mundo, depois que o governo local tomou algumas medidas a esse respeito. Isso é uma maravilha, porque não é fácil para um indivíduo se tornar vegetariano, muito menos uma cidade inteira!

Águas Sagradas da Índia

O último, mas não menos importante, lugar da Índia nesta lista é o sagrado ‘Sri Yaganti Uma Maheswara Temple’ ou ‘Yaganti Temple’, que está situado no estado de Andhra Pradesh. Este é um dos lugares mais intrigantes da Índia, no contexto de que, de acordo com os devotos que seguem com dedicação este santuário, o ídolo Nandi que está colocado ali em frente a este templo está crescendo continuamente em tamanho.

O Templo Yaganti é um local sagrado na Índia. (Mranaroy / CC BY-SA 4.0 )

Os experimentos feitos a respeito desse assunto também sugeriram que a rocha que foi usada para fazer este ídolo exibe uma natureza crescente. O Archaeological Survey of India também confirmou que o ídolo aumenta aproximadamente 1 polegada (2,54 centímetros) a cada 20 anos.

Acredita-se que a estátua de Yaganti Nandi esteja crescendo em tamanho. ( CC BY-SA 4.0 )

Além disso, outra característica única e surpreendente deste templo é o seu pequeno lago (Pushkarini na língua local), que tem água muito pura e está situado no terreno do templo. Estranhamente, ninguém consegue descobrir como a água aqui flui para o Pushkarini ao longo do ano.

O Pushkarini na Índia é adequado para banhos sagrados. (Sumanth699 / CC BY-SA 4.0 )

Os devotos consideram que um banho neste sagrado Pushkarini, antes de visitar o Senhor Shiva, trará sorte e prosperidade.

Estes são apenas alguns dos muitos lugares únicos e desconhecidos neste vasto e antigo país.

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Uma breve história da cultura de bebida da Índia

O álcool chegou à Índia muito mais cedo do que qualquer um poderia imaginar. Ele diminuía e fluía com os poderes que governavam, às vezes ganhando popularidade e outras vezes se escondendo nas sombras.

Para corrigir essa primeira afirmação, ele não "veio" de fato para a Índia. O álcool era tão essencial cultivado em casa quanto qualquer outro alimento básico. Fomos uma das primeiras civilizações a descobrir a ciência da destilação e a colocá-la em bom uso. No entanto, alguns historiadores contestam a afirmação de que os orientais estavam entre os pioneiros na destilação e afirmam que ela foi inventada pelos europeus no século XII.

Embora os fermentos não tenham uma característica tão ampla ou popular em nosso passado antigo, muitos historiadores argumentam que as bebidas mencionadas nos Vedas nunca foram declaradas destiladas. Pode haver muitas razões para isso: não tínhamos os ingredientes certos para fermentos, a saber, uvas ou cevada (embora, em minha pesquisa, eu tenha encontrado uma menção de masara, uma bebida pré-ariana de arroz, grama e cevada que era consumida por as tribos das montanhas das províncias do norte do nosso país).

Os fermentados se deterioram rapidamente, enquanto os destilados podem durar muito mais tempo, o que poderia ter servido como um incentivo para destilar e concentrar rapidamente as virtudes vitais do ingrediente em questão. Outra explicação possível é que, desde os primeiros dias, a obsessão com a alquimia nos atraiu mais para a destilação como ciência, o que também pode explicar por que comíamos tantos drinks e perfumes antes de todo mundo. Ainda sem ouro de chumbo.

Também podemos descartar a noção de que podemos ter perdido algumas misturas e receitas ao longo do caminho e até mesmo nosso conhecimento dos destilados é principalmente educado de nossas descobertas de recipientes e utensílios que foram possivelmente usados ​​no processo. Quanto ao que nossos ancestrais beberam e qual o gosto, só podemos arriscar um palpite.

Portanto, nossa jornada começa aqui, sirva-se de algo adequadamente sólido e acomode-se.

Potentes pré-védicos

Os arianos chegaram à Índia por volta de 1600 aC e desalojaram os harappans que estabeleceram uma das primeiras civilizações aqui em 3.000 aC. As escavações de ambos os períodos produziram potes de barro. Cientistas e arqueólogos conseguiram reorganizar configurações de destilação um tanto rudimentares, mas completas, a partir dessas descobertas.

Vários metais também podem ter sido usados. A humanidade esteve ocupada aprimorando suas habilidades em extraí-los e transformá-los em formas úteis, moldando de tudo, desde ferramentas a armas e recipientes. A metalurgia contribuiu muito para a busca do homem pelo processo de destilação, assim como as panelas e utensílios de barro.

Os primeiros destilados eram feitos principalmente de Bassia latifolia, também conhecida como Madhuca indica, ou a flor mahua como é popularmente conhecida hoje em locais onde é cultivada, estendendo-se de Maharashtra a Madhya Pradesh, e incluindo Chhattisgarh. Cresce selvagem em todo o país, exceto no extremo norte. As flores de Mahua embebidas em água e depois deixadas para fermentar produziram uma bebida com alto teor de glicosídeo (e glicosídeo) que serve como laxante. Os glicosídeos são precursores da glicose, ou seja, eles produzem glicose (uma forma de açúcar) ao serem decompostos.

Sem essa conversão, eles agem como fibras que podem limpar o sistema. O glicosídeo, ou mais precisamente o senna glicosídeo, é um laxante que pode esvaziar o intestino grosso com bastante rapidez. Ambos são freqüentemente encontrados nas mesmas fontes vegetais, principalmente flores.

Então, de fato, mahua é um laxante muito forte que pode ter impedido nossos ancestrais de se entregarem muito a ele. Dificilmente pode ser uma festa se dentro de vinte minutos todos os convidados estão fazendo fila para os arbustos com um intestino agitado.

Portanto, era o destilado o preferido. O espírito, quando sai do destilador, tem um odor fétido (de rato). Não é um sabor muito agradável de segurar, na verdade. O envelhecimento ajuda a aliviar esse estrago, então os utensílios devem ter sido necessários para segurar a bebida enquanto ela homogeneizava e se tornava mais palatável.

Mas, como mencionado acima, o pouco que sabemos sobre a época é puramente baseado em suposições inteligentes e deduções lógicas do que resta e do que conseguimos coletar. É a remontagem de um quebra-cabeça sem as peças do quebra-cabeça. Qualquer imagem que estamos vendo ainda está incompleta.

A primeira menção ao álcool aparece apenas com os Vedas, quando o Rig Veda (1700 aC) fala sobre intoxicantes como soma e prahamana. O suco da planta soma é considerado um tóxico, proporcionando uma euforia. Parece muito semelhante à ayahuasca inca, uma bebida à base de plantas que tem propriedades alucinógenas (graças à dimetiltriptamina, ou DMT).

O DMT é um composto psicodélico tradicionalmente consumido pelos nativos da Ayahuasca por suas propriedades curativas, mas também por sua relevância divinatória. Este mais poderoso dos alucinógenos também é encontrado muito comumente na natureza. Não só é encontrado nas plantas, mas também há vestígios no corpo humano (embora em doses muito pequenas). Com séculos de existência, esta bebida de ayahuasca conseguiu sobreviver até hoje, enquanto a planta soma não existe mais.

