Notícia

Revisão: Volume 22 - Economia

Revisão: Volume 22 - Economia

Na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos, uma seita muito estranha tomou o poder. Eles acreditam que todos nós podemos alcançar o paraíso financeiro, se apenas alguns sacrifícios forem feitos. Deve haver desregulamentação, deve haver privatização e os mercados devem ser deixados sem serem molestados, para melhor realizar sua mágica. Governos democráticos, sindicatos e profissionais, todos terão que aceitar que não há alternativa. Enquanto isso, a segurança do emprego, casas acessíveis e serviços públicos decentes devem definhar no calor branco da engenharia financeira. Uma nova classe está presidindo este país das maravilhas - os Novos Olímpicos. Desde o final dos anos 40, eles planejam seu próximo passo em reuniões no topo das montanhas que deixariam Ian Fleming empalidecido. Agora, jatos particulares os levam aonde eles querem ir, enquanto contam ao mundo as boas novas. Mas, na esteira do colapso do Northern Rock e da crise de crédito, há poucas boas notícias. Nesta exposição hilária e chocante, Elliott e Atkinson revelam o dogma que nos trouxe à beira do desastre e nos mostram como escapar das armadilhas do pensamento baseado na fé. Os Novos Olímpicos já causaram enormes danos em ambos os lados do Atlântico. Mineiros, agricultores e trabalhadores industriais foram os que mais sofreram até agora. Mas, à medida que as forças do mercado afetam a saúde, a educação e as profissões, a classe média começa a sentir o aperto. Os mercados não são mágicos. Dívida não é liberdade. Os deuses falharam. É hora de viver sem eles.


Revisão: Volume 22 - Economia - História

Universidade do Texas em Austin
Escola Lyndon B. Johnson de Relações Públicas

Publicações

Livros

James K. Galbraith
Desigualdade: O que todos precisam saber
Nova York: Oxford University Press, 2016.

James K. Galbraith
O fim do normal: a grande crise e o futuro do crescimento
Nova York: Simon & Schuster, 2014.

James K. Galbraith
Desigualdade e instabilidade: um estudo da economia mundial imediatamente antes da crise
Nova York: Oxford University Press, 2012.

Críticas de livros, relatórios de mídia e prêmios

James K. Galbraith e Maureen Berner, eds.
Desigualdade e Mudança Industrial: Uma Visão Global
Nova York: Cambridge University Press, 2001, em capa dura e brochura.
Edição espanhola, Disigualdad y Cambio Industrial: Una Perspectiva Global, AKAL, Economia Actual, 2004. Traduzido por Sergio Cámara Izquierdo.

James K. Galbraith
Created Unequal: The Crisis in American Pay, Nova York: The Free Press, 1998. A Twentieth Century Fund Book. Edição de brochura, University of Chicago Press, 2000.

Garcilazo Corredera J.E. (2007).
Desemprego e Desigualdade nos Mercados de Trabalho Regionais na Europa
Saarbrücken: VDM Verlag Dr. Müller e.K.

Kim, Junmo (2005).
Globalização e Desenvolvimento Industrial
Lincoln: iUniverse

Artigos

Repensando a medição e mitigação da pobreza: um comentário sobre Udaya Wagle

International Social Science Journal (edição especial: 70 anos de International Social Science Journal) Março-junho de 2019, vol. 68, Issue 227-228, 179-181.

Uma macroeconomia global - sim, macroeconomia, caramba - de desigualdade e distribuição de renda

Revisão da Economia Keynesiana Vol. 7 No. 1, Primavera de 2019, 1-5.

Esparso, inconsistente e não confiável: registros fiscais e o relatório de desigualdade mundial 2018

Revisão da Economia Keynesiana (Foco, Desenvolvimento e Mudança) Vol. 50, edição 2, março de 2019, 329-346.

Desigualdade sob globalização: uma reprise

Relatório Especial DOC 12 de março de 2018.

A política e a pedagogia da desigualdade econômica: uma breve contribuição

Simpósio sobre a Pedagogia da Desigualdade Vol. 50, edição 4, outubro de 2017, 1074-1076.

Globalização e desigualdade revisitada

Argumenta Oeconomica Cracoviensia Journal No. 15, 2016

Uma comparação dos principais conjuntos de dados de desigualdade mundial: LIS, OECD, EU-SILC, WDI e EHII

Pesquisa em Economia do Trabalho Vol. 44, 2016, 1-48.

Por: James K. Galbraith, Jaehee Choi, Béatrice Halbach, Aleksandra Malinowska e Wenjie Zhang

Desigualdade após o Nafta: notas sobre as evidências

Jornal Internacional de Economia Política Julho de 2015, 61-81.

Desdobrando a Primeira Lei Fundamental

World Economic Review Edição nº 69, outubro de 2014.

A Evolução da Desigualdade Econômica nos Estados Unidos, 1969-2012: Evidências de Dados sobre Lucros Interindustriais e Receitas Inter-regionais

World Economic Review 3: 1-19, 2014

Por: James K. Galbraith e J. Travis Hale

Austeridade e fraude sob diferentes estruturas de tecnologia e abundância de recursos

Cambridge Journal of Economics Vol. 26, Edição 1, janeiro de 2012, 335-343.

Por: James K. Galbraith e Jing Chen

Estruturas e políticas institucionais em um ambiente de recursos cada vez mais escassos e caros: uma perspectiva de custo fixo

Journal of Economic Issues Vol. XLV No. 2, junho de 2011, 301-309.

Por: James K. Galbraith e Jing Chen

Desigualdade e mudança econômica e política: uma perspectiva comparativa

Cambridge Journal of Regions, Economy and Society 2010, 1-15.

Desigualdades, emprego e convergência de renda na Europa: evidências de dados regionais

Revisão Internacional de Economia Aplicada (edição especial sobre Globalização, crescimento e segurança econômica: Variedades do capitalismo no século 21) Vol. 24, Edição 3, junho de 2010, 359-377.

Por: James K. Galbraith e Jose Enrique Garcilazo

Desigualdade salarial no setor manufatureiro turco por regiões estatísticas: 1980-2001

Revisão de Estudos de Desenvolvimento Urbano e Regional Vol. 22 Edição 1, 2010, 55-72.

Desigualdade salarial na Turquia na era neoliberal: 1980-2001

The European Journal of Comparative Economics Vol. 6, Edição 2, 2009, 177-206.

Por: Adem Elveren e James K. Galbraith

Desigualdade, desemprego e crescimento: novas medidas para velhas controvérsias.

Journal of Economic Inequality Vol. 7, Edição 2, 2009, 189-206.

Bolha de Pequim, queda de Pequim: Desigualdade, comércio e entrada de capital na China

Journal of Chinese Current Affairs - China Aktuell Vol. 38, Edição 2, 2009, 3-26.

Por: James K. Galbraith, Sara Hsu e Wenjie Zhang

Desigualdade de renda estadual e participação e resultados nas eleições presidenciais.

Social Science Quarterly Vol. 89, Edição 4, 2008, 887-901.

Por: James K. Galbraith e J. Travis Hale

Desigualdade Salarial em Cuba durante o Periodo Especial

América Latina Hoy 2008, 48, 109-138.

Por: James K. Galbraith, Laura Spagnolo e Daniel Munevar

Igualdade econômica e vitória na guerra: uma investigação empírica

Economia da Defesa e da Paz Vol. 18, edição 5, outubro de 2007, 431-449.

Por: James K. Galbraith, Corwin Priest e George Purcell

Desigualdade global e macroeconomia global

Journal of Policy Modeling Vol. 29, 2007, 587-607.

Do que realmente trata o modelo americano? Orçamentos flexíveis e a revolução keynesiana

Mudança Industrial e Corporativa Vol. 16, Edição 1, fevereiro de 2007, 1-18.

Desigualdade econômica e poder político: uma análise comparativa da Argentina e do Brasil

Negócios e Política Vol. 9, Edição 1, abril de 2007, 1-23.

Por: James K. Galbraith, Laura Spagnolo e Sergio Pinto

Maastricht 2042 e o destino da Europa: em direção à convergência e pleno emprego

Resumo de políticas públicas do Levy Economics Institute No. 87, novembro de 2006. Publicado separadamente por Friedrich Ebert Stiftung, Unidade de Análise de Política Internacional, março de 2007.

Desigualdade americana: do colapso da TI ao grande boom do governo

A voz dos economistas Vol. 3, Edição 8, 2006, Artigo 6.

