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Mapeamento mental: diagramas na Idade Média - e além

Mapeamento mental: diagramas na Idade Média - e além

Mapeamento mental: diagramas na Idade Média - e além

Artigo apresentado por Jeffrey Hamburger

Apresentado no Mahindra Humanities Center, Harvard University em 28 de setembro de 2017

Os diagramas são onipresentes. Existe a mandala, por exemplo, usada na meditação budista. Ou a mandorla, usada na iconografia bizantina e cristã ocidental. Mas não precisamos ir tão longe. Pode-se lembrar, por exemplo, a simetria sedutora de diagramas de livros escolares. Nas últimas décadas, os computadores nos permitiram transformar muitos tipos de dados em representações visuais, incluindo imagens 3D.

Se pensarmos nos diagramas como técnicas de visualização que ordenam o conhecimento e a percepção, então a Idade Média merece uma atenção especial, porque muito de sua arte é diagramatizada. Podemos ser tentados a descartar os diagramas como uma conveniência, talvez visualmente interessante, mas ainda uma ferramenta que fica em segundo plano por trás de questões mais urgentes. Mas, como esta palestra demonstra, o tópico se abre para questões mais filosóficas e estéticas, como, 'O que é uma imagem?'

Jeffrey Hamburger é professor de Arte e Cultura Alemã na Universidade de Harvard.


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