Pelo que podemos deduzir das descrições textuais, soma tinha caules longos, de cor fulva e quinze folhas (embora os Vedas registrem essa planta como sem folhas). Alguns apontam que possivelmente era uma trepadeira (somalatha é uma candidata a isso, ainda encontrada no Himalaia) com um bulbo, mas não poderia ter sido a fonte do suco, pois é tóxico para os humanos e, estranhamente, para as formigas brancas. Como alguém descobriu isso talvez continue sendo o maior mistério.

O suco secretado era de natureza quase leitosa e obtido pela prensagem (e até mesmo por batimento) dos talos e talos. Era comum misturar isso com leite e mel. Embora tenha crescido comum e amplamente nas regiões do Himalaia, ninguém sabe de onde veio ou de onde era nativo. Mas era conhecido por ser grande no circuito comercial, então poderia ter facilmente chegado na mochila de alguém e, em seguida, encontrado sua raiz aqui com muito sucesso comercial, o que teria aumentado ainda mais sua popularidade como mercadoria na rota comercial. O que resta são sequências inteiras de canções (bem, orações mais corretamente) oferecendo desculpas aos deuses pela perda desta planta e seu elixir maravilhoso. O ruibarbo foi citado como um substituto, mas, novamente, não era uma planta nativa.

Existem outros candidatos para o que poderia ter sido a planta original do soma: da erva-leiteira americana (algumas espécies são tóxicas para os humanos, mas não sabemos sobre seus efeitos nas formigas brancas) à efedra, que tem propriedades medicinais (antialérgicas) e também é um estimulante cardíaco (sem mencionar o intensificador de desempenho esportivo ilegal). Alguns até nomearam Cannabis sativa (também conhecida como a boa e velha erva daninha) para o cargo, mas ela continua sendo a candidata menos plausível.

Sushruta registrou em seu famoso compêndio médico, o Samhita, que quem bebe soma não envelhece e fica imune a fogo, veneno ou ataque de arma. Ele pode dominar todos os Vedas e terá sucesso onde quer que vá. Além disso, poderia imbuir o bebedor da energia de 1000 elefantes! Em certas noites, eu me sentia exatamente assim com o mero álcool, mas depois acordei no dia seguinte com inexplicáveis ​​hematomas nos joelhos e nas canelas.

Mas o problema era que era preciso realmente preparar-se para beber soma & mdash, não antes de tomá-lo, mas durante o período que se seguiu logo a seguir. Era prescrito a um bebedor um ritual incomumente longo que ditava o que ele deveria fazer para neutralizar seus efeitos, bem como explicava o que a pessoa sentiria a cada dia após consumir soma.

Desde construir uma casa com três câmaras e viver em cada uma delas progressivamente até vomitar minhocas por todos os orifícios, tendo refeições e bebidas preparadas em horários predeterminados do dia, demorou quase 120 dias até que a pessoa estivesse estável o suficiente para ser reintroduzida na sociedade. Bem, eu tive algumas ressacas desagradáveis ​​no meu tempo e sei tudo sobre aquela sensação de não querer ver ninguém no dia seguinte por pura vergonha da noite anterior (há, na verdade, uma palavra para isso, veisalgia).

Mas quatro meses é uma quarentena muito longa, mesmo para meus padrões decadentes. Além disso, seria quase impossível se encontrar com todos os seus amigos para atualizações gerais de fim de semana ao longo de um ano.

O suco doce da planta soma foi bebido como está e foi dito que fornecia uma conexão divina com os deuses. Os brâmanes, a elite iogue, acreditavam que o soma lhes fornecia mais do que apenas uma linha direta com o divino, mas os imbuía de poderes sobrenaturais. Por exemplo, eles podem simplesmente olhar para um ser vivo e fazê-lo cair morto.

A única razão pela qual não os exercitavam o tempo todo era porque, graças ao soma, outros iogues eram igualmente poderosos. E quanto a derrubar os mortos ignorantes, os sábios sabiam o que o Homem-Aranha e o tio Ben lhe ensinaram muito mais tarde, sobre grande poder envolvendo grande responsabilidade e, como tal, eles guardaram suas forças para si mesmos.

Junto com soma, existia somarasa, e embora poucos lugares delinhem uma diferença clara, minhas leituras me levaram a acreditar que talvez fosse soma fermentada. No processo de aquisição do álcool, o suco perdeu algumas de suas propriedades (alucinógenas). Também adquiriu um sabor acre acentuado, que precisava ser atenuado com requeijão, mel e grãos (mingau).

Mas, em vez de ser bebível, seus outros usos eram mais procurados: em sua forma não enriquecida, somarasa era forte o suficiente para ser usado na lavagem de metais e era aplicado na purificação de mercúrio e também na produção de zinco puro. Também era usado como corante e solvente.

Portanto, a versão fermentada claramente tinha muitos usos. Na verdade, sua fabricação e extração eram tão científicas e precisas que existia um nome para cada etapa do produto, do dia 1 ao dia 15, e talvez mais. Hinos que louvam o soma foram encontrados através dos tempos e, mais importante, eles constituem a nona mandala (livro) do (Rig) Veda, que em sua totalidade de 114 hinos é dedicado à purificação do soma. Isso é muito, considerando que havia apenas um total de dez mandalas e a maioria era dedicada a louvar divindades, cosmologia ou a importância da caridade.

Muitos outros nomes foram encontrados para as bebidas da época: madhu (hidromel), subhra, gorjika, vivakasa, e um de particular interesse anedótico, sukra.

Astrologicamente falando, "Sukra" (que significa branco) é sânscrito para Vênus. Na linhagem védica, ele era um brâmane puro da ordem mais elevada e um guru dos asuras (demônios), que estavam em constante batalha com os devas (deuses). Sukra conhecia o mantra para reviver os mortos. Isso era motivo de grande preocupação para os devas, então seu professor Brahaspati (também conhecido como Júpiter) envia seu próprio filho, Ka & ccedila, para estudar com Sukra, junto com a filha de Sukra & rsquos, Devayani. O plano era, de alguma forma, fazer com que Sukra ensinasse a Ka & ccedila o canto da imortalidade.

Os asuras ficam sabendo dessa infiltração e imediatamente matam Ka & ccedila, momento em que Devayani vai e conta a seu pai sobre o que estava acontecendo e ele, usando o canto, imediatamente traz Ka & ccedila de volta à vida. As razões de Sukra para trazer o menino de volta à vida baseavam-se no princípio do dever do professor de proteger seus discípulos.

Os demônios o matam novamente, Devayani reclama mais uma vez, e logo, ele está vivo novamente. Este ciclo continua por um tempo, como um loop, até que os demônios surgem com um plano tortuoso. Eles matam Ka & ccedila, trituram-no e misturam-no ao vinho Sukra & rsquos que este bebe. Desta vez, quando ele tenta reviver Ka & ccedila, ele sente uma forte dor no estômago.

Somente quando Ka & ccedila fala de dentro dele, Sukra percebe o que aconteceu. Sem querer, ele ensina o mantra a Ka & ccedila para que, quando ele romper e sair da barriga de Sukra, ele possa reviver Sukra. Mas, no processo, o canto passa a estar em ambos os campos da batalha.