Por: James K. Galbraith e Travis Hale

Desemprego na Europa: algumas sugestões americanas

Jornal de Política Internacional e Sociedade 1:2006, 39-45.

Desigualdade salarial na Europa 1995-2000: convergência entre países e estabilidade interna

European Journal of Comparative Economics Vol. 2, Edição 2, dezembro de 2005, 139-175.

Por: James K. Galbraith e Enrique Garcilazo

Estimando a desigualdade da renda familiar: em direção a um conjunto de dados globais denso e consistente

Revisão de renda e riqueza Vol. 51, Edição 1, março de 2005, 115-143.

Por: James K. Galbraith e Hyunsub Kum

Rastreando o aumento da desigualdade na Rússia e na China

Ângulo MAIOR 2:2005, 4-7.

Desigualdade global e política global

Jornal do Pensamento Social Católico Vol. 2, Edição 1, 2005, 125-151.

Desigualdade salarial no setor manufatureiro indiano, 1979-1998

Economic and Political Weekly, Nova Delhi Vol. 39, Issue 28, July 10 2004, 3139-3148.

Por: James K. Galbraith, Deepshikha Roy Chowdhury e Sanjeev Shrivastava

A experiência do aumento da desigualdade na Rússia e na China durante a transição

European Journal of Comparative Economics Vol. 1, edição 1, 2004, 87-106. Também em russo em Mir Peremen (Mundo das Transformações) Vol 1, Edição 2, 2004

Por: James K. Galbraith, Ludmila Krytynskaia e Qifei Wang

Desemprego, Desigualdade e Política da Europa, 1984-2000

Avaliação trimestral da Banca Nazionale del Lavoro Vol. 57, edição 228, março de 2004, 3-28. Reimpresso em Richard P. F. Holt e Steven Pressman, eds., Economia empírica pós-keynesiana: olhando para o mundo real Armonk: M.E. Sharpe, 2007, 44-69.

Por: James K. Galbraith e Enrique Garcilazo

O problema econômico americano

Intervenções Vol. 1, Edição 1, março de 2004, 9-14. Também publicado em Revisão Econômica Pós-Autista Edição 25, 21 de maio de 2004.

Desigualdade e crescimento econômico: uma visão global baseada em medidas de remuneração

Estudos Econômicos do CESifo Vol. 49, Edição 4, 2003, 527-556.

Por: James K. Galbraith e Hyunsub Kum

Do que realmente trata o modelo americano? Orçamentos flexíveis e a devolução keynesiana

Resumo da política do Levy Economics Institute Issue 72, 2003. Reimpresso em Revisão da Universidade de Economia de Poznan Vol. 3, Edição 1, 2003, 5-22 e em Egyenlítõ(Budapeste) Vol. 1, Número 4, novembro de 2003, 9-13. Versão curta traduzida como "Que es realmente el modelo estadounidense? Presupuestos moderados y devolución keynesiana" no Vanguardia(Barcelona), Numero 7, Julio / Septembre 2003, 72-78. Também publicado pela Open Democracy e no Le Nouvel Economiste

Intensidade tecnológica e dinâmica intersetorial da desigualdade: evidências da OCDE, 1970-1990

Jornal Internacional de Política e Gestão de Tecnologia Vol. 2, Edição 3, 2002, 315-337.

Por: James K. Galbraith e Pedro Conceição

Um crime perfeito: desigualdade na era da globalização

Daedalus Vol.131, Edição 1, Inverno de 2002, 11-25.

A importância de ser suficientemente igual

Negócios e Política Vol. 19, Edição 1, janeiro de 2002, 201-224. Também publicado em As diferenças de renda e riqueza devem ser importantes? Editado por Ellen Frankel Paul, Fred D. Miller Jr e Jeffrey Paul, Nova York: Cambridge University Press, 2002: 201-225.

Cadeira Vicentina de Justiça Social Vol. 5, Apresentações de 1999, 2000, 10-13.

Construindo séries temporais longas e densas de desigualdade usando a estatística de Theil

Eastern Economic Journal Vol. 26, Issue 1, June 2000, 61-74.

Por: James K. Galbraith, Pedro Conceição

Desigualdade e desemprego na Europa: a cura americana

Negócios e Política Vol. 4, edição 2, junho de 2000, 194-203.

Por: Paulo Du Pin Calmon, Pedro Conceição, James K. Galbraith, Vidal Garza-Cantú e Abel Hibert

Desigualdade e desemprego na Europa: a cura americana

New Left Review Issue 237, September-October 1999, 28-51. Também publicado como "Ungleicheit und Arbeitslosigeit na Europa: Das amerikanische Rezept" no Berliner Debatten 10 Jahrgang 1999, 4/5 (dezembro) 50-67.

Por: Pedro Conceição, James K. Galbraith e Pedro Ferreira

The American Wage Structure, 1920-1947

Pesquisa em História Econômica Vol. 19, 1999, 205-257.

Por: Thomas Ferguson e James K. Galbraith

Inequality in American Manufacturing Wages, 1920-1998: A Revised Estimate

Journal of Economic Issues Vol. 33, Issue 3, Summer 1999, 735-743.

Por: James K. Galbraith, Vidal Garza-Cantú

Proceedings of the American Philosophical Society Vol. 143, Edição 2, junho de 1999, 178-186.

Desigualdade e desemprego: um apelo à rebelião e ação política

Die Blaetter fur Deutsche e Internationale Politik Verão de 1998.

Desigualdade e Mudança Industrial: O Legado do HCI: Uma Análise Empírica da Política Industrial Coreana

Journal of Economic Development (Seul) Vol. 23, Issue 1, June 1998, 1-20.

Por: James K. Galbraith e Junmo Kim

A taxa ética de desemprego: uma nota técnica

Journal of Economic Issues Vol. 32, Edição 2, junho de 1998, 531-537.

Desigualdade e desemprego: uma análise ao longo do tempo e dos países

Pesquisa sobre Desigualdade Econômica Vol. 8, 1998. Daniel Slottje, editor da série, Stamford, CT: JAI Press, 121-154.

Journal of Economic Perspectives Vol. 11, Edição 1, Inverno de 1997, 93-108.


Análise do Desenvolvimento Asiático: Volume 37, Número 1

Esta edição discute questões econômicas, ambientais e de desenvolvimento atuais na Ásia, como pobreza, migração e repercussões financeiras. Apresenta estudos de pesquisa no Paquistão, na República Popular da China, na Tailândia e no Vietnã.

Os estudos apresentados nesta edição também fornecem dados e informações sobre as tendências da pobreza sazonal e da migração sazonal na Ásia, bem como análises das repercussões financeiras entre a Ásia emergente e as economias avançadas nas regiões.

Conteúdo

Este artigo resume as lições aprendidas com a série de testes de migração sazonal, as implicações desses resultados para má alocação espacial, urbanização e crescimento, e a replicabilidade e relevância desta e de outras políticas que encorajam a migração doméstica de forma mais ampla para outras áreas na Ásia e Região do Pacífico.

Usando um conjunto de dados recentemente construído baseado na Pesquisa de Empregadores e Empregados da China, este artigo fornece novas evidências sobre a diferença de rendimentos entre trabalhadores migrantes rurais e trabalhadores industriais urbanos na República Popular da China.

Este artigo usa o nível de empréstimo do National Credit Bureau da Tailândia para estudar a dívida das famílias ao longo do ciclo de vida dos tomadores.

Este artigo explora as repercussões financeiras entre a Ásia e as economias avançadas usando a análise de componentes principais para extrair choques comuns na Ásia.

Ao classificar o comércio internacional verde e não verde para o período de 1980 a 2015, este estudo investiga as tendências do comércio verde, das exportações e das importações, respectivamente.

Este artigo fornece evidências de apoio para uma base lógica de política pública para promover a formalização: o aumento da receita tributária.

Este artigo avalia a eficiência ambiental e econômica de usinas térmicas que operam com combustíveis fósseis no Paquistão usando métodos baseados em análise de envoltória de dados.

Usando a Pesquisa de Medição de Padrões de Vida e Sociais do Paquistão de 2014-2015 e métodos econométricos robustos, este estudo analisa diferentes tipos de energia usados ​​para cozinhar entre famílias urbanas no Paquistão.


Revisão: Volume 22 - Economia - História

Atualizado em 17 de agosto de 2015

A economia coreana: de um passado milagroso a um futuro sustentável (Monografias do Leste Asiático de Harvard) com Wonhyuk Lim, Yung Chul Park e Dwight H. Perkins. Harvard University Asia Center, março de 2015.

