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Nem amaldiçoado nem possuído: anormalidade mental no final da Idade Média

Nem amaldiçoado nem possuído: anormalidade mental no final da Idade Média

Nem amaldiçoado nem possuído: anormalidade mental no final da Idade Média

Por Alison Spyker

Trabalho entregue no 44º Congresso Internacional de Estudos Medievais (2009)

Introdução: Meu artigo de hoje, "Nem amaldiçoado nem possuído: anormalidade mental no final da Idade Média", fará uma breve nota no artigo de Michel Foucault História da loucura, onde ele diz que "os loucos eram proibidos de entrar nas igrejas, enquanto a lei eclesiástica permitia que eles participassem dos sacramentos." Esta breve nota não explica a importância dos sacramentos da Igreja durante a Idade Média, nem a complexidade do pensamento em torno das implicações da deficiência mental. A religião era uma questão de preocupação diária na Idade Média de uma forma que não é familiar para nós hoje, como demonstrado pelo painel hoje, tanto informalmente quanto dentro de estruturas formais, então talvez seja perdoável que Foucault tenha encoberto esse aspecto da deficiência. No entanto, nascimento, morte e casamento eram fatos da vida cotidiana, e a Igreja fez esforços conjuntos para sacramentá-los. A deficiência da exclusão religiosa, o que passei a chamar de “deficiência sacral”, é, creio eu, uma manifestação suficientemente distinta da deficiência das pessoas com deficiência que merece ser estudada por direito próprio. Hoje ouvimos várias perspectivas sobre esta forma de deficiência em miracula, biografia e exemplaria, e pretendo abordar as proscrições eclesiásticas mais formais a respeito da anormalidade mental.


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