Por que essa história nos interessa? Porque este é o motivo pelo qual os brâmanes não bebem vinho. E ainda, Sukra é um nome que foi usado para descrever uma das bebidas védicas.

O nome sura poderia ser derivado de Sukra? Não há evidências que sugiram isso. Além disso, se Sukra estava bebendo soma, então não poderia ter sido sura, pois o último foi registrado como um destilado. Ao contrário dos fermentos que são simplesmente um produto de uma reação natural onde a levedura age sobre os açúcares presentes em uma substância e os converte em álcool (liberando assim dióxido de carbono), a destilação é um processo feito pelo homem para separar e concentrar componentes específicos de qualquer líquido com base no princípio de que diferentes compostos fervem em diferentes temperaturas. A primeira menção de sura sendo destilada é encontrada no Rig Veda.

O Sukla Yajur Veda, no entanto, registra a sura para ser feita a partir de farinha de arroz, trigo, uvas, cana-de-açúcar e uma série de outras frutas.

Poderia ter sido uma poção (e não um destilado), mas era popular entre os guerreiros e a classe trabalhadora. Como esses setores da sociedade (basicamente os tipos que não são deuses) só podiam consumir destilados para relaxar no final de um dia estressante, é provável que tenha sido apenas um espírito.

Mas também era a bebida favorita de Lord Indra e ele venceu muitas batalhas após consumi-la. Considerando a lista de ingredientes, eu não me importaria de tomar uma ou duas xícaras. Outra receita que encontrei mencionava cevada germinada e arroz que soa mais como uma cerveja refrescante dos dias modernos, na verdade. Mas lembre-se de que Lorde Indra era um deus, então ele também bebia soma por seu efeito possivelmente alucinógeno, enquanto sura, agora soando cada vez mais como um destilado, ajudaria no trabalho enfadonho da vida em geral.

Parisruta é outra bebida mencionada nos Vedas e dizia-se que era feita de flores e grama. A palavra também significa gotejar ou escorrer, então provavelmente era um fermento feito de seiva coletada. Ao contrário dos sucos de frutas, os sucos são secreções naturais encontradas nos troncos (e cascas) de árvores e plantas.

Alexandre o Grande, Baco e Shiva

Uma história muito curiosa, que não foi mencionada o suficiente, é a de Alexandre e seu tempo na Índia. Quando ele invadiu a Ásia e finalmente invadiu a Índia, Alexandre encontrou a cidade de Nysa, que, segundo a tradição, havia sido invadida e colonizada por Dioniso, o deus grego do vinho. Ninguém sabe quando isso pode ter acontecido. Ou como, dado o terreno que precisava ser percorrido para chegar à Índia a partir da Grécia, até Alexandre deve ter duvidado que isso fosse mais uma história complicada.

Conforme a história continua, o rei de Nysa se reuniu com Alexandre, pedindo-lhe que não perturbasse a cidade de Nysa. Dionísio estabeleceu a cidade na região chamada Nisae com pessoas que o acompanharam na guerra, mas estavam muito fracas para retornar. A cidade recebeu o nome de sua enfermeira. E a prova de tudo isso era que Nysa era a única cidade na Índia onde crescia a hera (a videira, o que significa videira).

Alexandre de fato encontrou vinhas na região e deve ter sido convencido a não se intrometer com a morada de um deus, pois ele deixou a cidade e seu povo em paz. Os historiadores colocaram sua localização em algum lugar ao redor de Punjab, onde esse encontro deve ter acontecido. Meros é a montanha onde Dionísio supostamente nasceu e, em sânscrito, Meru é a montanha sagrada com cinco picos e é o centro de todos os universos.

A cidade que Alexandre deve ter encontrado ficava na região onde os habitantes provavelmente eram seguidores de Shiva. Agora, é aqui que as semelhanças entre os dois deuses se tornam estranhas. Tanto Dionísio (ou Baco) quanto Shiva são deuses que vestem apenas um manto. Ambos os deuses administram e usam intoxicantes livremente.

Seus seguidores também celebram seus respectivos deuses dançando e tocando tambores. E, aqui é o último, ambos os deuses acreditam no ciclo de nascimento e renascimento, ou reencarnação com qualquer outro nome. Então, possivelmente adoramos o mesmo deus em outra interpretação? Não muito rebuscado para imaginar, dados os dados empíricos.

Muitos séculos depois, quando os ingleses fizeram vinho na Índia (para coincidir com a Exposição Internacional de Calcutá em 1883 e ndash84), as regiões que escolheram foram Caxemira e Sindh dos dias modernos, que teriam feito parte da grande área de Punjab naquela época e até mesmo hoje eles compartilham fronteiras. A videira teria voltado mais uma vez à região com os colonos ingleses desta vez.

Alexandre e as Olimpíadas de Beber da Índia

Ainda em Alexander, permita-me divagar um pouco mais, minha pesquisa gerou uma anedota muito interessante e, como não tenho outro lugar para colocá-la, aqui está. Alexandre sempre acreditou que ganhou a ira de Baco matando seu melhor amigo quando estava bêbado e também por não fazer os sacrifícios necessários quando arrasou a cidade de Tebas, que estava sob a proteção do mesmo deus do vinho. Por isso, ele sempre procurou maneiras de entrar nos bons livros do Senhor. Este ato aqui foi um desses esforços.

Calanus (ou Kalanos) era natural de Taxila (no distrito de Rawalpindi, no Paquistão). Ele tinha acompanhado Alexandre em suas viagens e Alexandre tinha um profundo respeito por sua interpretação da filosofia grega. Diz-se que esse grande filósofo indiano se autoimolou ao sentir que seu ciclo de vida estava chegando ao fim.

Como isso aconteceu na Índia, isso levou Alexandre a organizar jogos (funerários) em sua homenagem, muito nos moldes das Olimpíadas na Grécia. Exceto que essas não eram suas competições esportivas regulares, um dos jogos envolvia grandes quantidades de bebida. Acho que Alexander nos viu como sendo construídos mais para o conforto do que para a velocidade. Além disso, com esses jogos, ele não estava apenas tentando celebrar a memória do piedoso Calanus, mas também talvez apaziguar Baco.

Quem pudesse beber a quantidade máxima de vinho não misturado seria declarado o vencedor. Deveria ter sido uma festa e tanto, exceto que 35 pessoas morreram quase imediatamente após a ingestão de quantidades ridículas de álcool. Pouco depois, mais seis sucumbiram a essa festa de farra. Aquele que venceu (ou melhor, sobreviveu) celebrou sua vitória por quatro dias antes de se juntar aos outros na vida após a morte.

Quanto a comprar benevolência Báquica, acho que o estratagema falhou, pois a marcha de volta para casa foi desastrosa, pois muitos soldados morreram ou se perderam no deserto, e tudo terminou com a própria morte de Alexandre ao chegar à Babilônia. Estranhamente, as últimas palavras de Calanus para Alexandre, enquanto ele se sentava inflexivelmente no topo de sua pira em chamas, foram, "Nos encontraremos na Babilônia." Alguns dizem que Alexandre morreu depois de beber oito chifres de vinho não misturado, mas provavelmente foi o veneno que o matou. Em outras palavras, não importa o quão poderoso você seja, você não se mete com o deus do álcool!