Internacionalização do renminbi: conquistas, perspectivas e desafios, coeditado com Masahiro Kawai. Brookings Institution Press e Asian Development Bank Institute, fevereiro de 2015.

Do milagre à maturidade: o crescimento da economia coreana, com Dwight H. Perkins e Kwanho Shin. Harvard University Press, novembro de 2012.

"Desafio da China - Como fortalecer o sistema bancário", Idéias de capital (outono de 2015).

"From Tapering to Tightening: The Impact of the Fed's Exit on India" (com Kaushik Basu e Poonam Gupta), Fórum de política da Índia (Agosto de 2015).

"Como a crise do euro termina: não com um estrondo, mas com um estrondo", Journal of Policy Modeling (Julho de 2015).

"Estagnação Secular: Visão de Longo Prazo", American Economic Review Papers and Proceedings (Maio de 2015).

"The Uses and Misuses of Economic History", em Owen Humpage (ed.), Política atual do Federal Reserve sob a lente da história econômica (Cambridge University Press, 2015).

"The Next Financial Crisis", Economia Política (2015).

"Três perguntas para o Sr. Draghi," Handelsblatt, 12 de setembro de 2014.

"O Bundesbank é criativo demais para seu próprio bem?" Finanz und Wirtschaft , 10 de setembro de 2014.

"Liderança em um mundo sem liderança," Calcalist (Business Week Israel), 7 de setembro de 2014.

"Bankers Pine for an Imaginary Past", Financial Times (23 de agosto de 2014).


Educação

Áreas de experiência

  • Regulamentação financeira e crises financeiras em todo o mundo
  • História financeira
  • Desenvolvimento Econômico

Cursos

ECON 390 T / ECON 536

ECON 463

ECON 510 / ECON 352 (S)

Comitês Atuais

Áreas de experiência

Regulamentação financeira e crises financeiras ao redor do mundo, história financeira, desenvolvimento econômico

Livros

The Guardians of Finance: Making Regulators Work for Us, MIT Press, 2012, (com James Barth e Ross Levine). Menção honrosa, Prose Awards 2012, Association of American Publishers. Reveja aqui.

& # 8220Há muitos livros sobre a crise financeira. Mas esse é diferente. Embora reconheçam que os financiadores privados causaram muitos danos, os autores destacam os reguladores em todo o mundo. Eles argumentam que a crise não aconteceu apenas aos formuladores de políticas, ela aconteceu por causa deles, e oferecem argumentos cuidadosos e bem fundamentados para apoiar seu caso. Guardians of Finance deve ser lido por todos os interessados ​​no futuro da livre empresa. & # 8221 Raghuram G. Rajan, Booth School of Business da Universidade de Chicago

& # 8220Este livro se tornará um clássico para aqueles que querem aprender o que está por trás da crise financeira global & # 8212 não apenas o que deu errado, mas por que as reformas atuais não funcionaram. Mais importante, ele oferece diretrizes para prevenir a próxima crise ao forçar os reguladores, os guardiões das finanças, a trabalharem pelo interesse público em vez de por elites estreitas. & # 8221 Nouriel Roubini, cofundador e presidente da Roubini Global Economics

Rethinking Bank Regulation: Till Angels Govern, Cambridge University Press 2006 (com James Barth e Ross Levine).

Financial Crises: Lessons from the Past, Preparation for the Future, The Brookings Institution, 2005 (editado com James A. Hanson e Robert Litan).

Finance for Growth: Policy Choices in a Volatile World, Oxford University Press, maio de 2001 (com Patrick Honohan).

Liberalização Financeira: Quão longe, quão rápido? Cambridge University Press, 2001 (editado com Patrick Honohan e Joseph Stiglitz)

Reforma Financeira: Teoria e Experiência, Cambridge University Press, 1994 (com Izak Atiyas, James Hanson, et al.).

Building Sound Finance in Transitional Economies, International Monetary Fund, 1994 (editado com David Folkerts-Landau e Timothy Lane).

Instrumentos de Política Monetária para Países em Desenvolvimento, World Bank Press, 1991 (editado com Patrick Honohan).

Papéis

& # 8220Assessing the FSAP: Quality, Relevance, and Value Added, ”Background Paper for Evaluation of Financial Surveillance, BP / 18-02 / 02, 2018

& # 8220Financial Regulation for Economic Development, & # 8221 com James Barth, em Thorsten Beck e Ross Levine, eds., Handbook of Finance and Economic Development, Edward Elgar Press, 2018.

& # 8220Payday Lending: A regulação depende de qual parte detém o poder, & # 8221 com James Barth e Moutusi Sau, Milken Institute Center for Financial Markets, Miradouros, Outubro de 2015.

“Mis-Diagnosis: Incomplete Cures of Financial Regulatory Failures”, com Ross Levine e James Barth, artigo apresentado nas reuniões da Western Economic Association, junho de 2014.

& # 8220Regulação Financeira Após a Crise: Como Chegamos Aqui e Como Saímos, & # 8221 Documento preparado para a Conferência de Política Econômica do SF Fed Asia, 2013 e Artigo Especial 226 da London School of Economics Financial Markets Group, novembro de 2013 .

& # 8220Regulação e supervisão de bancos em 180 países de 1999 a 2011, & # 8221 com James Barth e Ross Levine, NBER Working Paper 18733, janeiro de 2013. Os dados estão disponíveis na página da web de Ross Levine & # 8217s.

“The Evolution and Impact of Bank Regulations,” com James Barth e Ross Levine, World Bank Policy Research Working Paper 6288, dezembro de 2012.

& # 8220Financial Sector Surveillance in the Country Dialogue, ”documento preparado para o Independent Evaluation Office do Fundo Monetário Internacional, maio de 2011.

“Regulação Financeira em um Mundo em Mudança: Lições da Crise Recente”, Documento preparado para o VII Colóquio sobre “Colapso Financeiro: Como as Maiores Nações e Organizações Gerenciando a Crise?”, Organizado conjuntamente pela Associazione Luiss-Guido Carli e Fondazione Cesifin “Alberto Predieri” em colaboração com os editores do Journal of Financial Stability, 2 de outubro de 2009 - Ravenna.

“Safe and Sound Banking: A Role for Countercyclical Regulatory Requirements ?,” Documento de discussão, William College e Institute for International Integration Studies, Trinity College, dezembro de 2009.

“Subprime Finance: Yes, We Still Are In Kansas,” em Time for a Visible Hand o caso para uma melhor regulamentação nos mercados financeiros& # 8216, Joseph Stiglitz, Stephany Griffith-Jones e Jose Antonio Ocampo (eds), Oxford University Press, 2010.

“Banking Crises”, com Patrick Honohan, em Allan Berger, Philip Molyneux e John Wilson, eds, The Oxford Handbook of Banking, Oxford University Press, 2009.

& # 8220Comparative International Character of Banking, & # 8221 com James Barth, Ross Levine e Dan Nolle, Anais da conferência do Banco da Inglaterra, 2007.

& # 8220Como alterar a regulamentação do banco: para melhor ou para pior, & # 8221 com James Barth e Ross Levine, Estudos Econômicos Comparados, Verão de 2008.

& # 8220The Great Innumeracy Epidemic, & # 8221 O Regulador Financeiro, Volume 11, No. 4, março de 2007.

& # 8220 Governança e avaliação bancária, & # 8221 com Luc Laeven e Ross Levine, Journal of Financial Intermediation, Volume 16, No. 4, outubro de 2007.

& # 8220The Microeconomic Effects of Different Approaches to Bank Supervision, & # 8221 a ser publicado em Stephen Haber, ed., 2006 (com James Barth e Ross Levine).

& # 8220Regulamentação do banco: o que realmente funciona, & # 8221 Crítica Milken, Setembro de 2005, com James Barth e Ross Levine.

& # 8220Regulação e supervisão do banco: o que funciona melhor, & # 8221 Journal of Financial Intermediation, Vol. 12, abril de 2004, 205-248 (com Ross Levine e James Barth).

& # 8220Pode o mercado não sofisticado fornecer disciplina, & # 8221 em C. Borio, W. Hunter, G. Kaufman e Kostas Tsatsaronis, editores, Market Discipline: The Evidence across countries and Industries, 2004, MIT Press (com Patrick Honohan).

& # 8220Bank Regulation and Supervision: A New Database, & # 8221 in Robert Litan e Richard Herring, eds., Artigos da Brookings-Wharton sobre serviços financeiros, 2001 (com James Barth e Ross Levine).

& # 8220Financial Fragility and Mexico's Peso Crisis: An Event-Window Analysis of Market Valuation Effects, & # 8221 Diário de dinheiro, crédito e banco, Agosto de 2000 (com Berry Wilson).

& # 8220A reforma financeira aumenta ou reduz a economia, & # 8221 Revisão de Economia e Estatística, Janeiro de 2000 (com Oriana Bandiera, Patrick Honohan e Fabio Schiantarelli).

& # 8220México & # 8217s Crise do Setor Financeiro: Links Propagativos para a Desvalorização, & # 8221 The Economic Journal, Janeiro de 2000 (com Berry Wilson e Tony Saunders).

Experiência de Trabalho Selecionada

Diretor, Política do Setor Financeiro, Banco Mundial, 1998-2005 Chefe de Pesquisa do Setor Financeiro, Banco Mundial, 1995-2003 Sênior, Principal e Economista Financeiro Principal, Banco Mundial, 1988-1995


Publicações selecionadas

Autor (es) Título Editor
Grytten, Ola Honningdal Lindmark, Magnus Minde, Kjell Bjørn A riqueza das nações e o desenvolvimento sustentável: intensidade energética e a curva ambiental de Kuznets Economia ambiental Volume 1 (1) páginas 110 - 123 2020
Grytten, Ola Honningdal Revisando o histórico de preços: índice de preços ao consumidor para a Noruega 1492-2018 Análise da História Econômica Escandinava Volume 68 (2) páginas 129-144 2020
Koilo, Viktoriia Grytten, Ola Honningdal Instabilidade Financeira Marítima e Efeitos do Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento Problemas e perspectivas na gestão Volume 17 (4) páginas 62 - 79 2019
Grytten, Ola Honningdal Koilo, Viktoriia Instabilidade financeira, desenvolvimento institucional e crise econômica na Europa Oriental Gestão de investimentos e inovações financeiras Volume 16 (3) páginas 167-181 2019
Mais publicações em Cristin

Volume atual: Volume 22 (2021)

Nota do editor

Em meu nome e do restante do Conselho Editorial, tenho o prazer de apresentar a edição de 2021 de The Review: A Journal of Undergraduate Research and Scholarship. Neste 22º volume da The Review estão representadas várias peças de pesquisa escritas por alunos de graduação aqui no St. John Fisher College. Admiramos a disposição desses alunos em terem seus trabalhos reconhecidos e publicados nesta edição.

O processo de seleção de uma peça a ser publicada não é uma tarefa fácil. O Conselho Editorial considerou minuciosamente cada envio que recebemos durante nosso processo de revisão e, às vezes, tivemos dificuldade em determinar o que se deve seguir em direção à publicação final. As peças publicadas nesta edição da The Review são consideradas as melhores de todas as submissões que acabamos recebendo. No entanto, somos gratos e agradecidos a todos os alunos que dedicaram seu tempo para enviar uma peça para que ela fosse potencialmente reconhecida.

Gostaria de agradecer aos membros do Conselho Editorial por seu esforço e compromisso em garantir que esta edição de 2021 da The Review seja uma das melhores. Além disso, obrigado ao nosso orientador, Dr. Bissonette, por nos guiar em direção a esta publicação finalizada. Também queremos agradecer aos revisores do corpo docente, cujo conhecimento em suas respectivas áreas nos permitiu destacar trabalhos de pesquisa relevantes e precisos.

Parabéns a todos os nossos autores representados, especialmente Kathryn Kelly, por ganhar o Prêmio Provost de Melhor Artigo deste ano.


O que é salário mínimo: sua história e efeitos na economia

Presidente Harkin, Membro Ranking Alexander e Membros do Comitê HELP, obrigado por me convidar para testemunhar esta tarde. Meu nome é James Sherk. Sou Analista de Políticas Sênior em Economia do Trabalho na The Heritage Foundation. As opiniões que expresso neste depoimento são minhas e não devem ser interpretadas como representação de qualquer posição oficial da Heritage Foundation.

Os defensores do salário mínimo pretendem tirar famílias de baixa renda da pobreza. Infelizmente, apesar dessas boas intenções, o salário mínimo se mostrou ineficaz para isso. Na verdade, muitas vezes retém muitos dos trabalhadores que seus proponentes querem ajudar. Salários mínimos mais altos reduzem o emprego geral e encorajam trabalhadores relativamente ricos a entrar na força de trabalho. Os aumentos de salário mínimo freqüentemente levam os empregadores a substituir adultos desfavorecidos que precisam de um emprego por adolescentes suburbanos que não precisam.

Isso pode ter consequências de longo prazo. Os cargos de salário mínimo são tipicamente cargos de aprendizagem - eles permitem que os trabalhadores adquiram as habilidades necessárias para se tornarem mais produtivos no trabalho. À medida que os trabalhadores se tornam mais produtivos, recebem salários mais altos e sobem na carreira. Dois terços dos trabalhadores com salário mínimo ganham um aumento em um ano. O aumento do salário mínimo torna esses cargos de nível inicial menos disponíveis, na verdade eliminando o degrau inferior da carreira de muitos trabalhadores. Isso prejudica as perspectivas de carreira desses trabalhadores.

Mesmo que os trabalhadores com salário mínimo não percam o emprego, o desenho sobreposto e descoordenado dos programas de bem-estar dos EUA impede que os necessitados se beneficiem de salários mais altos. À medida que sua renda aumenta, eles perdem assistência e créditos fiscais federais. Essas perdas de benefícios compensaram a maior parte do aumento salarial. Uma mãe solteira com um filho enfrenta uma taxa de imposto marginal efetiva de 91% quando seu salário aumenta de US $ 7,25 para US $ 10,10 por hora. Os estudos também descobriram que salários mínimos mais altos não reduzem as taxas de pobreza. Apesar da melhor das intenções, o salário mínimo provou ser uma política ineficaz - e muitas vezes contraproducente - na guerra contra a pobreza.

O Congresso poderia fazer mais para ajudar as famílias de baixa renda reestruturando e coordenando os programas de bem-estar e suas taxas de eliminação progressiva associadas. Ninguém nos Estados Unidos - e especialmente os trabalhadores de baixa renda - deve enfrentar alíquotas de impostos superiores a 50%.

História do Salário Mínimo

O Congresso instituiu o salário mínimo em 1938 como parte do Fair Labor Standards Act (FLSA). O primeiro salário mínimo era de 25 centavos a hora. O último aumento do salário mínimo ocorreu em 2007, quando o Congresso aumentou a taxa em etapas de US $ 5,15 por hora naquele ano para US $ 7,25 por hora em julho de 2009. O Distrito de Columbia e 19 estados também estabeleceram salários mínimos locais mais altos do que a taxa federal. O maior salário mínimo estadual no país ocorre no estado de Washington em US $ 9,19 a hora. O salário mínimo médio nos EUA - incluindo taxas estaduais mais altas - atualmente é de US $ 7,57 a hora. [1]

Nos últimos 65 anos, o salário mínimo variou consideravelmente em termos de poder de compra ajustado pela inflação. Tem uma média de $ 6,60 por hora em poder de compra em dólares de 2013. Mas variou de um mínimo de $ 3,09 a hora no final de 1948 a um máximo de $ 8,67 a hora em 1968. [2] O salário mínimo de hoje compra um pouco mais do que o salário mínimo historicamente, embora permaneça mais de um dólar por hora abaixo de seu máximo histórico. [3]

O Congresso normalmente aumenta o salário mínimo apenas em épocas de crescimento econômico saudável e baixo desemprego. Em 1990, o Congresso aprovou um aumento do salário mínimo que entrou em vigor em 1º de abril daquele ano, quando o desemprego era de 5,4%. O Congresso votou para aumentar o salário mínimo novamente em agosto de 1996 - quando o desemprego estava em 5,1 por cento. A próxima votação para aumentar o salário mínimo ocorreu em maio de 2007, quando o desemprego estava em 4,4%. [4] O Congresso não votou para aumentar o salário mínimo quando o desemprego estava acima de 7,5 por cento desde o fim da Grande Depressão. [5]

Quem ganha o salário mínimo?

Os estereótipos de ganhadores de salário mínimo variam de adolescentes com empregos de verão a mães solteiras lutando para sustentar sua família. Os dados do Bureau of Labor Statistics (BLS) esclarecem quem realmente ganha o salário mínimo.