Álcool Medicinal

Enquanto o álcool para folia e celebração sempre foi um ponto discutível, o álcool sendo usado para outros fins nunca foi um problema. A alquimia era um interesse crescente e a purificação de metais exigia álcool. Era um solvente pronto e bom para preservação. O álcool também tinha propriedades anti-sépticas. O Charaka Samhita (compêndio Charaka & rsquos), o tomo mais exaustivo da época sobre ciências medicinais, era incrivelmente detalhado sobre o álcool e seu consumo.

O livro é uma compilação de partes do que foram destruídas ou perdidas em outras circunstâncias em vários pontos. Não foi escrito por uma pessoa como tal, mas compilado e ensinado por muitos sábios ao longo do tempo. & Ccedilaraka ou Charaka foi possivelmente o último a editar e revisar o texto e é principalmente esta versão que sobreviveu (com algumas partes sendo adicionadas por outro sábio, Dridhbala, pois foram perdidas com o tempo, e foi ele quem as montou esta compilação final).

Portanto, o Samhita como o conhecemos hoje tem textos de vários autores de diferentes épocas sobre o assunto e a compilação final contém quase 120 capítulos discutindo tudo, desde o corpo humano até sintomas e curas de doenças.

O capítulo sobre o álcool começa com o fato de que o álcool em qualquer forma é uma toxina e é preciso preparar o corpo antes de consumi-lo. Os sábios claramente não deixaram espaço para ambigüidades em seus sentimentos em relação aos intoxicantes. Havia uma hora, lugar e um ritual para administrar álcool.

Era preciso levar em consideração a idade, dieta, constituição, estação, hora do dia, estado de espírito e os doshas (classificação védica de uma mistura de características físicas, mentais e emocionais derivadas dos elementos naturais & mdash terra, ar, água, fogo e mdash que constituem a nossa consciência). Deixem de seguir essas regras com precisão e correrão o risco de trazer miséria para vocês. Suas palavras, não minhas.

O uso de álcool, especialmente por uma mente que não estava em um estado de equilíbrio, deu a ilusão momentânea de felicidade, mas a longo prazo foi prejudicial para a saúde física e mental. Uma pessoa que estava com raiva, de luto, cansada, faminta, paranóica ou com medo deve evitar o consumo de álcool, pois isso só pioraria sua condição. Como eles poderiam saber, porque todas aquelas palavras descrevem precisamente os últimos momentos memoráveis ​​de uma noite moderna de sábado. antes de uma hora depois do meio-dia do dia seguinte em um sofá estranho!

Os textos ayurvédicos não param por aqui, eles contêm notas detalhadas sobre quando beber e, subsequentemente, como livrar alguém do vício em substâncias. O Ayurveda decreta, no que só pode ser chamado de lógica distorcida, que não há problema em beber álcool com suco de manga, mas é melhor evitar o álcool durante o verão ou quando chove. Não é precisamente a estação em que as mangas estão em abundância?

Isso é como declarar que você pode pedir uma bebida, desde que não haja nenhum bar envolvido! Quanto àqueles que estavam batendo forte na louça de barro atada com licor, satmikarana é o processo de reduzir gradualmente a dosagem de tóxicos ao longo do tempo antes que alguém possa ser declarado livre de suas garras. Pense nisso como uma reabilitação sem a trollagem social que a acompanha hoje.

O Charaka Samhita também lista receitas de tinturas à base de álcool administradas em pequenas quantidades (48ml ou um pala, geralmente). Geralmente eram administrados após as refeições como poções curativas e preventivas. Esses eram chamados de arishtas (decocções fermentadas) e alguns deles podem ser encontrados até hoje. Quase 84 receitas à base de álcool podem ser encontradas para arishtas e asavas (infusões fermentadas).

Juntos, eles foram usados ​​para equilibrar os doshas (eis essa palavra de novo!) De um indivíduo. O álcool aumenta o pitta enquanto reduz os elementos vata e kapha de nossa constituição. Ambos os arishtas e asavas foram preparados em potes de barro hermeticamente fechados usando ingredientes naturais e um iniciador de fermentação. Eles podiam ser armazenados e administrados de acordo com o conselho dos médicos que geralmente estudavam o pulso dos pacientes para determinar o desequilíbrio dos dosha e então decidiam qual mistura era necessária para restaurar o equilíbrio total.

Sushruta Samhita

Esta foi a outra compilação sobre os avanços médicos da época. Sushruta é o mesmo cavalheiro que também se dedicou à cirurgia e é considerado o primeiro cirurgião plástico indiano. Ele realizou operações de amputações a rinoplastia e procedimentos ainda mais complicados.

Em seu compêndio, ele listou mais de 500 medicamentos com propriedades curativas. Destes, quase sessenta e quatro eram de base mineral e envolviam manuseio e lavagem intrincados de vários metais e seus sais. All this alchemy required alcohol as a major tool to aid in the extraction, isolation and/or conversion processes.

But apart from being the father of (Indian) surgery he may just have been the first sommelier too for he left notes about where the best soma came from: his appellation of preference was the Upper Indus valley (in the reaches of Kashmir) chosen from almost twenty-four types of drinks of varying potency that he had defined and classified as part of his (tasting) notes.

Arthashastra

Another tome of extensive knowledge of the times, covering everything from political governance to social customs, is the Arthashastra. The title roughly translates to "Science of Political Economy/Gain". It was written by Chanakya, or Kautilya, who was the teacher-cum-adviser of King Chandragupta Maurya, founder of the Maurya dynasty in India.

He wrote the entire script on palm leaves and for the most part of our history, it was lost to us till it was found again in 1904 and published. The found manuscript wasn&rsquot the real McCoy but it was largely an edited version, true to the original work. The language of the book is measured and logical without giving in to emotion or passion. Think of it as the Indian equivalent of the Machiavellian Prince. But it also talks about the alcohol of the times.

Chanakya mentioned the asavas and the arishtas but he also wrote about kapasayani, which was the name given to white wine, and, harahuraka, the red wine, from the region of Kapisi, just north of Kabul. Today the region is called Kafiristan but harahura is the term used for black raisins even today. The red wine was often used as a draksha, which were supplements to aid in digestion.

Maireya was a spiced sugar-based liquor that was drunk exclusively by royalty in those days. For the commoners there was kilaka, from cereals, and masara from a mix of rice and spices. Avadatika, jathi (from flowers), parisruta, s(h)iddhu (dhataki flowers which were also used for asavas/arishtas), varuni (strong liquor). all these may just seem like names to you and me but these were possibly the most used words when they clanged last orders in the tavern.

Oh by the way, for trivia sake, ever wonder what they ate to accompany their drinks in those pubs? Salt! That&rsquos right. Good old table salt: keeps you thirsty, keeps you going. Pretty hard-core stuff that, if you ask me.

Maurya&rsquos times were one of the first periods in India when the sale of liquor was controlled and even taxed. Designated areas for drinking were created and these were the early bars of our times. During festivals, public drinking was allowed for a period of no more than four days and anybody found flouting the rule on the fifth day would have been fined by the excise inspector.

An important thing noted in the writings of the times is that although they mention the use of soma for religious ceremonies, it was excluded from domestic rituals and substitutes were listed instead. One of the reasons for this could be a growing paucity of the hallucinogenic plant which would have made the amount of juice available limited and thus precious a clear indicator of the general decline of soma, an eventual loss for all of us.