Relativamente poucos americanos o fazem. Em 2011 e 2012, 3,7 milhões de americanos relataram ganhar US $ 7,25 ou menos por hora - apenas 2,9% de todos os trabalhadores nos Estados Unidos. [6] [7] [8] Aqueles que trabalham em empregos de salário mínimo se enquadram em duas categorias distintas: trabalhadores jovens, geralmente na escola, e trabalhadores mais velhos que abandonaram a escola. A maioria dos assalariados de salário mínimo se enquadra na primeira categoria - pouco mais da metade tem entre 16 e 24 anos de idade. [9] Os demais têm 25 anos ou mais. A Tabela 1 mostra as características dos trabalhadores com salário mínimo em geral e discriminadas por grupos de idade.

Trabalhadores com salário mínimo com menos de 25 anos normalmente não são os únicos ganha-pão da família. Em vez disso, eles tendem a viver em famílias de classe média que não dependem de seus rendimentos - sua renda familiar média excede US $ 65.000 por ano. Geralmente, eles não concluíram a escolaridade e estão trabalhando em empregos de meio período. Mais de três quintos deles (62 por cento) estão atualmente matriculados na escola. [10] Apenas 22% vivem na linha da pobreza ou abaixo dela, enquanto dois terços vivem em famílias com renda superior a 150% da linha da pobreza. Esses trabalhadores representam o maior grupo que se beneficiaria diretamente com um salário mínimo mais alto, desde que mantivessem ou pudessem encontrar um emprego.

Os adultos que ganham o salário mínimo têm menos probabilidade de viver em famílias de renda média e alta. No entanto, três quartos dos trabalhadores mais velhos que ganham o salário mínimo vivem acima da linha da pobreza. Eles têm uma renda familiar média de $ 42.500 por ano, bem acima da linha de pobreza de $ 23.050 por ano para uma família de quatro pessoas. A maioria (54 por cento) deles opta por trabalhar a tempo parcial, e dois quintos são casados.

Muitos defensores do aumento do salário mínimo argumentam que isso ajudará os pais solteiros de baixa renda a sobreviver com ele como sua única fonte de renda. Trabalhadores com salário mínimo, entretanto, não se enquadram nesse estereótipo. Apenas 4 por cento dos trabalhadores de salário mínimo são pais solteiros trabalhando em tempo integral, em comparação com 5,6 por cento de todos os trabalhadores dos EUA. [11] Os que ganham salário mínimo têm menos probabilidade de serem pais solteiros trabalhando em tempo integral do que o trabalhador americano médio.

Though some minimum-wage workers do struggle with poverty, they are not representative of the typical worker in minimum-wage jobs. The data simply does not support the stereotype of minimum-wage workers living on the edge of destitution.

Learning Wage Positions

Most minimum wage jobs are entry-level positions filled by workers with limited education and experience. As Table 1 shows, almost three-fifths of minimum wage workers have no more than a high school education. They work for the minimum wage because they currently lack the productivity to command higher pay.

Minimum-wage jobs give these workers experience and teach them essential job skills. Sometimes these skills are unique to an individual job, such as how to operate a particular piece of equipment. More often they pertain to general employability: the discipline of waking up early to go to work each day, learning how to interact with customers and coworkers, how to accept direction from a boss. These skills are essential to getting ahead in the workplace, but difficult to learn without actual on-the-job experience.

Once workers gain these skills they become more productive, and most quickly earn raises. Over two-thirds of workers starting out at the minimum wage earn more than that a year later.[12] Minimum-wage jobs are learning wage jobs—they teach inexperienced employees skills that make them more productive. They are the first step on many workers’ career ladders.

While very few Americans currently work for the minimum wage, a substantial number once did so. Over half of American started their careers making within one dollar of the minimum wage.[13] Most quickly get promoted as their productivity increases.

Workers have a say in how quickly they get promoted. Most minimum-wage earners work part time, and many are students and young adults who desire this flexibility. But minimum-wage workers who choose to work longer hours gain more skills and experience than those who work part time and, as expected, earn larger raises. A typical minimum-wage employee who works 35 hours or more a week is 13 percentage points more likely to be promoted within a year than is a minimum-wage worker putting in fewer than 10 hours per week.[14]

The notion that workers are trapped earning $7.25 an hour for much of their working lives is mistaken and ignores the primary value of minimum-wage jobs. Their importance lies not so much in the low wages they pay in the present, but in making workers more productive so they can command higher pay in the future.

Labor Demand Falls as Prices Increase

One of the central premises of economics is that “demand curves slope downwards”—when prices rise people buy less of a good or service. When gasoline becomes more expensive Americans drive less, and when it becomes less costly Americans drive more. The same applies to business owners. When the price of goods or services they use in production rises, they buy less of them. This includes labor costs—when wages rise employers hire fewer workers. Economists estimate the long-run elasticity of labor demand in the U.S. economy at around –0.3.[15] In other words, a ten percent increase in labor costs causes employers to cut their workforce by three percent. Higher compensation costs without corresponding increases in productivity cause employers to hire fewer workers.

This finding applies to employers of both highly skilled and unskilled workers.[16] Employers will not pay a worker more than their productive value to a firm. Businesses that do so quickly go out of businesses.

Samoa Americana

The recent experience of American Samoa dramatically illustrates how wage increases reduce employment. The tiny Pacific island chain has been an American territory for over a century. However, American Samoans have a largely separate economy and considerably lower incomes than residents of the continental United States: the average Samoan worker made $12,000 in 2009.[17] The tuna canning industry makes up a significant portion of their private sector.

Until recently American Samoa had a different minimum wage schedule than the continental United States. A committee within the Department of Labor set Samoan wage minimums according to local economic conditions. In January 2007 the minimum wage in the canning industry stood at $3.26 an hour. Unfortunately for American Samoa, Congress applied the 2007 federal minimum wage increase to the territory. The legislation aligned the Samoan minimum wage with the U.S. rate of $7.25 an hour in 50 cent annual increments.[18]

Almost every hourly worker in the tuna canning industry makes less than $7.25 an hour.[19] At that level the minimum wage would cover 80 percent of the islands’ hourly workers.[20] This would be the economic equivalent of raising the minimum wage to $20.00 an hour in the continental U.S.[21]

By May 2009 the third scheduled minimum wage increase in Samoa took effect, rising to $4.76 an hour and covering 69 percent of canning workers. This did not increase purchasing power, stimulate demand, and raise living standards, as many minimum wage proponents theorize. Instead StarKist—one of the two canneries then located in Samoa—laid off workers, cut hours and benefits, and froze hiring.[22] The other cannery—Chicken of the Sea—shut down entirely in September 2009.[23]

The Government Accountability Office reports that between 2006 and 2009 overall employment in American Samoa fell 14 percent and inflation-adjusted wages fell 11 percent. Employment in the tuna canning industry fell 55 percent.[24] The GAO attributed much of these economic losses to the minimum wage hike.

The Democratic Governor of American Samoa, Togiola Tulafona, harshly criticized this GAO report for understating the damage done by the minimum wage hike. Testifying before Congress Gov. Tulafona objected that “this GAO report does not adequately, succinctly or clearly convey the magnitude of the worsening economic disaster in American Samoa that has resulted primarily from the imposition of the 2007 US minimum wage mandate.”[25] Gov. Tulafona pointed out that American Samoa’s unemployment rate jumped from 5 percent before the last minimum wage hike to over 35 percent in 2009.[26] He begged Congress to stop increasing the islands’ minimum wage:

“We are watching our economy burn down. We know what to do to stop it. We need to bring the aggressive wage costs decreed by the Federal Government under control. But we are ordered not to interfere …Our job market is being torched. Our businesses are being depressed. Our hope for growth has been driven away…Our question is this: How much does our government expect us to suffer, until we have to stand up for our survival?”[27]

Samoan employers responded to higher labor costs the way economic theory predicts: by hiring fewer workers. Congress hurt the very workers it intended to help. Fortunately, Congress heeded the Governor’s plea and suspended the future scheduled minimum wage increases.

Minimum Wage Employment Effects

Virtually no economist doubts that raising the minimum wage to $20.00 an hour in the mainland U.S. would have similar consequences. Economists only debate the consequences of small minimum wage increases.

In part this is because, at current rates, the minimum wage affects very few workers, so it has relatively small effects on the overall economy. Even groups considered highly affected by the minimum wage have few minimum-wage workers overall. Just one-fifth of teenagers and restaurant employees work for the federal minimum wage.[28] Raising the minimum wage by $1.00 an hour – as many states have done – has little effect on most workers, even most teenagers. Consequently, a moderate increase in the minimum wage will have only small effects on the U.S. economy. It affects too few workers to have a larger impact. A law eliminating a tenth of minimum-wage jobs would raise overall unemployment by less than 0.3 percentage point.[29] Congress should not conflate small effects with no effect. The minimum wage does hurt the prospects of the relatively small number of workers it covers.