Anno Domini: Post-Vedic virtues

By ad first century, a lot had changed. It isn&rsquot as if we suddenly went from making frugal concoctions to mixing world-class drinks but between the Vedas (which were a few hundred years old already) and the detailed recordings of the visiting travellers (from ad 5 onwards), we find little in local texts to substantiate or mark any major development or evolution in our fermenting and brewing processes or in our drinking behaviour.

So when we contrast the two it seems that by the start of the first millennium the small changes had cumulatively added up thereby leaving us to assume that over time knowledge of alcohol and the many recipes had become more concrete.

As also had the variety! Prasanna (spiced beer), medaka (spiced rice beer), mahua (flower distillate), madira (high-quality wine) were all to be found. Madya was the generic term for all high alcohol-content beverages (spirits). The recipes too became more intricate (and elaborate) using ingredients beyond the basic: from honey and treacle to all sorts of flowers, roots, barks and fresh spices for flavouring fine distillates.

Sugarcane beer was another common beverage. In fact, many of the beverages which were formalized in the scriptures of the day have continued to exist to this day and are still made and consumed in remote parts of our country.

The trouble is that these advancements weren&rsquot confined to a geographic location. It all happened simultaneously over the entire subcontinent. What we do know of them is through records of the day which were maintained by the local historians or by the travelling/visiting types. And safe to assume that, sadly, a lot has been lost in translation. So while many believe madira to be a distillate, one description labelled it as fine wine.

Asava, a medicinal fermented infusion, has been interchangeably listed as a generic name for sugarcane beer. Worst loss yet were the recipes themselves, especially the ones which detail the production of various alcohols. And lastly, the measurement units changed over time so what was one drona (10kg by my research) at one point could have meant something different a few decades earlier, or after. And we still don&rsquot know how much exactly is a

And we still don&rsquot know how much exactly is a choe of unmixed wine even if we do know that the winner of Alexander&rsquos drinking game drank four of them (which killed him, precisely four days after).

Fast-forward a century and this ambiguity was much tamed. Detailed recipes for fermentation starters have been found. One certain yeast recipe was called kinra. It wasn&rsquot just local produce that was popular and growing. Coins have been found with Roman seals (of the kings of those times) suggesting a flourishing trade. But Roman money (denarius) back then was the most stable currency and was used in trade even within India. So finding coins wouldn&rsquot be enough to suggest an ongoing trade.

But warehouses in Pouduke (Pondicherry) with amphorae (with two ears hinting at the Roman style) replete with the manufacturers&rsquo (Roman potters&rsquo) seals have been found indicating that wine was definitely a traded commodity. These facilities were built near ports and considering that they were almost 50m in length, it signifies the volume of trade that was being carried out then.

Apart from this and much, much later, Indian wine shone at the Great Calcutta Exhibition. This was made by the British in the regions of Kashmir, Golconda and Baramati. Unfortunately, these vineyards too were destroyed when an American louse called phylloxera attacked the vineyards of Europe (circa 1890). The small bug travelled to Europe and infested the vineyards, decimating them in a matter of years.

American Vitis varieties were resistant to the critter but the European Vitis vinifera genus wasn&rsquot. The entire European wine-production industry nearly shut down (as also did Cognac&rsquos). Then, this same louse managed to board a ship heading further East and came to India, where again, it demolished entire fields of vines. And with that, the local wine industry was exiled into dormancy for almost a century.

If you are in the market for a strong laxative, fermented mahua will do the trick for you only too well. Our ancestors from pre-Aryan times figured this out and hence preferred to distil the beverage to attain a stronger substance. This packed more potency minus the involuntary loosening of the bowels. It was a popular flower-based spirit and is the only one which has survived the onslaught of time.

While most others have been lost or else relegated to minuscule production in the heart of remote tribal settlements, mahua has survived and is now seeing a resurgence as the organised alcohol production sector of India is trying to approach it. Armed with all the science and technology that the times can afford us, it appears that a bright heady future awaits mahua.

The sanctity of a historic tradition, one that pre-dates our current civilisation, now stands to be protected and preserved. Just so long as some bright marketing type doesn&rsquot come along and start a "chug it with salt and lemon juice" trend.

Travellers and Indian Hospitality (5 AD&ndash1400 AD)

Another very rich account of our heritage is to be found by studying the colourful records of the many travellers who visited and documented their journey through India. Megasthenes was among the first to arrive, in circa 300 BC, sometime around the death of Chandragupta Maurya. The first king of the Mauryan dynasty ruled over a kingdom spanning the stretch of the Indian subcontinent from just beyond the Indus valley in the west to the Gangetic plains in the east.

Megasthenes was most likely an envoy of Seleucus I Nicator, a general under Alexander who had established his empire after Alexander&rsquos death in the east bordering Chandragupta&rsquos empire. The two had fought for two years before Seleucus conceded some territory to the Indian king. It was perhaps sometime then that Megasthenes arrived in India, a little before the death of the Mauryan king.

Megasthenes saw wine as a sacrificial offering rather than a commodity for quotidian consumption. Indians, he wrote, were frugal drinkers. And mostly vegetarians. They led simple lives. Except for the city of Nysa which had been conquered and established by Dionysus, the god of wine, no less. Here not only did people know how to make wine but it was also freely drunk and traded.

Looks like Megasthenes got the tourist bubble visit and wasn&rsquot really allowed to mix with the locals else he wouldn&rsquot have given so sober an account of the subcontinent. It reminds me of Douglas Adams&rsquo Hitchhikers Guide to the Galaxy where planet Earth and the entirety of its history and civilisation were summed up in two words, "mostly harmless."

But he wasn&rsquot the only one who saw the shy side of Indian tipplers. Another visitor was Fa Xian, who walked his way to India in search of better translations of Buddhist books circa ad 400. He too spoke of India&rsquos abstinence. He also mentioned that "all through the country" Indians don&rsquot eat onions or garlic and don&rsquot harm (let alone kill) any other living organism. Sounds like a sweeping generalization but, in his defence, his entire trip lasted around fifteen years so it couldn&rsquot have been a rush job.

Xuanzang came in ad 600 and reported similarly his journey lasted over seventeen years. Yijing, who came in 671 AD, didn&rsquot speak at all about drinking but did express surprise at the fact that Indians ate only using their right hand unless ill when they could use (rudimentary) cutlery that and the realisation that only China used chopsticks!

A common strain runs through these three visitors &mdash they were seeing India through the prism of Buddhism. They had come here to take back the essence of Buddhism to China. This helped budding Chinese monks and aspiring Buddhists who didn&rsquot have the resources to undertake such a tedious travel to India.

These travellers were trying to imbue a certain sense of sanctity to the Buddhism of China. So their interactions may have somewhat constricted their exposure to the myriad melee that was the Indian diaspora even back then. That or their involuntary selective perception discounted a lot of what may have been going on around them. For all other records point at meat and alcohol being popularly present in society at all levels.

But their views are once again confirmed by Al Masudi, the Arab historian and geographer (also the unique one to apply a scientific approach to his recordings) who noted that Indians "abstain to maintain clarity". This is fairly logical and understandable. He did not deny the presence of alcohol, merely commented on the way Indians perceived it.