Until the mid-1990s, labor economists had a consensus that a 10 percent increase in the minimum wage reduced employment of impacted groups (like teenagers) by about 2 percent.[30] Research by David Card of the University of California-Berkeley challenged this conclusion.[31] His research, focusing on case studies of states that raised the minimum wage and states that did not, concluded the minimum wage had no adverse effect on employment. This spurred an explosion of research on the topic. This research coincided with a significant number of states raising their minimum wages above the federal level in the 1990s and 2000s. These state increases created far more case studies for economists to analyze and permitted panel studies utilizing variation in minimum wage rates across all U.S. states.

Two-thirds of the studies in this “new minimum wage research” utilizing state variation in minimum wages came to the same conclusion that previous economists had: higher minimum wages reduce the employment of less-skilled workers.[32] Among the most methodologically rigorous studies, 85 percent came to this conclusion.

A recent line of papers by Michael Reich, Arindrajit Dube, and Sylvia Allegretto contest these findings.[33] They argue that states that raised their minimum wage above the federal level (typically in the Northeast and West Coast) have slower underlying employment growth than states that did not raise their minimum wage (typically in the South and Mountain West). They contend that studies finding negative employment effects conflate these pre-existing trends with the effects of higher minimum wages. They find that once researchers control for state or regional trends the negative relationship goes away. They then compared counties that border each other across a state line and concluded higher minimum wages have negligible employment effects on teenagers and restaurant employees.

David Neumark of the University of California–Irvine and William Wascher of the Federal Reserve Board strongly dispute this critique.[34] They show that the evidence for pre-existing trends biasing previous studies is weak. They demonstrate that it takes very specific controls to make the relationship between the minimum wage and job losses disappear. Using more general specifications favored by economists produces the standard conclusion that minimum wage increases cost jobs.

Neumark and Wascher also argue that the many counties compared across state borders have very different economic climates. For example, Dube et al. compare urban Leon County in Florida (the home county of Tallahassee) with its population of 275,000 to rural Grady County, Georgia – population 25,000. Neumark and Wascher used statistical tests to analyze how closely the labor markets of these cross-border counties resemble each other. They find that among reasonable candidates for comparison, the cross-border counties “appear no better than a random draw.”[35]

They conclude that economists should look at data from all states, not just cross-border comparisons, and use standard specifications to control for pre-existing trends. Doing so produces the usual finding that minimum wage increases cost jobs. Raising the price of unskilled labor causes employers to hire fewer unskilled workers.

Crowding Out Disadvantaged Workers

The minimum wage especially hurts disadvantaged workers’ job prospects. Higher minimum wages encourage employers to replace less-skilled workers with more productive employees. Given the choice between hiring an unskilled worker for $10.10 an hour and a worker with more experience for the same rate, companies will always choose the more experienced and productive employee.

Higher minimum wages also make working in such jobs more attractive, drawing greater numbers of workers with outside sources of income into the labor market. Many suburban teenagers and college students enter the labor market when the minimum wage rises. As they apply for job openings they crowd out urban teenagers and disadvantaged adults who would have sought the jobs at the previous wages. Overall, the minimum wage reduces disadvantaged workers’ employment much more than it reduces overall employment. It causes the very workers minimum wage advocates most want to help to have the greatest difficulty finding jobs.

Empirical research consistently bears this out. One recent study examined administrative data from a large retail chain.[36] When the minimum wage rose, the chain slightly reduced overall employment. Surprisingly, however, teenage employment rose in several stores. These teen employment gains came at the expense of larger job losses among adults. The composition of teenage employment also changed, with more teens coming from wealthier neighborhoods and fewer from low-income neighborhoods. The higher wages prompted many suburban teenagers to apply for work. They crowded many low-income adults and youth out of jobs.

Another study examined how teenage employment and school enrollment changed after states raised their minimum wage.[37] It found that when states raised their minimum wage, younger teens and those who had dropped out of school were more likely to become unemployed. At the same time, higher-skill teenagers were more likely get jobs. When they have to pay higher wages, businesses hire higher-skill workers, freezing the least productive workers out of the job market.

Even studies that find the minimum wage has negligible overall employment effects find it decreases the employment of disadvantaged workers. Kevin Lang and Shulamit Kahn of Boston University examined how restaurant employment changed after minimum wage hikes in the late 1980s and early 1990s.[38] They found no evidence that the minimum wage reduced total restaurant employment, but they did find that it dramatically changed the mix of workers that restaurants hired. Teenage and student employment rose, while adult employment dropped.

A higher minimum wage is great news for a high school student working part time to buy an iPhone. It hurts lower-skill adult workers who need work to support themselves and perhaps their families. Making entry-level jobs less available makes it harder for them to gain the skills and experience necessary to advance to better paying jobs. The minimum wage effectively saws off the first rung on their career ladder.

Little Benefit to Families in Poverty

The minimum wage raises the pay of many workers at the cost of some jobs. A lot of advocates for minimum wage increases consider this a good trade-off. They argue that the gains for the workers who benefit far outweigh the costs to those who lose out. For example, raising the minimum wage by 40 percent – from $7.25 an hour to $10.10 an hour – would cost roughly 8 percent of heavily affected worker groups their jobs (although losses would be larger among the most disadvantaged workers).[39] At first glance this may seem like a good deal.

However, this analysis ignores the way American tax and welfare programs claw back wage gains made by low-income workers. Congress has created many overlapping means-tested benefit programs: the supplemental nutrition assistance program (SNAP, formerly called food stamps), temporary assistance for needy families (TANF), the Earned Income Tax Credit (EITC), child-care subsidies, housing vouchers, and Women, Infants, and Children (WIC) benefits. The government also provides extensive in-kind health care benefits: Medicaid, SCHIP, and the soon to be operating health care exchange subsidies.

These benefits phase out at different rates as income rises. Earning an additional dollar of income reduces SNAP benefits by 24 cents. Workers in the EITC phase-out range lose 21 cents for each additional dollar they earn. Housing vouchers phase out at a 30 percent rate. Low-income workers must also pay payroll (15 percent) and income taxes (10-15 percent) on each additional dollar of income. Medicaid operates with a cliff: when workers’ incomes exceed a certain threshold, they lose all benefits.

Congress did not coordinate these benefit phase-outs across programs. Consequently low-income workers can face very high effective tax rates as they lose benefits from multiple programs. Consider workers both losing SNAP benefits and landing in the EITC phase out range. For each additional dollar they earn they pay 15 cents in additional payroll taxes, 15 cents in income taxes, an average of 5 cents in state income taxes, as well as losing 21 cents of their EITC benefit and forgoing 24 cents of SNAP benefits – an effective marginal tax rate of 80 percent. Each extra dollar earned increases their net income by only 20 cents. Not even millionaires pay such high tax rates.

The Congressional Budget Office studied this issue in a report released last year.[40] It found that a single parent with one child earning between $15,000 to $25,000 experiences almost no financial benefit from working additional hours or getting a raise.[41] What they gain in market income they lose in reduced benefits, leaving them no better off.

The academic literature concludes that low-income families financially benefit when the head of the household enters the labor force and takes a job that pays near the poverty level. However, additional hours of work – or higher wages – beyond that generally produce little additional net benefit until earnings exceed 150 to 200 percent of the poverty level.[42]

Unfortunately, minimum-wage workers with incomes below the poverty level fall into this earnings dead zone. A childless adult working full time for the minimum wage earns $15,080 a year, above the poverty level for one person ($11,490). That adult (or a teenager) qualifies for relatively few federal benefits. But a single parent working the same job would fall below the poverty level for either one ($15,510) or two ($19,530) children. That single parent qualifies for many means-tested federal benefits. If the federal minimum wage rose to $10.10 an hour ($21,008 a year for a full-time job) benefit reductions would claw back the majority of his or her raise.

Table 2 shows the effective marginal tax rates facing full-time workers in various family situations whose incomes rise from $7.25 an hour to $10.10 an hour. The figures come from the Urban Institute’s Net Income Change Calculator. Some columns show the effective tax rates when workers participate in all programs for which they are eligible. Others show the tax rate when workers only participate in food stamps and pay their taxes. Note that these figures understate the effective marginal tax rates because they exclude the loss of health care benefits like Medicaid and SCHIP. Even without including health benefits, workers lose at least 50 percent of their benefits and in some cases much more.