He arrived in 947 AD, during the reign of the Hindu rulers of the Shahi dynasty who were more occupied in protecting their territories from invasions from the north-east and devoted little time to the finer arts. They were defeated and replaced by Mahmud of Ghazni who was an extremist in every sense everything came second to his lust for gold, riches and power.

One of the most extensive accounts of the drinking culture of India was documented by Al Biruni, the famous Iranian scholar, traveller and historian who visited India in ad eleventh century. He noted that the brahmins abstained from intoxicants but they were the only ones to do so. They had fruit juice instead. The warriors drank wine as also did the businessmen. Honey- and flower-based distillates were the only types allowed among spirits. The lower castes (shudras) could drink spirits but were not allowed to trade in it.

By contrast, while the journals of Ibn Batuta, the famous Moroccan traveller who visited India in ad 1330, said nothing negative about our festive rituals, he pretty much skipped the bit about alcohol being a part of our society at any level. Being a favourite of the king, he was privy to many a lavish feast hosted for visiting dignitaries or when the king won at war or, simply because it was an otherwise dull Tuesday. And yet nowhere does he mention alcohol (the king was a follower of Islam so that could be a reason too).

Even those elaborate feasts to celebrate the return from a hunt had dancing girls on high platforms (to get up to the height of the elephants where the king and his troop were perched) serving syrup water to everyone. A special drink he talks about was called fuqqa, a mix of barley water and sugar. His travelogues make for a lovely read, save for the fact that he prefixes all non-Muslim entities with "infidel" each and every time he refers to them, like a series of irritatingly frequent jolts in an otherwise poetic passage.

But the absence of alcohol from his detailed writings (which give a first-person account of everything from tax collection to the practice of sati) seems rather conspicuous and hints at a deliberate and conscious omission rather than an innocent oversight.


The Nice Lie

Being super friendly and making you feel comfortable and then lying to you.

The problem: you don&rsquot realize it&rsquos a lie until too late.

The top two occurrences of this unfortunate situation&hellip

The Friendly Taxi

Our Indian friend got us a taxi, he called this taxi his friend. He picked us up to go grab my dress and Garrett&rsquos suit for the wedding.

He brought us to a rental shop, we got the suit, picked up my dress, went to the ATM (mistake), and then he all of a sudden needed gas (he didn&rsquot). He requested 500R ($8) stating he was our taxi for the day, the evening and probably tomorrow too (another event for the wedding).

We didn&rsquot want to be rude to our friend&rsquos friend and he had been so nice! Since he was driving us around all day and such, we handed it over thinking, why not? He&rsquos driving us, he deserved a few bucks (our friend told us we didn&rsquot owe him anything, but we figured he deserved some money). There are plenty more details that made this scam so much more apparent (afterwards) and the pieces fit perfectly, he did a very good job. Needless to say, after the initial drop off we never saw him again. He wasn&rsquot really a friend.

The kicker: As if stealing 500R wasn&rsquot enough, this dude had the gall to order a large bottled water and tea and put it on our tab at the hotel he picked us up from without asking. We didn&rsquot notice until we checked out the next day.

The Computer Dude

The second scam was in Rishikesh when my MacBook charger crapped out on me.

Not having a computer is not an option for me. I needed one and a trusted electrician I found online with three great reviews seemed to be the best and only solution.

He was so nice!! Making a long story short, I was promised a brand new original Apple charger and he gave me a bunk one. It was obvious to us it wasn&rsquot a real Apple. I was insulted he thought I was that dumb.

The problem was, I was desperate for one so I bought it, but I didn&rsquot give him the 5500R ($85) he wanted and only gave him 3000R. Still a lot of money ($46) for a non original. If he would have given me a real one-I would have given him his asking price, but he lied.

Apparently lying is a very a common thing. Even between locals. We saw the lying day in and day out with our experiences and even the locals around us. Deceiving others seems to be common practice. I wasn&rsquot down with that.


India is developing day by day and major factors for development which are education and poverty is vanishing so i hope it will get developed till 2020 till now the poverty rate has declined to 22% from 30% in 2009 and literacy rate has been raised to 74% from 64% in 2000. It should be developed by the end of this decade

India will become a developed nation by 2020 as estimated but according to me it might take a bit longer. But India has the potential to become a superpower.It has a large population and we have fast growing cities.Our Bangalore IT is second to USA . India has largest number of universities , education centres , etc . India is in the top 10 military forces of the world with top 5 air force . India also is a nuclear power .


11 Extremely Stupid Things Indians Do Without Thinking

__START__Doing engineering, following up with an MBA and then pursuing a totally random career. Like an ice-cream flavour taster.

Because, in all the years it took them to finish these degrees, they had no thinking ability to decide what they actually wanted to do in life. Those hours of practicals and assignments gave them not the tiniest hint. We're glad wisdom eventually dawned though. It's okay to have found your passion a little later in life. But if you are just following the crowd and taking up engineering, medicine or any other stream because you do not know what else to do or because your parents told you to or because your friends are doing it, it is time for you to perhaps take a career assessment test. Go visit a career counselor. Don't waste college seats and precious years of your life.

__LISTSEPARATOR____START__Throwing garbage on top of a large garbage pile.

It's already dirty. Adding one little plastic bag or paper scrap won't make it dirtier. In fact, your little scrap of garbage won't even be noticeable in that big pile, right? Unfortunately, it was because of people like you that a pile was formed in the first place. Liking the Swacch Bharat page on Facebook and tweeting about piles of dirt at every street corner will do nothing but create more junk, but of the virtual kind. Take a small step instead and start carrying paper bags around to dispose your trash.

__LISTSEPARATOR____START__Getting married at the "right" age.

Which, if you ask any Indian aunty or uncle, is around 25-26 for boys and 22-24 for girls. Because if you don't get married by then, wrinkles will form around your eyes, you'll suddenly look hideous and no one will want to marry you. Or perhaps, they're afraid that you'll just develop your own voice. We aren't advising people to get married late here. If you're ready for responsibility and marriage at a young age, go right ahead and tie the knot. All we are saying is, there's nothing like the right age. It could be 22 for you and 52 for your neighbour. There's only a right time. And that is when you're mentally prepared.

__LISTSEPARATOR____START__Pressing both buttons for the elevator.

We've seriously seen some ridiculous things people do while waiting for an elevator. Post smartphone etiquette awareness, there needs to be an elevator awareness drive. The most common habit is repeatedly pressing the elevator button. Pressing a button that has already been pressed will not make the lift move any faster. Many times, people are so impatient that they end up pressing both buttons! If you want to go up, press the up button. If you want to go down, press the down button. Beware! If you press both buttons together, your lift will get confused and might just stop working!

__LISTSEPARATOR____START__Doing just what the neighbour does.

This is probably one of the stupidest Indian habits. The neighbour purchased a new car? I need to buy a bigger and better car. He got a new AC installed? I will get a new fridge plus AC! There's no end to the neighbourly competition. In fact, Indians do this everywhere. At work, with their children, in schools, everywhere. It was okay to demand a new pencil from your parents when your partner got one in school. But making your child join dance class, abacus class, calligraphy class, handwriting class and elocution class just because other parents are doing the same is pointless. Before following everyone, just take a breather and understand if it is really good for you or not.

__LISTSEPARATOR____START__Talking with a fake accent in front of foreigners.

This one's a classic. Every time an Indian wants to appear better and more sophisticated than he is, he'll simply revert to English. Doesn't matter if the English is horrendous and pathetic. Because talking in our mother-tongue just makes us so uncouth, doesn't it? And the icing on the cake? Encountering a foreigner on the streets and putting on a specially created fake English accent that sounds like a horrible cross between American English, British English and Yiddish. For all you know, the foreigner is from Germany and can get on without your English very well, thank you.

__LISTSEPARATOR____START__Shopping from only international brands because they're 'cool'.

Seriously, if you buy something labelled 'Imported Saree', you should ideally get your head checked. Indians have developed an affair with almost each and every foreign brand. Little do they realise that these brands (like Zara, M&S and even Walmart), which they look up to as 'high-class' and fashionable are the poor man's bread in other nations. Many times, a lot of quality goods are available from our local stores at less than half the price but we are least bothered. Just because it is imported does not mean it is better.

__LISTSEPARATOR____START__Following internet trends without knowing what they are for.

A lot of Indians participated in the ALS challenge. And more recently, the November 'No Shave Month' challenge. But we wonder if even half the participants had bothered researching the reasons these trends became so popular and why they were started. What is ALS? And why the ban only on shaving? Indians tend to jump on and participate in any online trend just because it is popular and will get them a few more likes on Facebook. The next time you're thinking of participating in something like that, know and understand the cause behind it.

__LISTSEPARATOR____START__Avoiding non-veg on particular days.

A lot of Indians who are non-vegetarians do not eat meat on particular days like Tuesdays or Saturdays as they are considered to be "holy" days. They blindly follow the trend without realising why it came into existence in the first place. Not eating meat on Tuesday to appease Lord Ganesha or Shiv or whichever God the day belongs to will not earn you brownie points. You are still happily butchering and eating his creations the rest of the time. The only reason this tradition evolved was to prevent an over-eating of non-vegetarian food and to promote a healthy diet with a mix of meat and vegetarian food. The next time, try understanding why exactly you're doing a particular thing before doing it.

__LISTSEPARATOR____START__Changing Facebook DPs and Whatsapp statuses.

A relatively new but extremely irritating trend Indians have adopted. They change their Facebook display pictures to support whatever cause they believe in. Like changing the Facebook display picture to 'Je Suis Charlie Hebdo' after the Paris massacre. Do people even know the meaning of the phrase? The literal translation we mean, not the symbolic. And what about the reason why the line was trending? It is not cool to change your DP to a black picture and invite your friends to do t too. If you really want to make a difference, log off Fb, get off your chair and do something.

__LISTSEPARATOR____START__Breaking the signal just because one driver/biker did it.

You will see cars waiting at a traffic signal and some extremely adventurous and impatient ones honking to glory in the hope of turning that signal green. But the one biker/driver right in front of the queue will quickly look around to see if he can spot any traffic police. If not, that's his cue to zoom past the signal. And as soon as one does it, the rest just follow. No wonder over half of Indians are always stuck in traffic jams. And just in case there is an honest soul who stops and waits for the lights to turn green, he is honked at and even abused!

Can you think of any other such stupid things we do? Let us know in comments below!


Overcrowding and scarcity of resources lead to a lot of pushing and shoving in India! If there is a line, people will certainly try and jump it. To prevent this from happening, those who are in the line will commonly stand so close to each other that they're touching. It can feel unnerving at first, but it's necessary to prevent people from cutting in.

There's a joke that it's okay to "piss in public but not kiss in public" in India. Unfortunately, there is truth to it! While you may think nothing of holding your partner's hand in public, or even hugging or kissing them, it's not appropriate in India. Indian society is conservative, particularly the older generation. Such personal acts are associated with sex and can be considered obscene in public. "Moral policing" does occur. While it's unlikely that, as a foreigner, you'll be arrested it's best to keep affectionate gestures private.


5 Reasons Why You Should Not Date Indian Girls

Matt Forney is an American author, journalist and radio host based in Europe. He blogs at MattForney.com and is also on SoundCloud, Twitch, and YouTube. Ele é o autor de Do the Philippines and many other books, available here. Matt is also the founder and Editor-in-Chief of Terror House Magazine. His work has also been featured at Reaxxion, Taki's Magazine, Right On, Red Ice, Affirmative Right, and other sites.

As America becomes increasingly diverse, prospective love tourists have the ability to sample foreign dishes without having to book a flight to the country where they came from. To the uninitiated, Indian girls seem like one of the most enticing items on the menu. If you had a middle-class or wealthy upbringing, you probably grew up knowing a few Indians, and you might be fooled into thinking they make a better bet then the hordes of selfie-addicted, socially retarded white girls you’re used to.

If you live in the west, dating an Indian girl is one of the pior decisions you can make. Indians combine the worst of their native culture and the worst of American culture in one disgusting, rancid stew. Here’s why you should never date—or even pump and dump—an Indian girl.

1. They’re unattractive

Forget about Aishwaryi Rai and every other smoking hot Bollywood actress you’ve ever seen: the average Indian girl has a Coke can physique and bad genes. While not as disgustingly obese as the average American, even fit Desi girls are packing more poundage than any girl should be legally allowed to have. Even if she’s in shape, expect her to balloon up like the Stay Puft Marshmallow Man the minute she gets a ring on it. Have you ever seen a skinny Indian woman over the age of 35? Thought not.

Not only that, even decent-looking Indian girls have unappealing bodies. Desis may have big butts, but their asses and breasts are always squishy and soft, like a bowl of Jell-O. Additionally, every single Indian girl I’ve ever known had too much body hair. Combine that with their obesity-prone genetics and you might as well be sleeping with a fat guy.

2. They’re prudes

When I say Indian girls are prudish, I don’t mean they’re hard to get in the sack: Deus não. I mean they have all sorts of bizarre sexual hangups that make banging them about as fun as thrusting your dick into a vacuum cleaner. Indian girls have sexually conservative attitudes thanks to their parents, and navigating their sea of rationalizations is a prerequisite for getting your rocks off.

The first Indian girl I ever banged, in college, was an “everything-but” virgin, in that she did everything mas normal, vaginal intercourse: blowjobs, anal, the whole nine yards. She actually believed that this excused all the slutting around she did. Another Desi I met not long after refused to go down on me, saying it was “gross”… even as she bragged about how much she loved it when guys went down on her. These selfish attitudes are reinforced by the spoiled, daddy’s little girl mentalities that Indian girls have.

3. They’re self-loathing

Members of the Roosh V Forum are well aware of Indian Race Trolls, self-loathing Indian men who hijack discussions by whining about how they can’t get white girls because of their brown skin. Indian girls possess the same exact inferiority complex. Every Indian girl I’ve ever known secretly loathed her ethnic heritage, wanted to be white, and fetishized white men to a degree that was downright creepy.


23 Amazing Historical Places In India You Never Heard About!

The historical places and beautiful monuments spread across India are a delight for any traveller. Taj Mahal is the most iconic historical place in India, but there are many that are still unknown and unexplored. They are as beautiful and enticing as Taj and their locations can enthral you if only you knew how to find them.