Nationwide, the average single parent with one child who participates in all programs for which they are eligible faces an effective marginal tax rate of 91 percent. The same parent with two children faces an effective tax rate of 79 percent. In some states the raise would actually financially hurt families.

Consider a Patty Jones, a hypothetical single mother in Des Moines, Iowa, who gets an offer for a job at minimum wage.[43] If she goes from not working to working full time, her monthly income rises from $1,146 to $1,838. However, if she gets a raise to $10.10 an hour, her monthly income falls to $1,574. She loses over $260.While her market income rises by $494, she loses $71 in EITC refunds, pays $37 more in payroll taxes and $45 more in state income taxes. She also loses $88 in food stamp benefits and $528 in child-care subsidies. Patty would be better off without the raise.

This system makes it very difficult to lift families out of poverty by raising the minimum wage. Higher minimum wages make it more difficult for disadvantaged adults to find jobs. This hurts their finances. However, for those living below the poverty line who keep their job, the raise provides little net benefit. Much or all of what they gain in higher pay gets clawed back as reduced benefits.

College students and teenagers with jobs do benefit from a higher minimum wage they have few government benefits to lose. But Congress does not raise the minimum wage to help teenagers buy jeans or iPhones. It does so to help families struggling below the poverty line. Current law makes it almost impossible to achieve that goal.

No Effect on Poverty

Economic research further shows that raising the minimum wage does not reduce poverty.[44] Economists have studied changes in aggregate state poverty rates when states raise their minimum wage. They have also examined micro-data on individual families’ finances when the minimum wage changes. A study finds minimum wages reduce poverty.[45] One other study finds the opposite result.[46] But the overwhelming balance of recent research finds no effect of the minimum wage on poverty.[47] Even David Card, a researcher celebrated by minimum wage advocates, comes to this conclusion.[48]

This should come as little surprise. Besides reducing job opportunities and the perverse structure of the welfare state, very few poor families have any minimum wage workers. Only 11 percent of the workers who would gain from raising the minimum wage to $9.50 an hour live at or below the poverty line.[49]

In fact, very few poor families have any full-time workers at all. Only 9 percent of adults living below the poverty line work full time year round. One quarter work part time. Two-thirds of adults living below the poverty line do not work at all.[50] Raising the minimum wage hurts their job prospects but does nothing to increase their earnings – they have none.

If Congress wants to reduce poverty it should focus on restructuring the welfare state to remove the current disincentives to work. For too many low-income families additional work does not pay. Few Americans at any income level would work longer hours when faced with a tax rate exceeding 50 percent.

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Members of The Heritage Foundation staff testify as individuals discussing their own independent research. The views expressed are their own and do not reflect an institutional position for The Heritage Foundation or its board of trustees.

[1] Heritage Foundation calculations using data on state minimum wage rates from the Department of Labor, Wage and Hour Division. The figure is a weighted average, where the weights are each state’s respective share of hourly employees in the U.S.

[2] Source: Heritage Foundation calculations using data from the Department of Labor, Wage and Hour Division. Inflation adjusted using the Personal Consumption Expenditures (PCE) price index.

[3] Analysis inflation adjusting historical minimum wage rates with the Consumer Price Index (CPI) will report higher real rates. The CPI estimates higher inflation than the PCE index and other chained measures of inflation do. This results in a larger upwards to historical rates to account for inflation. Using the CPI the minimum wage stood at $10.60 an hour in 1968. However, economists widely agree that the Laspreyes fixed-basket methodology the CPI utilizes produces less accurate estimates than a chained-index methodology. Consequently this paper uses the PCE index to adjust for past inflation. See for example Clinton McCully, Brian Moyer, and Kenneth Stewart, “A Reconciliation between the Consumer Price Index and the Personal Consumption Expenditures Price Index,” Bureau of Economic Analysis Papers, September 2007.

[4] Department of Labor, Bureau of Labor Statistics, “The Employment Situation,” April 1990, August 1996, May 2007.

[5] Although the economy has slipped into recessions after minimum wage increases (such as in 2007), these contractions were not expected when Congress voted.

[6] Heritage Foundation analysis of data from the Current Population Survey (CPS). The Census Bureau and Bureau of Labor Statistics jointly conduct the CPS. All numbers, except average family income and poverty status, come from analysis of the 2011 and 2012 Merged Outgoing Rotation Group (MORG) file of the CPS. Minimum-wage earners were defined as hourly employees paid $7.25 an hour or less. Poverty and family income statistics come from the March supplement to the 2011 and 2012 CPS data. Data available for download at http://thedataweb.rm.census.gov/ftp/cps_ftp.html and https://cps.ipums.org/cps/

[7] The 2.9 percent figure includes both salaried and hourly employees. Approximately 5 percent of hourly employees get paid the federal minimum wage.

[8] These numbers include workers who also earn tip income. Many of those earning less than the minimum wage work in restaurants and make more than the minimum wage after taking tips into account.

[9] 50.5 percent of minimum wage earners are between the ages of 16 and 24.

[10] Heritage Foundation calculations using the 2011 and 2012 Current Population Survey. The months of June, July, and August were excluded to avoid conflating summer breaks with non-enrollment.

[11] Heritage Foundation analysis of data from the Current Population Survey (CPS). A single parent is defined as someone who reports that he or she has one or more of his or her own children present in the household and who is widowed, divorced, separated, or never married. Full-time employees are classified as those working 35 or more hours a week.

[12] David Macpherson and William Even, “Wage Growth Among Minimum Wage Workers,” Employment Policies Institute, June 2004, p. 3-5, at www.epionline.org/studies/macpherson_06-2004.pdf.

[13] William Carrington and Bruce Fallick, “Do Some Workers Have Minimum Wage Careers,” Revisão Mensal de Mão de Obra, May 2001, pp. 17-27, Table 2

[14] Macpherson and Even, “Wage Growth Among Minimum Wage Workers,” pp. 8-11.

[15] Daniel S. Hamermesh, Labor Demand (Princeton, N.J.: Princeton University Press, 1993).

[16] Although studies typically find workers with greater skills have a smaller elasticity of demand.

[17] Government Accountability Office, Samoa Americana and the Commonwealth of the Northern Mariana Islands: Employment, Earnings, and Status of Key Industries Since Minimum Wage Increases Began, Report No. GAO-11-427, June 2011, Figure 11.

[19] Government Accountability Office, Samoa Americana and the Commonwealth of the Northern Mariana Islands, p. 63

[20] U.S. Department of Labor, Impact of Increased Minimum Wages on the Economies of American Samoa and the Commonwealth of the Northern Mariana Islands, January 2008.

[21] Heritage Foundation calculations using data from the Outgoing Rotation Groups of the 2012 monthly current population survey. $20.00 an hour is the 80th percentile for workers paid hourly wages.

[22] Government Accountability Office, American Samoa and the Commonwealth of the Northern Mariana Islands p. 63

[25] Testimony of American Samoa Governor Togiola Tulafona before the Subcommittee on Fisheries, Wildlife, Oceans and Insular Affairs of the Committee on Natural Resources, U.S. House of Representatives, September 23, 2011. Opening statement available online at http://americansamoa.gov/index.php/news-bottom/30-gov-togiola-tells-u-s-congress-minimum-wage-increase-will-destroy-as-economy

[26] Ibid., Written Testimony, Table 3.

[28] Department of Labor, Bureau of Labor Statistics, “Characteristics of Minimum Wage Workers – 2012,” Tables 1 and 4, athttp://www.bls.gov/cps/minwage2012tbls.htm.

[29] The increase in unemployed would probably be less – many of these workers, especially teenagers and college students, would probably drop out of the labor market altogether and no longer count as unemployed.

[30] Charles Brown, Curtis Gilroy, and Andrew Kohen, “The Effect of the Minimum Wage on Employment and Unemployment,” Journal of EconomicLiterature Vol. 20, No. 2 (June 1982), pp. 487–528.

[31] David Card and Alan Krueger. “Minimum Wages and Employment: A Case Study of Fast-Food Industry in New Jersey and Pennsylvania,” American Economic Review, Vol. 48, No. 4 (1994), pp. 772-793.

[32] David Neumark and William Wascher, Minimum Wages (Cambridge, MA: The MIT Press, 2008).

[33] See for example Sylvia Allegretto, Arindrajit Dube, and Michael Reich, “Spatial Heterogeneity and Minimum Wages: Employment Estimates for Teens Using Cross-State Commuting Zones,” Berkeley, CA: Institute for Research on Labor and Employment, 2009 Sylvia Allegretto, Arindrajit Dube, and Michael Reich, “Do Minimum Wages Really Reduce Teen Employment? Accounting for Heterogeneity and Selectivity in State Panel Data, ” Relações industriais, Vol. 50, No. 2, pp. 205-240 Arindrajit Dube, T. William Lester, and Michael Reich, “Minimum Wage Effects Across State Borders: Estimates Using Contiguous Counties,” Review of Economics and Statistics, Vol. 92, No. 4 (2010), pp. 945-964.