Kumbhalgarh

Kumbhalgarh, the jewel of Mewar, is situated in the Rajsamand district of Rajasthan. History, royalty, power and culture are all packed in this place. It is a treat for the human eyes and mind. There is a magnificent array of temples built by the Mauryas of which the most picturesque place is the Badal Mahal or the palace of the clouds. The fort's massive wall stretches some 36 km with a width enough to take eight horses abreast and is fondly called the 'Great Wall of India'. The fort accommodates 360 temples, out of which, 300 are Jain temples and the remaining 60 are Hindu temples. One can enjoy an entertaining and informative sound and light show that happens every day at 6pm and costs only ₹100 per person. For those who wish to explore further, you can check out the Kumbhalgarh Wildlife Sanctuary, home to the Indian wolf, sloth bear, striped hyena and more.

Entry fee: ₹15 for Indians and SAARC country tourists, ₹200 for others.

Opening hours: 9am to 5pm

Best time to visit: October – March

Nearest railway station: Falna railway station is the nearest Railway station situated at a distance of 84km from Kumbhalgarh and is well connected to many major cities. The other railway station is Udaipur, 105km away.

Rabdentse Ruins

Rabdentse ruins is one of those Indian historical places that even Indians don't know about. Placed towards the south east of one of the oldest monasteries in Sikkim, the ruins of the Rabdentse Palace is one of the main attractions in Sikkim. Founded in 1670 by Tensung Namgya, the 2nd Chogyal (king) of Sikkim, Rabdentse was the second capital of Sikkim after Yuksom and remained so till 1814 A.D. The palace cum monastery complex is almost in ruins, and is maintained by the Archaeological Survey of India. Thick forests with a pond surround the palace ruins. A 2 km trek from the monastery brings you to these ruins.

Entry fee: Free for all

Opening hours: 8am to 5pm

Best time to visit: March – May

Nearest railway station: New Jalpaiguri is the nearest railway station, around 132km from Pemayangtse Monastery. You can hire a taxi from the station itself.

Tughlakabad Fort

The site has an uncanny resemblance to the ruins of Mohenjdaro-Harappa, but it exists in the heart of our capital, New Delhi. The height of the citadel is imposing and its fantastic emerald-green views are mesmerising. You will be astonished by the intelligence and engineering skills used to make artificial lakes and embankments around the area. The sheer size of this fortress and its earthy charm never fails to mesmerise visitors. Be wary of the monkeys, who are prone to steal belongings.

Entry fee: ₹15 for Indians and members of SAARC countries. ₹ 200 for others.

Opening hours: 7am to 5pm

Best time to visit: October – March

Nearest railway station: New Delhi railway station, from where you can take the Delhi Metro, get down at Tughlaqabad metro station and take an auto to the fort.

Vikramshila University

Not many people are aware that India had many excellent educational centres in the past including Vikramshila University, located 50 km east of Bhagalpur. It was one of the largest Buddhist learning centres, spread over hundred acres of land. As you enter the campus you cannot help but be envious of the scholars who once studied here. The centre has astonishing fifty two rooms spread on both sides of the corridor with an elaborate stupa at the centre. What is even more marvellous is the enormous library that has been excavated and testifies to the rich history of India. A visit to this glorious and historical university is highly recommended!

Entry fee: ₹15 for Indians and members of SAARC countries. ₹ 200 for others.

Opening hours: 10am to 5pm

Best time to visit: October – March

Nearest railway station: Nearest railway junction is situated in Kahalgaon, about 13km away.

Basgo

Basgo monastery, based on Buddhist tradition and culture in the terrain of Ladakh, Jammu & Kashmir, is perched on the top of a hill. The monastery was a fortress and the seat of authority of the Namgyal kingdom. It was the cultural-political centre of the kingdom. This place is rich in culture and heritage and yet one of the unexplored gems of Ladakh. It boasts of stunning sunset views as the citadel is bathed in the rusty hue of the setting sun.

Entry fee: ₹30 per person

Opening hours: Dawn to dusk

Best time to visit: March – July and October – November.

Nearest railway station: Jammu is the closest railway station to the Basgo nearly 734 km away. One would need to take a bus or a private cab, passing Shimla and Manali and reach Leh from where Basgo is only 40km away.


The Government Needs to Do Something

Now that we are in Rajasthan, we wonder why the governing body doesn&rsquot get its act together. There is no need to live in this waste.

There are a billion people in India, it should be easy to employ people to clean up the street. Why not put in some garbage cans? That would be a great start.

Why not put your criminals to work? We have punishments in Canada where people are sentenced to community service.

Dave and I walk around daily and state how there isn&rsquot a reason for all this mess.

Well, we can&rsquot talk while we are walking. I have to assume the position of walking behind him while he leads the way.

It is impossible to walk side by side. We must walk in single file.

We have to walk on the road with the cars, the rickshaws, and the cows and oh yeah, the filth.

Signs don&rsquot help at all &ndash , Nobody Listens, India is still Filthy

Walking in India is Hard Work

We commented to each other that India is very bad for the relationship. We never get to hold hands or socialize while we walk.

Nope, walking in India is work.

I have to walk with my scarf around my nose to block out the disgusting smells that linger in the air.

We have to watch where we step, we can never take our eye off the road.

One lapse in concentration and you could easily be stepping in a gooey mess of giant poop.

Maybe they should have touts sell hip waders to tourists, I&rsquom sure they would be a big hit!

All the while you have to dodge buses, cars, rickshaws, and the odd loogie of spit coming out of windows or flying through the air from somewhere.

You may trip over a homeless guy sleeping in the street&hellip or a sleeping dog. Cows don&rsquot move for anything and you have to fend off touts and beggars the entire time.

Do you want an adventure? Try going out for a leisurely stroll in India.

The stench of Urination in the Streets

The temples of India are beautiful, the forts are nice, but the waste, the feces, and garbage are such a turn-off that we are really considering leaving the country for a while.

What can I say, we&rsquove reached our limit. We just can&rsquot get past the poop and rotting food in the street.

It really makes us appreciate what we have in Canada&hellipA Garbage Union.

Those guys deserve all the money they are making and more!

Now, to the Indian government that prides itself in being the largest democracy in the world, we beg you, take care of your people and clean up your streets!

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For those who are characterising Indians as not using toilets, Here is the full historical context.
India was always one of the rarest of rare countries that always had proper sanitation coverage (among lower as well as upper classes) for thousands of years right up until the 17th century before the British colonised India.

Reasons why access to sanitation coverage in India went down drastically from the 17th century onwards :
Due to the rapacious and excessive taxation policies of the British colonial administrators, India's publicly funded revenue models broke down leading to a tight squeeze on public funds and revenues.

These funds were previously used in the renovation and maintenance of a countrywide network of waterworks such as tanks, Reservoirs, Stepwells, Irrigation dams, Canals, Sluices, Kuins (the 'kuin' was a unique, Highly sophisticated and complex waterworks feature that collected water through the principle of moisture collection/condensation, Used in particularly dry areas), Underground sewage/runoff systems (either fully underground Or open top with lid coverings), By a vast army of civil engineers, Laborers and architects.


Assista o vídeo: Por que existem tantas pessoas com anomalias na índia? (Dezembro 2021).