[34] David Neumark, Ian Salas, and William Wascher, “Revisiting the Minimum Wage- Employment Debate: Throwing Out the Baby with the Bathwater?” National Bureau of Economic Research Working Paper No. 18681 (2013), http://www.nber.org/papers/w18681.

[36] Laura Giuliano, “Minimum Wage Effects on Employment, Substitution, and the Teenage Labor Supply: Evidence from Personnel Data,” The Journal of Labor Economics, Vol. 31, No. 1 (January 2013), pp. 155-194.

[37] David Neumark and William Wascher. “The Effects of Minimum Wages on Teenage Employment and Enrollment: Evidence from Matched CPS Surveys,” in Solomon Polchek, ed. Research in Labor Economics, Vol. 15 (Greenwich, Conn.: JAI Press, 1996).

[38] Kevin Lang and Shulamit Kahn, “The Effect of Minimum-Wage Laws on the Distribution of Employment: Theory and Evidence,”Journal of Public Economics, Vol. 69, No. 1 (July 1998), pp. 67-82.

[39] This assumes an employment elasticity of –0.2.

[40] Congressional Budget Office, “Effective Marginal Tax Rates for Low – and Moderate- Income Workers,” November 2012,http://www.cbo.gov/sites/default/files/cbofiles/attachments/11-15-2012-MarginalTaxRates.pdf.

[42] Elaine Maag, C. Eugene Steuerle, Ritadhi Chakravarti, and Caleb Quakenbush, “How Marginal Tax Rates Affect Families at Various Levels of Poverty,” National Tax Journal, Vol. 65, No. 4 (December 2012), pp 759-782.

[43] All assumptions are the same as for a single parent with one child as explained in the footnotes of Table 2.

[44] Note that this does not follow directly from the preceding section. Poverty calculations exclude non-cash benefits like Medicaid, SNAP, and housing vouchers.

[45] John Addison and McKinley L. Blackburn, “Minimum Wages and Poverty, Análise das relações industriais e trabalhistas Vol. 52, No. 3 (1999), pp. 393–409.

[46] David Neumark, Mark Schweitzer, and William Wascher, “The Effects of Minimum Wages on the Distribution of Family Incomes: A Non-Parametric Analysis,” Journal of Human Resources Vol. 40, No. 4 (2005), pp.867–94.

[47] Richard V. Burkhauser and Joseph J. Sabia, “Minimum Wages and Poverty: Will a $9.50 Federal Minimum Wage Really Help the Working Poor?” Southern Economic Journal, Vol. 77, No. 3 (January 2010) Richard Vedder and Lowell Gallaway, “Does the Minimum Wage Reduce Poverty?” Employment Policies Institute, June 2001 Jill Jenkins, “Minimum Wages: The Poor Are Not Winners,” Employment Policy Foundation, January 12, 2000 Ronald B. Mincy, “Raising the Minimum Wage: Effects on Family Poverty,” Revisão Mensal de Mão de Obra Vol. 113, No. 7 (July 1990) Richard Burkhauser, and Joseph J. Sabia, 2007. “The Effectiveness of Minimum Wage Increases in Reducing Poverty: Past, Present, and Future,” Contemporary Economic Policy Vol. 25, No. 2 (2007), pp. 262–281 Craig Gundersen, and James Patrick Ziliak, 2004. “Poverty and Macroeconomic Performance Across Space, Race, and Family Structure,”Demography Vol. 41, No. 1 (2004), pp. 61–86 David Neumark, and William Wascher. 2002. “Do Minimum Wages Fight Poverty?”Economic Inquiry Vol. 40, No. 3(2002) pp. 315–333.

[48] David Card and Alan B. Krueger, Myth and Measurement: The New Economics of the Minimum Wage (Princeton, N.J.: Princeton University Press, 1995).

[49] Burkhauser and Sabia, “Minimum Wages and Poverty: Will a $9.50 Federal Minimum Wage Really Help the Working Poor?”


Management : Journal of Contemporary Management Issues

The primary goal of MANAGEMENT - Journal of Contemporary Management Issues is to present current research in the field of management both to domestic and foreign public. The Journal deals with pressing problems, not only of general nature, but especially with those occurring in the countries in transition. In fact, it aims to cover functional issues, specific topics and general aspects of management related to all kinds of organizations – manufacturing and service companies, profit-making firms and non-profit organizations, private and public, as well as large and small enterprises.

As of 2018, Editorial board of the journal consists of the following researchers:
1. Željana Aljinović Barač, Sveučilište u Splitu (HR)
2. Maja Arslanagić, Univerzitet u Sarajevu (BA)
3. Jovo Ateljević, Univerzitet u Banjoj Luci (BA)
4. Fawaz Baddar, IESEG Ecole de commerce (FR)
5. Danica Bakotić, Sveučilište u Splitu (HR)
6. Biljana Crnjak Karanović, Sveučilište u Splitu (HR)
7. Tomaž Čater, Univerza v Ljubljani (SI)
8. Maja Čukušić, Sveučilište u Splitu (HR)
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10. Milena Dragičević Šešić, Univerzitet umetnosti (RS)
11. Veselin Drašković, Univerzitet Crne Gore (CG)
12. Jozef Dziechciarz, Uniwersytet Ekonomiczny we Wrocławiu (PL)
13. Renata Franc, Institut Ivo Pilar (HR)
14. Robert M. Grant, Universita' Bocconi (IT)
15. Philipp Hallinger, Mahidol University (TH)
16. Alma Harris, University of Bath (UK)
17. Iraj Hashi, Staffordshire University (UK)
18. Tomislav Hernaus, Sveučilište u Zagrebu (HR)
19. Michael Hughes, University of Aberdeen (UK)
20. Marija Kaštelan Mrak, Sveučilište u Rijeci (HR)
21. Thomas Lange, Middlesex University (UK)
22. Josef Langer, Alpen Adria Universitat Klagenfurt (AT)
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24. Brano Markić, Sveučilište u Mostaru (BA)
25. Dario Miočević, Sveučilište u Splitu (HR)
26. Robert E. Morgan, Cardiff University (UK)
27. Dennis P. Nickson, University of Strathclyde (UK)
28. Vedran Omanović, Göteborgs Universitet (SE)
29. Jurica Pavičić, Sveučilište u Zagrebu (HR)
30. Primož Pevcin, Univerza v Ljubljani (SI)
31. Sanja Pfeifer, Sveučilište u Osijeku (HR)
32. Vojko Potočan, Univerza v Mariboru (SI)
33. Dražen Prelec, MIT (US)
34. Paulette Robic, Universite de Nantes (FR)
35. Isabel Rodriguez, University of Surrey (UK)
36. Amit Sharma, Penn State University (US)
37. Slavica Singer, Sveučilište u Osijeku (HR)
38. Ewa Stańczyk-Hugiet, Wrocław University of Economics (PL)
39. Nebojša Stojčić, Sveučilište u Dubrovniku (HR)
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41. Vlatka Škokić, Sveučilište u Splitu (HR)
42. Milica Uvalic, Universita degli Studi di Peruggia (IT)
43. Ivona Vrdoljak Raguž, Sveučilište u Dubrovniku (HR)
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45. Nada Zupan, Univerza v Ljubljani (SI)
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First year of publication: 1996

Scientific disciplines and subdisciplines: Economics Information and Communication Sciences Sociology Psychology Interdisciplinary Social Sciences

Date added to HRČAK: 21 January 2008

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Review: Volume 22 - Economics - History

International Review of Economics - Journal of Civil Economy (IREC) covers a broad range of macro- and microeconomic topics, and showcases high-quality empirical, theoretical and policy-oriented contributions. In particular, IREC welcomes papers focused on the analysis of social interactions, wellbeing, welfare and happiness, capabilities, reciprocity, trust, relational goods, formal and informal institutions, law and economics, prizes and incentives, economics and philosophy, economic theology, the history of economic thought, non-profit organizations, and social economy. Civil Economy refers to a 18th-century Southern European tradition, which views the market as a pre-condition for civilization. Today, Civil Economy denotes a special focus on the ‘civil’ and ethical dimensions of economic issues, and on pursuing the common good in the economic domain.

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